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  • edicao-05-2024 | AND Lab

    edicao-05-2024 edicao-05-2024 VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) [sobre a Escola] [ver outras edições] APRESENTAÇÃO Escola do Reparar Ed#5-2024 Edição comemorativa 'TY' - Ten Years / Thank You 5 anos de Escola do Reparar, 10 anos de escolas de verão A Escola do Reparar é um programa anual continuado de investigação-criação expandida e formação artístico-política, que abriga quatro interfaces de encontro e se desenrola no eixo Portugal-Brasil. Apoiada na criação sempre em processo de Fernanda Eugenio com o Modo Operativo AND , em colaboração com a rede multilocalizada de artistas do Coletivo AND e com diferentes artistas convidades a cada vez, a Escola do Reparar toma, a partir da constelação prático-teórica do MO_AND, uma questão-tema por ano como mote para a criação de novos dispositivos performativos de encontro, proposições vivenciais, jogos e ferramentas de composição-criação coletiva, adotando a estrutura duracional da viagem para convidar à habitação e à persistência no trabalho íntimo-político da trans-forma-ação . As suas quatro linhas de atividades estão desenhadas de modo a propiciar às pessoas participantes um percurso gradual e amparado de navegação na questão-tema do ano. Começamos sempre pelo hANDling , oficinas de partilha do MO_AND e práticas afins (março a junho; setembro a novembro, em Lisboa e diferentes cidades do Brasil a cada ano) , dedicado a oferecer as bases de sustentação da jornada anual, através da introdução e do desdobramento das ferramentas-conceito e princípios centrais do Modo Operativo AND, aliado a práticas corporais do Coletivo AND. A seguir, entramos nos Estudos Indóceis , grupo de estudos praticados e experimentais (maio - Portugal e outubro - Brasil) , dedicado a partilhar a filosofia habitada à volta dos conceitos em foco a cada ano. Chegamos então ao LANDscape , curso-retiro imersivo (julho - Portugal e janeiro - Brasil) , construído sob a forma de jornada-ritual de trans-forma-ação , na qual o Modo Operativo AND se multiplica num conjunto de proposições político-afetivas encarnadas mais complexas, que convocam diferentes modulações de jogo da constelação AND lado a lado a peças-rituais especialmente criadas, a cada vez, para propiciar a experiência sensível e vivencial da questão-tema. Esta atividade é, ao mesmo tempo, fim e começo: uma culminância da jornada de cada ano, todos os meses de julho, que, ao se repetir em janeiro, opera também a pré-paração para o ano seguinte, e para uma nova questão-tema prestes a emergir. Toda a viagem é assistida e nutrida pelo [ under]stANDing , programa de investigação continuada e de criação de artefatos por Fernanda Eugenio em colaboração com o Coletivo AND. O stANDing é a escola sendo gestada enquanto acontece e perpassa todo o ano em duas temporadas (fevereiro-julho e setembro-janeiro), compostas por trabalho presencial no Atelier AND Lab em Lisboa, encontros online e pelas Residências de Criação LAND, se abrindo ao exterior através de sessões de partilha e mostra informal de processos algumas vezes por ano. Cabe ainda ressaltar que, embora hANDling, Estudos Indóceis e LANDscape se constituam enquanto atividades encadeadas, estão articuladas de modo a também permitir o ingresso de novas pessoas participantes a qualquer momento da viagem, que venham a acessar a experiência de modo avulso e pontual. A Escola do Reparar propõe habitar o 'entre' enquanto intervalo de potência, instaurando-se no seio dos cruzamentos arte-vida e estruturando-se de forma espraiada e multilocalizada, no trânsito entre Portugal e Brasil, entre o urbano e o rural e entre o presencial e o virtual, num compromisso em conjugar uma consistente deslocação subjetiva e sensível com o descentramento geográfico e a propagação digital. Reivindica-se, assim, enquanto campo de amparo para o encanto, enquanto campo seguro para o risco: firmado no cuidado e focado em (re)ativar a relação atenta com a Terra-Soma e, ao mesmo tempo, em infiltrar e sustentar um modo comunitário no quotidiano urbano e digital. A Escola do Reparar oferece anualmente um mínimo de 25% de vagas sob a forma de bolsas integrais com perfil interseccional, para pessoas vulnerabilizadas por intersecções de classe, raça, gênero, deficiência, orientação sexual, corporalidades dissidentes, migração e/ou origem étnica. As atividades da Escola do Reparar em Portugal são bilíngues (português e inglês) e têm tradução em Língua Gestual Portuguesa sempre que necessário. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES (clicar nas imagens para ver detalhes separadamente, em outra janela) under stANDing Investigação-Criação com o MO_AND Módulo-Residência de Criação A Linha-interface under stANDing conforma um plano contínuo de pesquisa e criação com o Modo Operativo AND, no qual a metodologia dobra-se sobre si própria, a partir de uma questão-tema a cada ano, mantendo-se assim enquanto organismo vivo em constante (re)formulação. O nome under stANDing aponta para um modo de investigar-criar que desvia da interpretose e da representação, comprometendo-se com a experiência direta, a sustentação do não-saber e a sintonização com sabedorias encarnadas, aquém-além da ilusão humana do ponto de vista. hANDling Formação no MO_AND Módulo de Introdução & Desdobramento A Linha-interface hANDling foca-se na dimensão (trans)formativa e de partilha do MO_AND enquanto ferramenta de mediação e composição. Oferece oficinas intensivas e extensivas de transmissão e prática da constelação de jogos e ferramentas-conceito do Modo Operativo AND. O nome hANDling convoca a mancha semântica do verbo 'to handle' para sinalizar um duplo compromisso: por um lado, com a ética do manuseamento, em contraponto à manipulação, que norteia o Modo Operativo AND; por outro, com a entrega/oferta das nossas ferramentas, criando situações de transmissão-partilha que favoreçam a sua incorporação pela via da frequentação, da prática e do cultivo da autonomia e da singularidade de cada praticante. LANDscape Jornada Ritual com o MO_AND Módulo de Aprofundamento/Vivência Imersiva A Linha-interface LANDscape foca-se na dimensão de (auto)reparação individual e coletiva através da criação de vivências-rituais em modo retiro. Programa-paisagem construído sob a forma de jornada-ritual de trans-forma-ação, na qual o Modo Operativo AND se multiplica num conjunto de proposições somáticas e político-afetivas encarnadas mais complexas, os LANDscape convocam diferentes modulações de jogo da constelação AND, lado a lado a peças-rituais especialmente criadas, a cada vez, para propiciar a experiência sensível e vivencial da questão-tema. EDIÇÃO ATUAL | INSCRIÇÕES Lamentamos, mas a edição atual Escola está em andamento e as inscrições para as modalidades do seu eixo continuado já foram encerradas. Para ver a disponibilidade de vagas de participação avulsa, ir ao Calendário do site. IR AO CALENDÁRIO IR AO CALENDÁRIO Ver o quadro de detalhes/valores das modalidades Clicar no botão da modalidade escilhida e preencher o formulário Efetuar o pagamento (se houver) QUESTÃO-TEMA Dis-cernir e Inseparar: o encantamento do Irreparável Em 2024 a Escola do Reparar debruça-se sobre a ferramenta-conceito dis-cernir , que convida a exercitar a musculatura ética do diferenciar, do re-conhecer dos cernes, numa modulação na qual é justo o acesso à multiplicidade de perspectivas vitais (entre-cernes e intra-cernes) que permite (re)encantar e reconectar com a experiência sensível da inseparabilidade. Insistimos na pesquisa de antídotos aos afetos do desemparo e do desencanto, manifestos pelo esgotamento e pelo embotamento das sensibilidades, que marcam de modo desigual mas pervasivo os estados individuais e coletivos contemporâneos. Convocamos as operações do re-pouso/amparo - enquanto vivência de ninho, descanso profundo, entrega, rendição e (re)conexão - e do re-voo/encanto - enquanto acesso ao Fundo Comum da Vida, às sabedorias encarnadas aquém-além do humano que compõem o agregado provisório de toda e cada uma das formas de vida, e re-sintonização com o ser (em) bando, num pleno habitar e co(n)sentir da coexistência. Nas diferentes proposições de encontro que perfazem a investigação-criação deste ano, propomos, ainda, uma demora em duas outras operações: o re-conhecimento - um honrar das ancestralidades que nos dão hoje (an)coragem (ancoramento e coragem) e um empenho firme e franco em voltar a conhecer-se - e a re(e)nunciação - renúncia das ilusões sistémicas aglutinadas à volta dos pontos de vista individuais e re-enunciação de si que desbloqueia o acesso à vista do ponto. É um ano em que comemoramos duplamente! ■ Por um lado, os 5 anos em que as nossas propostas de partilha do Modo Operativo AND assumiram o formato do programa continuado de formação artístico-política Escola do Reparar, com edições temáticas anuais desde 2020; ■ Por outro lado, os 10 anos de emergência do formato Escolas de Verão AND, predecessor da Escola do Reparar, que teve a sua primeira edição piloto em Lisboa, no verão de 2015, e se estendeu até 2019! O programa desdobra-se em duas temporadas, contemplando atividades presenciais em Portugal, circulações por Alemanha e Brasil e atividades online. ■ De março a julho, serão oferecidas em modo extensivo presencial e intensivo online as oficinas hANDling de Introdução ao MO_AND e as oficinas Estudos Indóceis de Desdobramento do MO_AND e estudo praticado de ferramentas-conceito, bem como, no verão, o Curso-Retiro LANDscape Portugal de Aprofundamento do MO_AND e Jornada-Ritual de Ninho e Bando. ■ De agosto a janeiro, serão oferecidas em modo intensivo presencial oficinas hANDling de Introdução ao MO_AND na Alemanha e em Portugal, uma oficina (under)stANDing extensiva online, de Desdobramento do MO_AND e partilha de projetos colaborativos do Coletivo AND e um Curso-Retiro LANDscape no Brasil, de Aprofundamento do MO_AND e Encontro-Síntese Retrospetiva 2024. FICHA TÉCNICA Direção: Fernanda Eugenio Curadoria e Formulação: Fernanda Eugenio Assistência de Direção Henrique Antão Interlocuções/Interlocutions LANDscape Barril de Alva: Ana Dinger, Bernardo Chatillon, Manoela Rangel, Ruan Rocha Interlocuções LANDscape Guapimirim: Mariana Pimentel e membres do Coletivo AND a definir Interlocuções (under)stANDing: Ana Corrêa, Constança Carvalho Homem, Dai, Henrique Antão, Ruan Rocha, Manoela Rangel Design Original e Plataforma Online: Alexandre Eugenio Produção e Comunicação: Catarina Serrazina e Luís Filipe Fernandes Produção local (Alemanha): produção Onsite e Núcleo AND Lab Berlim Produção local (Brasil): Rede AND Lab Brasil - Núcleo Mata Atlântica Mídia Digital: Pat Bergantin e Patrícia Araújo Documentação Audiovisual: Gabriela Jung e Inês T. Alves Parcerias: Trust Collective (PT), Onsite Berlin (DE), Casa Amarela/Fazendinha (BR) Apoio: DGArtes - República Portuguesa - Cultura LINKS RELEVANTES Sobre a Escola do Reparar Sobre o Modo Operativo AND Site da Trust Collective (parceira do AND Lab e sítio de acolhimento do retiro LANDscape) [sobre a Escola] [ver outras edições] VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) edicao-05-2024 edicao-05-2024

  • edicao-02-2021 | AND Lab

    edicao-02-2021 edicao-02-2021 VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) [sobre a Escola] [ver outras edições] APRESENTAÇÃO Em 2021, o AND Lab completa dez anos de existência como estrutura artesanal de investigação artística a operar no cruzamento entre as artes, o pensamento crítico, as práticas encarnadas e as pedagogias somático-políticas indisciplinadas/indisciplinares. Essa data marcante acontece mais ou menos junto com os quase vinte anos do Modo Operativo AND enquanto pesquisa continuada de Fernanda Eugenio acerca das políticas de com-posição relacional e do cuidado-curadoria íntimo e coletivo do comum. Honrando esse marco, a Escola do Reparar 2021 toma corpo a partir da questão-tema Re-membrar: (Des)integração e Cura(doria) do Irreparável, convidando-nos a um encontro retrospectivo e prospectivo com a matéria do que nos constitui e nos acontece: daquilo de que fomos e somos feitos, do que fizemos/fazemos com o que nos fizeram, e a que retornamos a cada vez, ou que nos tornamos. O que já ou ainda (não) somos, que podemos (não) ser ou (não) fazer. Convidamos todes a vir conosco nesta jornada investigativa dos modos como assistimo-nos reciprocamente nos processos de morrer-nascer pelos quais - seja a um nível singular ou coletivo; pessoal, trans ou infrapessoal; ancestral, histórico ou cósmico - vamos curando (cuidando, fazendo a curadoria) e tecendo as geografias moventes de re-mediações possíveis do Irreparável que fazemos e nos faz. Sintonizando e reconectando com a teia mais vasta que nos (des)integra do/no fundo comum e da ordem implicada da Vida, no entre-tecido que nos in-separa pela diferença, assistindo e respeitando as manifestações infinitamente variadas do acontecer, do sentir e do de(s)vir a ser. Posicionando-se no seio de uma tarefa paradoxal e urgente, entre a irreparabilidade do mundo-como-É e o compromisso ético com a sua reparação, a Escola do Reparar, programa continuado de formação artístico-política do AND Lab, propõe conjugar o Modo Operativo AND com outras proposições artístico-políticas encarnadas, ferramentas de composição colaborativa e práticas somáticas, num programa transdisciplinar e indisciplinado, dedicado à articulação corporeidade-comunalidade e ao reconhecimento e à invenção-criação de táticas para o desaprendizado das violências arraigadas e desigualmente distribuídas em cada ume de nós. A Escola do Reparar surge do desejo de contribuir para um processo que se dispara pelo reconhecimento de que já não é possível reiterar um mundo insustentável, apoiado em lógicas predatórias-extrativistas. Ao propor uma escola multilocalizada, transversal e baseada em saberes praticados, a conectar realidades e corpos diversamente afetados pelo Irreparável, pretendemos criar um espaço-brecha dedicado a coletivizar o ato de pesquisar-criar, tornando-o coincidente com os atos de viver-habitar e relacionar-performar. Um espaço para o entre-ter - o termo-nos reciprocamente umes a outres, em comunidade -, no qual possamos exercitar modos de sermos íntimes sem sermos/estarmos próximes, e nutrir, juntes, possibilidades de refazer sensibilidades e mundos. O programa se desdobra de março a dezembro, com direção e curadoria de Fernanda Eugenio, incluindo: grupo de estudos online ( Estudos Indóceis ); oficinas e sessões regulares de práticas de corpo, jogo MO_AND e escuta sensível ( programa hANDling ); programa público de partilha de criações em processo ( programa stANDing ); programa público de conversas ( programa comemorativo Dez Anos em Posição-Com ); residências de investigação-criação ( LAND) e cursos-retiros imersivos no campo ( LANDscape Portugal e Brasil ). CALENDÁRIO DE ATIVIDADES (clicar nas imagens para ver detalhes separadamente, em outra janela) under stANDing Investigação-Criação com o MO_AND Módulo-Residência de Criação A Linha-interface under stANDing conforma um plano contínuo de pesquisa e criação com o Modo Operativo AND, no qual a metodologia dobra-se sobre si própria, a partir de uma questão-tema a cada ano, mantendo-se assim enquanto organismo vivo em constante (re)formulação. O nome under stANDing aponta para um modo de investigar-criar que desvia da interpretose e da representação, comprometendo-se com a experiência direta, a sustentação do não-saber e a sintonização com sabedorias encarnadas, aquém-além da ilusão humana do ponto de vista. hANDling Formação no MO_AND Módulo de Introdução & Desdobramento A Linha-interface hANDling foca-se na dimensão (trans)formativa e de partilha do MO_AND enquanto ferramenta de mediação e composição. Oferece oficinas intensivas e extensivas de transmissão e prática da constelação de jogos e ferramentas-conceito do Modo Operativo AND. O nome hANDling convoca a mancha semântica do verbo 'to handle' para sinalizar um duplo compromisso: por um lado, com a ética do manuseamento, em contraponto à manipulação, que norteia o Modo Operativo AND; por outro, com a entrega/oferta das nossas ferramentas, criando situações de transmissão-partilha que favoreçam a sua incorporação pela via da frequentação, da prática e do cultivo da autonomia e da singularidade de cada praticante. LANDscape Jornada Ritual com o MO_AND Módulo de Aprofundamento/Vivência Imersiva A Linha-interface LANDscape foca-se na dimensão de (auto)reparação individual e coletiva através da criação de vivências-rituais em modo retiro. Programa-paisagem construído sob a forma de jornada-ritual de trans-forma-ação, na qual o Modo Operativo AND se multiplica num conjunto de proposições somáticas e político-afetivas encarnadas mais complexas, os LANDscape convocam diferentes modulações de jogo da constelação AND, lado a lado a peças-rituais especialmente criadas, a cada vez, para propiciar a experiência sensível e vivencial da questão-tema. EDIÇÃO ATUAL | INSCRIÇÕES Lamentamos, mas a edição atual Escola está em andamento e as inscrições para as modalidades do seu eixo continuado já foram encerradas. Para ver a disponibilidade de vagas de participação avulsa, ir ao Calendário do site. IR AO CALENDÁRIO IR AO CALENDÁRIO Ver o quadro de detalhes/valores das modalidades Clicar no botão da modalidade escilhida e preencher o formulário Efetuar o pagamento (se houver) FICHA TÉCNICA Direção: Fernanda Eugenio Desenho e Curadoria: Fernanda Eugenio Equipa Artística (stANDing) : Fernanda Eugenio, Dani d'Emilia, Manoela Rangel, Pat Bergantin Equipa Pedagógica (Estudos Indóceis, hANDling, LANDscape): Fernanda Eugenio, Flora Mariah, Guto Macedo, Manoela Rangel, Mariana Pimentel, Milene Duenha, Naiá Delion, Pat Bergantin, Soraya Jorge Acompanhamento e Cuidado: Ruan Rocha, Iacã Macerata, Mariana Ferreira Interlocuções Convidadas (stANDing, LANDscape ou Dez anos em Posição-Com): Ana Dinger, Bernardo Chatillon, Carlos Oliveira, João Fiadeiro, Liliana Coutinho, Mariana Ferreira, Sarah Amsler, Sílvia Pinto Coelho Design, Plataforma Online e Gestão Administrativa : Alexandre Eugenio Produção: Pat B, Ruan Rocha Comunicação: Pat B Documentação Audiovisual LANDscape: Inês T. Alves Documentação Audiovisual atividades online: Gabriela Jung Parcerias: Trust Collective, Orla Eco-Social Regeneration, Penhasco Arte Cooperativa Apoios: República Portuguesa - Cultura; Fundo de Emergência Social - Câmara Municipal de Lisboa LINKS RELEVANTES Sobre a Escola do Reparar Sobre o Modo Operativo AND Site da Trust Collective (parceira do AND Lab e sítio de acolhimento do retiro LANDscape) [sobre a Escola] [ver outras edições] VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) edicao-02-2021 edicao-02-2021

  • edicao-03-2022 | AND Lab

    edicao-03-2022 edicao-03-2022 VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) [sobre a Escola] [ver outras edições] APRESENTAÇÃO Escola do Reparar Ed#3-2022 Entre abril e dezembro, entre Portugal e Brasil, entre os formatos presencial e online, a Escola do Reparar 2022 percorrerá quatro programas. Começaremos pelo hANDling , um programa dedicado a oferecer e a manusear - a (re)incorporar através do uso contínuo - as ferramentas de que dispomos no AND Lab: o Modo Operativo AND e as práticas corporais e de cuidado do Coletivo AND (abril a julho). A seguir, no programa stANDing , partilharemos as novas ferramentas que andam a surgir no plano das nossas investigações-criações em processo, em workshops dedicados às três diretrizes do AND Lab: o AND Soma, o AND Terra e o AND Cuidado (setembro). Então, já suficientemente pré-parades, entraremos mais frontalmente na questão-tema do ano, em dois programas: nos Estudos Indóceis (outubro) faremos uma aproximação, em modo grupo de estudos, às ferramentas-conceito da re-membração, do amparo e do encanto; e no LANDscape (novembro), mergulharemos num curso-retiro intensivo inteiramente dedicado a (des)dobrá-las de modo vivencial e em contato direto com a terra - no território-corpo e no corpo-território. A Escola do Reparar 2022 também trará, em paralelo, a possibilidade do público entrar em contato com o Modo Operativo AND através da websérie em três episódios Manual de Sobrevivência para Tempos Irreparáveis , que será lançada em abril, juntamente com o nosso encontro público de abertura. Finalizaremos o ano com um encontro de balanço aberto a todes, no início de dezembro. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES (clicar nas imagens para ver detalhes separadamente, em outra janela) under stANDing Investigação-Criação com o MO_AND Módulo-Residência de Criação A Linha-interface under stANDing conforma um plano contínuo de pesquisa e criação com o Modo Operativo AND, no qual a metodologia dobra-se sobre si própria, a partir de uma questão-tema a cada ano, mantendo-se assim enquanto organismo vivo em constante (re)formulação. O nome under stANDing aponta para um modo de investigar-criar que desvia da interpretose e da representação, comprometendo-se com a experiência direta, a sustentação do não-saber e a sintonização com sabedorias encarnadas, aquém-além da ilusão humana do ponto de vista. hANDling Formação no MO_AND Módulo de Introdução & Desdobramento A Linha-interface hANDling foca-se na dimensão (trans)formativa e de partilha do MO_AND enquanto ferramenta de mediação e composição. Oferece oficinas intensivas e extensivas de transmissão e prática da constelação de jogos e ferramentas-conceito do Modo Operativo AND. O nome hANDling convoca a mancha semântica do verbo 'to handle' para sinalizar um duplo compromisso: por um lado, com a ética do manuseamento, em contraponto à manipulação, que norteia o Modo Operativo AND; por outro, com a entrega/oferta das nossas ferramentas, criando situações de transmissão-partilha que favoreçam a sua incorporação pela via da frequentação, da prática e do cultivo da autonomia e da singularidade de cada praticante. LANDscape Jornada Ritual com o MO_AND Módulo de Aprofundamento/Vivência Imersiva A Linha-interface LANDscape foca-se na dimensão de (auto)reparação individual e coletiva através da criação de vivências-rituais em modo retiro. Programa-paisagem construído sob a forma de jornada-ritual de trans-forma-ação, na qual o Modo Operativo AND se multiplica num conjunto de proposições somáticas e político-afetivas encarnadas mais complexas, os LANDscape convocam diferentes modulações de jogo da constelação AND, lado a lado a peças-rituais especialmente criadas, a cada vez, para propiciar a experiência sensível e vivencial da questão-tema. EDIÇÃO ATUAL | INSCRIÇÕES Lamentamos, mas a edição atual Escola está em andamento e as inscrições para as modalidades do seu eixo continuado já foram encerradas. Para ver a disponibilidade de vagas de participação avulsa, ir ao Calendário do site. IR AO CALENDÁRIO IR AO CALENDÁRIO Ver o quadro de detalhes/valores das modalidades Clicar no botão da modalidade escilhida e preencher o formulário Efetuar o pagamento (se houver) QUESTÃO-TEMA Amparo e Encanto: Re-membração e Descontinuação do Irreparável Estamos cansades e confuses. Um pacto com o desamparo, tão involuntário quanto inescapável, tem drenado as nossas capacidades de co-sentir - de habitar plenamente a inter e a intraconectividade enquanto rede inesgotável de cuidado e sustento recíprocos. Estamos ofuscades e tristes. Navegando na faixa de frequência do desencanto, entoamos a falta num peito-buraco-sem-fundo. Vamos seguindo, atordoades demais para reconhecer e honrar o que já temos e o que não paramos de receber. Atordoades demais, também, para sonhar retribuições, superações vitais e invenções revitalizantes. Nesta terceira edição da Escola do Reparar, a proposta é pesquisar, na carne e com as forças que nela circulam, vias para voltar a acessar a sensibilidade do amparo e do encanto - duas modulações da experiência sensível da inseparabilidade que, apostamos, vibram a potência de outras cura(doria)s de vida, afinadas com um comum mais-que-humano, infinitesimal e cósmico. O amparo vibra enquanto re-pouso: é e acontece lá onde voltamos a chegar onde já estamos, aterramos. E, porque acessamos o estado de pouso, também des-cansamos, repousamos. É aquela faixa de frequência na qual experimentamos sustento e dádiva - o amparo do Fundo Comum da Vida, no qual co-participamos enquanto partícula feita e fazedora de outras partículas. Somos, ao mesmo tempo, parte e inteires. Sentimos a vida enquanto atravessamento incontornável e ilimitado, na sua abundância de manifestações infra e transpessoais, se estendendo para além e para aquém de nós. Amparo é, assim, aprender a receber. O encanto, por sua vez, vibra enquanto re-voo. Brilha lá onde descolamos dos mecanismos da identificação e do entendimento, e, por isso, também decolamos. Deixamos de nos confundir, experimentamos, nem que seja de relance, re-fundir: voltar a sintonizar com a faixa de frequência na qual sabemos-nos amálgama, sabemos-nos cúmplices do mistério e o podemos sustentar sem pressa nem desejos de desvendamento ou pacificação. A faixa de frequência na qual nos apropriamos plenamente das consequências de ser parte-tode: de estarmos visceralmente implicades, em tudo o que há e em tudo o que se dá. Encanto é, assim, aprender a retribuir. Dando continuidade à pesquisa da re-membração enquanto gesto de despactuação com o Irreparável, a Escola do Reparar 2022 convida a uma jornada experiencial e experimental pelas diferentes modulações sentidas do Irreparável - seja enquanto dano e saque estrutural, que é preciso inaceitar radicalmente, descontinuar; seja enquanto dimensão não apreensível, desconhecida e desconhecível, que comparece junto a cada acontecimento, e que porta ares e moléculas de outros mundos possíveis. Porta antídotos. A fim de pesquisar modos para reencontrar as experiências encarnadas e sentidas do amparo e do encanto, propomos percorrer demoradamente três fases do processo de re-membração: a manifestação, o acesso e o re-conhecimento. E aprender as suas três táticas de reparação: a involução, a (des)integração e a renunciação. Percorrendo esse caminho, vamos operando a re-membração, tanto enquanto rememoração - reagregação no presente de espaços-tempos ancestrais e futuros-, quanto enquanto remembramento - um voltar a unir o que a cisão (pós)moderna insiste em separar, fragmentar e desligar - e, assim, também alienar e anestesiar. Propomos um programa continuado, que se desenrolará ao longo de todo o ano para, juntes, (des)dobrarmos estas questões, acreditando que sintonizar com a inseparabilidade ao nível do Soma e da Terra é imprescindível para dar corpo de sustentação a um posicionamento político consistente de descontinuação das lógicas de dívida e dúvida que, consecutivamente, vêm corrompendo a nossa relação com a dádiva e reiterando as lógicas usurpatórias de um Irreparável hegemónico e estrutural. Fernanda Eugenio Lisboa, março de 2022 FICHA TÉCNICA Direção: Fernanda Eugenio Desenho, Curadoria e Formulação Conceitual: Fernanda Eugenio Equipa Pedagógica: Fernanda Eugenio, Guto Macedo, Iacã Macerata, Manoela Rangel, Mariana Pimentel, Milene Duenha, Naiá Delion, Pat Bergantin, Ruan Rocha Acompanhamento e Cuidado: Iacã Macerata e Ruan Rocha I nterlocuções Convidadas: Ana Dinger, Soraya Jorge Design, Plataforma Online e Gestão Administrativa: Alexandre Eugenio Produção: PatB & Coletivo AND Comunicação: PatB Documentação Audiovisual : Gabriela Jung Parcerias: Trust Collective, Penhasco Arte Cooperativa, Prosa Plataforma Cultural, Casa Amarela Guapimirim, Pés no Chão, Fundaci Apoio: Polo Cultural Gaivotas-Boavista, Câmara Municipal de Lisboa LINKS RELEVANTES Sobre a Escola do Reparar Sobre o Modo Operativo AND Site da Trust Collective (parceira do AND Lab e sítio de acolhimento do retiro LANDscape) [sobre a Escola] [ver outras edições] VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) edicao-03-2022 edicao-03-2022

  • Fazer-Comum

    Programas Colaborativos | AND Lab Next COMO? (Fazer Comum) ANTERIOR PRÓXIMA páginas de programas do MO_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum Ocupações do Espaço AND Lab Coordenação de Luís Filipe Fernandes Fazer Comum é um programa de habitação do Espaço AND Lab, que tem como principal objetivo contribuir para a dinamização do tecido artístico e cultural de Lisboa, proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas inseridas no âmbito de trabalho AND Lab - Arte, Política, Comunidade. São acolhidas práticas de (auto)cuidado e de expressão-criação extensivas, como aulas/sessões regulares, workshops pontuais e residências artísticas. OCUPAÇÕES DO ESPAÇO AND LAB Convida-se a comunidade artística local, agentes culturais e o público em geral para se mobilizarem juntes no fazer (do) comum , alastrando-o a partir do entorno mais imediato e pesquisando, pela frequentação, formas de infiltrar e sustentar modos comunitários de convivência no quotidiano urbano, aliando (auto)cuidado, partilha de fazeres artísticos e co-participação responsável no plano coletivo. MODALIDADES DE ACOLHIMENTO Residências e ensaios Aulas regulares Encontros periódicos Workshops pontuais OFERECEMOS Utilização do Estúdio AND Lab, localizado a 5min a caminhar da estação do metro Cabo Ruivo (Linha Vermelha). Possui um estúdio com 74m2, com piso vinílico preto, apropriado para práticas de movimento. Dispões de ar condicionado e aquecedor; Coluna de Som com conexão por Bluetooth ou Cabo Projetor de Vídeo; Copa com microondas, frigorífico, cafeteira, jarra elétrica e tostadeira, em sala adjacente. Apoio à divulgação: inclusão da atividade na newsletter mensal, website AND Lab, cartaz da programação mensal do espaço e demais comunicações da programação. Possibilidade de elaboração de e-flyer. Possibilidade de realização de apresentação/partilha pública, integrada nas mostras de processo AND Hap. HORÁRIOS Residências & Ensaios - por turnos: manhã (10h-14h) | tarde (14h-18h) | noite (18h-22h) OU diárias (10 às 18h); Práticas Abertas & Aulas Regulares - horários matinais 8h às 9h e 9h às 10h | horários pós-laborais 18h30-19h30, 19h30-20h30, 20h30-21h30 | Possibilidade de outros horários, consoante disponibilidade do espaço; Workshops & Eventos Pontuais - dias e horários a definir, consoante a proposta e a disponibilidade do espaço. CUSTOS (para atividades que contam com apoios financeiros e/ou que vão gerar receitas): Residências & Ensaios: 20€ por turno (4h) ou 35€ diária (6h). Valor negociável para acolhimentos com duração superior a 3 dias. Práticas & Aulas Regulares: 7.5 €/hora Workshops & Eventos Pontuais: 10 €/hora ACOLHIMENTOS GRATUITOS Atividades de investigação-criação sem financiamento: acolhimento gratuito de 1 residência por mês, tendo como orientação uma política de equidade e representatividade, na qual serão priorizados projetos propostos/protagonizados por pessoas negras e/ou trans/travestis. Duração de 5 ou 10 dias (turno a definir, consoante disponibilidade do espaço) + realização de partilha final CLICAR PARA SUBMETER UMA PROPOSTA Espaço AND Lab Av. Infante Dom Henrique 334, Edifício Expresso, piso 3, salas 3.08-09-10, 1800-224 Lisboa, Portugal. Mais informações sobre o Espaço AND Lab, aqui . PARA VER AS OCUPAÇÕES ATUAIS DO NOSSO ESPAÇO, IR A PÁGINA DO CALENDÁRIO QUANDO-ONDE? Opções disponíveis e histórico deste Programa no Calendário de Eventos & Agendamentos VER A PROGRAMAÇÃO DO CALENDÁRIO Close VER AULAS E OCUPAÇÕES DO ESPAÇO AND LAB Close VER A BANCA DE ARTEFATOS PUBLICADOS Close Eventos atuais e/ou anteriores relacionados no Calendário [se houver atividades atuais, elas aparecerão primeiro; rolar a lista para ver o histórico de atividades realizadas] páginas de programas do MO_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum ANTERIOR PRÓXIMA

  • Praticas-Colaborativas

    Programas Colaborativos | AND Lab Next COMO? (Fazer Comum) ANTERIOR PRÓXIMA páginas de programas do MO_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum Práticas MO_AND em Conversa Com Fernanda Eugenio & Múltiplas Colaborações Práticas originadas da linha de colaborações externas "MO_AND em Conversa Com...", que podem integrar eventualmente a programação do Calendário ou das edições anuais da Escola do Reparar. MO_AND & PERFORMANCE SITE-SPECIFIC Fernanda Eugenio & Gustavo Ciríaco City Labs Cidades são tão diversas quanto as camadas que as compõem. Não param de voltar a emergir, de se re-performar ao olhar e de nos envolver com as suas atmosferas imperiosas e inevitáveis, acidentais e náufragas, frágeis e fortes, banais e extraordinárias. São alquimias sempre em processo, que vão produzindo padrões por vezes conflitantes, ainda que osmóticos, de habitação, experiência sensível e (des)agregação social. Além disso, resultantes de muitos sonhos de arquitetura, da mistura espúria entre fantasias utópicas, soluções improvisadas, estruturas de poder e desvios locais contingentes, as cidades são simultaneamente formas concretas e territórios efêmeros. Nelas vivemos e morremos, nos encontramos e nos despedimos, mantendo a ficção diária que une os interstícios do panorama mais amplo dos fenômenos urbanos. City Labs são laboratórios temporários de atenção, mapeamento, criação e performance in situ , instalados em bairros e vizinhanças críticas de diferentes cidades, escolhidos pela ligação pertinente a questões políticas e afetivas locais. Com esta estrutura itinerante, Fernanda Eugenio e Gustavo Ciríaco têm viajado, desde 2009, pelas mais diversas ambiências urbanas, na América do Sul, nos EUA, na Europa e na Ásia, colecionando uma multiplicidade de acoplamentos e arranjos, situados entre as operações urbanas, e pesquisando a variabilidade performativa da forma-cidade. Nesta colaboração duracional, os protocolos da Etnografia como Performance Situada, de Fernanda Eugenio, entram em conversa com os procedimentos de criação contextual, que Gustavo Ciríaco emprega na construção das suas peças imersivas e relacionais, gerando proposições por vezes transportáveis para outros sítios, por vezes irrepetíveis, além de serem partilhados através das oficinas Práticas Site-Specific . Práticas Site-Specific Orientadas por Fernanda Eugenio em colaboração com o artista contextual Gustavo Ciríaco, foram criadas a partir da experiência angariada com o projeto colaborativo City Labs, que vem sendo alimentado desde 2009, com a instalação de laboratórios temporários de pesquisa artística em espaços públicos de países tão diversos quanto o Vietname, os EUA ou o Brasil. Algumas edições da oficina incluem também a partilha e/ou o re-enactment de excertos de peças contextuais, de Gustavo Ciríaco, e de jogos-performances da Série Re-Programas, de Fernanda Eugenio. A proposta é praticar um conjunto de proposições perceptivas para experimentar (com) o lugar e para investigar a performatividade das cidades. Misturando os protocolos da Etnografia como Performance Situada com abordagens vindas da arte contextual, a primeira parte do trabalho envolve uma jornada exploratória pelas vizinhanças geográficas e sociais do lugar que acolhe a própria oficina, exercitando o reconhecimento das materialidades e operações que perfazem a experiência urbana e a atenção ao diminuto e ao rarefeito que dão acesso à dimensão poética do cotidiano. Com a matéria sensível recolhida, as pessoas participantes são então convidadas a experimentar criar pequenas performances in situ , individualmente ou em pequenos grupos, incidindo na zona limítrofe entre o que já lá está a acontecer e o contato mais ou menos efêmero com um “possível alargado”, jogando com a fantasia do que podem ser os lugares. As Práticas Site-Specific geralmente são oferecidas em oficinas, com a duração de uma semana, que tomam lugar durante a Primavera ou o Verão de Lisboa, momento do ano mais favorável para passar longos períodos ao ar livre. As oficinas também acontecem (inter)nacionalmente no âmbito de festivais, residências artísticas ou a convite de estruturas artísticas e culturais. MO_AND & MOVIMENTO AUTÊNTICO Fernanda Eugenio & Soraya Jorge Neste projeto de investigação colaborativa, apostamos no potencial político e na urgência de constituir um campo de troca, de coabitação e de criação de procedimentos cruzados entre práticas ético-estéticas e práticas somáticas. Práticas de Reparagem & Testemunho A partir da colocação em conversa e da aproximação entre a prática da reparagem/reparação (MO_AND) e a prática do testemunho (MA) , unimos forças na direção da constituição de um conjunto de táticas para o cuidado de si e o cuidado do entorno. Ao mesmo tempo, tentamos que as duas práticas possam complementar-se reciprocamente e funcionar como ‘anticorpo’ uma da outra. Embora formalmente muito distintas, é explícita a correspondência entre as práticas. Ambas partilham um mesmo afeto-questão: o compromisso com a afinação da escuta sensível e com a constituição de uma sensibilidade (micro)política, através de uma investigação de cunho experiencial, relacional e situado. O Movimento Autêntico (MA) é uma prática somática relacional para o desenvolvimento da consciência encarnada/corporificada, chamada de somafulness por Soraya Jorge, responsável pela introdução deste trabalho no Brasil e em Portugal, e criadora, há mais de vinte anos, de uma abordagem singular para a sua prática e partilha. O fundamento da investigação proposta pelo MA é a estrutura posicional movedor-testemunha: é a partir do estabelecimento de uma relação de confiança e reciprocidade entre as posições de ver e ser visto que se instaura um campo de forças seguro para a contemplação do corpo e seus estados e para a prática da escuta direta da sensação. A (re)conexão com o plano da sensação funciona como chave para mapear, mover e curar padrões reincidentes, tendências reativas e feridas emocionais, a partir do desenvolvimento gradual da chamada testemunha interna: uma consciência em movimento, capaz de acompanhar sem julgar, comunicar sem acusar e responsabilizar-se pelas narrativas e interpretações que cria. É notável o potencial político expandido da conjugação das ferramentas do MA com as do Modo Operativo AND, que partilhamos nas diferentes modalidades de oficinas colaborativas Práticas de Reparagem e Testemunho, orientadas por Fernanda Eugenio e Soraya Jorge, em dupla e/ou em articulação com os parceiros, e também integrantes desta pesquisa, Guto Macedo e Naiá Delion. Por um lado, o MO_AND contribui para a expansão da consciência encarnada proposta pelo MA, num compromisso não apenas com o autoconhecimento, mas com o engajamento e a participação no plano coletivo. Por outro lado, o MA convoca explicitamente a estender também ao plano do ‘acontecimento individual’ os exercícios de fractalização da percepção, de acolhimento do acidente e de tomada de posição suficiente, propostos pelo MO_AND. Empregando diferentes recursos, tanto o Modo Operativo AND quanto o Movimento Autêntico investigam, a partir de uma prática no terreno e no corpo, as modulações entre presença e ausência, dentro e fora, percepção e apreensão, afeto e partilha, foco e distração, instante e memória, singularidade e coletividade, desejo e responsabilidade. As oficinas MO_AND+MA começam com um ou dois dias dedicados à introdução, primeiro, a cada uma das práticas separadamente. Nos dias seguintes, parte-se para algumas proposições que exploram modos de combinar as ferramentas do MA – as posições movedore e testemunha e campo de potência para somafulness que se instaura entre ambes – com as do MO_AND – a ética de incorporação do acidente, a desfragmentação de si e a prática da re-paragem através do (contra)dispositivo do jogo quê-como-quando-onde. As oficinas têm durações e formatos variáveis e adota(ra)m diferentes títulos, consoante a modulação específica que se deseja explorar ou mover. https://www.youtube.com/watch?v=A3QbKDTHJqg Práticas de Reparagem e Testemunho: Modo Operativo AND e Movimento Autêntico MO_AND + DANÇA & COREOGRAFIA Fernanda Eugenio & Sílvia Pinto Coelho Práticas de Atenção Das muitas e variadas práticas que temos para nos colocarmos em estado de escuta ativa, de investigação e de criação, esta oficina procura ativar como hipótese a possibilidade de isolamento sensorial, delimitando uma zona temporária de atenção. A curiosidade da percepção e a criação de nexos em estado incipiente constituem o lugar privilegiado de pesquisa. Habitar um campo constituído envolve um processo de ajuste delicado e re-situado, em cada etapa, para encontrar uma implicação. Qualquer coisa como olear e afinar a máquina enquanto a usamos, num cuidadoso trabalho de sintonização. Por vezes, este processo já coabita conosco há muito tempo. O trabalho pode, nesse caso, passar por reconhecer o que já se encontra em andamento, para o explorar com a atenção, a imagem e a imaginação geradas. As Práticas de Atenção são o nome dado por Sílvia Pinto Coelho a um conjunto de proposições que têm vindo a desenvolver a partir de alguns métodos de olhar para as coreografias do cotidiano. No âmbito do AND Lab, estas práticas de atenção aliam-se às (também) práticas de atenção propostas pelo Modo Operativo AND, compondo uma oficina que propõe diferentes exercícios para inventariar o que já lá está, naquela difusa zona a que chamamos de ‘antes de começar’, observando se (e como) continuamos a(o) começar e pesquisando táticas de preparação e pré-paração. Tanto Fernanda Eugénio como Sílvia Pinto Coelho têm vindo a debruçar-se sobre vários modos de olhar para o processo como uma dramaturgia de decantação: tudo ‘pode’ (acontecer), mas entre aquilo que ‘pode’ (acontecer), o que é que se torna possível, o que é que se revela e é relevante, tanto individual como colectivamente? Esta oficina costuma ser oferecida no âmbito das edições anuais do AND Lab (atualmente a Escola do Reparar) constituindo o nosso modo de pré-paração para cada dia de trabalho. É também, por vezes, oferecida como módulo autónomo. MO_AND + TERNURA RADICAL Fernanda Eugenio & Dani D'Emilia Práticas de Des-Imunização Partem do campo de afinação entre a política de co(m)passionamento, experimentada por Fernanda Eugenio com o Modo Operativo AND, e a prática da Ternura Radical proposta pela artista Dani d’Emilia, no âmbito da performance e da pedagogia radical, para pesquisar, no plano da corporeidade, possíveis percursos para a ativação de modulações não-hierárquicas e disseminadas do amor e do amar, experimentando a sua liberação de conformações pré-definidas e a sua operatividade enquanto força de strangership : sintonização com o impróprio e o alheio, capacidade de prescindir da lógica da (des)identificação e do (des)entendimento para abrir-se em disponibilidade, comparência, escuta, engajamento e presença. Esta colaboração ancora-se no desejo de experimentar procedimentos relacionais e práticas político-afetivas encarnadas para a trans-formação social, explorando a dobra entre o íntimo e o político: entre os modos da vinculação proximal e aqueles que poderão operar, por emergência, mudanças sensíveis no coletivo. Criar as condições para o exercício desta política outra para a constituição situada do viver-juntes envolve acolher o risco e comprometer-se com o cuidado recíproco, a fim de sondar caminhos para a retomada de territórios afetivos imunizados pelos mecanismos da indiferença ou pelo fechamento identitário. Des-imunizar ao outro ( cum , o outro; o além de mim), experienciar a relação como dádiva ( munus ). Fazer no/do corpo coragem e franqueza para se implicar, a cada vez, no (re)fazer comum. Os procedimentos e as proposições vivenciais que vão sendo criados na relação entre es artistas são, periodicamente, partilhados sob a forma de diferentes oficinas experienciais abertas à participação de qualquer pessoa com disponibilidade e desejo de pesquisar o território vasto – e sempre ainda por inventar – dos modos como vivemos as nossas relações e distribuímos os nossos afetos. As oficinas propõem a cada vez um conjunto diferente de práticas emergentes da contaminação-afinação entre as políticas do co(m)passionamento e da ternura radical, sempre partindo do plano da corporeidade para investigar outras disposições sensíveis – menos dependentes da identificação e do entendimento – e modos de criar, frequentar e praticar formas disseminadas do amor. As proposições procuram criar um ambiente de confiança, acolhimento e franqueza – no qual o cuidado possa crescer na proporção do risco – e envolvem circuitos sensoriais e micro-scripts performativos para serem vividos em duplas, trios ou em pequenos grupos, circunscrevendo zonas temporárias de intimidade com o desconhecido e o desconhecível e convidando a experimentar estados de vulnerabilização deliberada e de elasticidade variável da (im)permeabilidade e do (des)conforto. Práticas de Dis-solução De Fernanda Eugenio e Dani d’Emilia, são parte da pesquisa colaborativa des artistas à volta da elasticidade das capacidades de vinculação íntima com o desconhecido/desconhecível e de possíveis percursos para a ativação de modulações politizadas, não-hierárquicas e disseminadas do amor. Apostando na sintonização com as valências da (dissolvência) como meio para pesquisar possíveis "foras" do regime hegemônico da solução, as Práticas de Dis-solução trabalham com a matéria íntima/pessoal para atravessá-la. Através de rituais psicosSOMAgicos, miram sintonizações com o infra e o transpessoal que permitam repousar no tecido da inseparabilidade, descansar no sentir distribuído e percorrer todo o espectro das sensações até a sua borda se (des)integrar no fora/dentro. Colocando em conversa o Modo Operativo AND e a Ternura Radical , esta colaboração iniciou em 2018 com as Práticas de Des-Imunizacão, focando em modos de retomada dos territórios afetivos imunizados pelos mecanismos de fechamento-proteção-indiferença característicos das relações entre humanes num enquadramento hegemônico-colonial-capitalístico. Com a pandemia e a demanda emergencial por imunização biológica, comprometeram-se as condições de proximidade que permitiam trabalhar na des-imunização afetiva à alteridade, ao mesmo tempo em que se tornou ainda mais urgente a sintonização com o fundo comum da Vida - feito não só do entrelaçamento com outres nomeáveis como "semelhantes", mas também da imbricação de cada ume com o corpo da Terra, com a vastidão ilimitada da vida para além e aquém das formas. Emergiram assim, em 2020, as Práticas de Dis-Solução, procurando fazer da ‘falta de contato físico’ entre humanes uma brecha para a coletivização do sentir, alargando as experimentações na direção de um repertório de intimidade relacional mais vasto, capaz de vibrar em amorosidade com outras formas de vida, mais-que-humanas. Experimento Re-Fusing Emerge na sequência de uma trajetória de investigação sobre como estender nossos modos e campos de intimidade entre e além do corpo social, de modo a incluir relações metabólicas mais amplas pelas quais somos constituídes e com as quais estamos continuamente entrelaçades. Movides pelo anseio e pela necessidade política de novas formas viscerais de respons(h)abilidade e pertencimento, temos vindo a investigar práticas que ativam a inseparabilidade e nos ajudam a sintonizar com ela enquanto uma experiência no sensível. Essa jornada começou em 2018, quando, colocando o Modo Operativo AND em conversa com a Ternura Radical , Fernanda e Dani criaram as Práticas de Des-imunização. A segunda fase dessa jornada deu lugar a outro campo de procedimentos relacionais, as Práticas de Dis-solução, por meio das quais emergiu uma série de Rituais PsicosSOMAgicos. Agora, com este primeiro experimento, circunscrevemos um novo campo de pesquisa na operação re-fusing - que sintetiza num só-multiplo movimento os gestos de recusar e refundir. Este é o desdobramento mais recente dessa pesquisa de longa duração, no qual, em conversa com Sarah Amsler, propomo-nos a estender mais amplamente abordagens queer ao plano das relações multiespécies, dando continuidade a esse trabalho dedicado a expandir formas de intimidade e a interromper, em si, inscrições sistêmicas que perpetuam a separabilidade. Iniciando um movimento mais direto de colocação em conversa das pedagogias do AND Lab e do coletivo Gestos Rumo a Futuros Decoloniais , o experimento encarnado Re-fusing propõe um protocolo simples para comparecer a encontros ume-para-ume com entidades mais-que-humanas, ativando modulações de relacionalidade cuir que permitam explorar em ato como co-sentir em vez de consentir - e, assim, pesquisar vias para reabrir e reorientar categorias e formas (passando do 'kind' ao 'kin'), sustentando a questão: 'o que é preciso recusar para re-fundir?' QUANDO-ONDE? 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  • AND Lab em Festa

    Programas Colaborativos | AND Lab Next COMO? (Fazer Comum) ANTERIOR PRÓXIMA páginas de programas do MO_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum AND Lab em Festa Coordenação de Luís Filipe Fernandes As mostras AND Hap constituem zonas temporárias de encontro que abrem periodicamente o Espaço AND Lab ao exterior, convidando o público como cúmplice e participante em situações singulares de partilha do que anda a decorrer por aqui nos planos da criação e da pesquisa. Os AND Hap's ativam-se diversas vezes por ano, abrigando, sob a forma do happening , diferentes tipos de acontecimentos, que vão de ensaios abertos e mostras de processo das residências acolhidas no Espaço a propostas tais como intervenções e performances, palestras e conferências, tertúlias e festas etc. Além disso, também acionamos a interface AND Hap para a partilha periódica dos nossos artefatos emergentes e para marcar os inícios e desfechos de cada temporada da nossa programação. Na parte final da página, poderá encontrar uma lista dos AND Hap's já ocorridos até o momento, com links para os seus respetivos eventos :) QUANDO-ONDE? Opções disponíveis e histórico deste Programa no Calendário de Eventos & Agendamentos VER A PROGRAMAÇÃO DO CALENDÁRIO Close VER AULAS E OCUPAÇÕES DO ESPAÇO AND LAB Close VER A BANCA DE ARTEFATOS PUBLICADOS Close Eventos atuais e/ou anteriores relacionados no Calendário [se houver atividades atuais, elas aparecerão primeiro; rolar a lista para ver o histórico de atividades realizadas] páginas de programas do MO_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum ANTERIOR PRÓXIMA

  • edicao-01-2020 | AND Lab

    edicao-01-2020 edicao-01-2020 VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) [sobre a Escola] [ver outras edições] APRESENTAÇÃO Posicionando-se no seio de uma tarefa paradoxal e urgente, entre a irreparabilidade do mundo-como-É e o compromisso ético com a sua reparação, a Escola do Reparar, novo programa continuado de formação artístico-política do AND Lab , propõe conjugar o Modo Operativo AND com outras proposições artístico-políticas encarnadas, ferramentas de composição colaborativa e práticas somáticas, num programa transdisciplinar e indisciplinado, dedicado à articulação corporeidade-comunalidade e ao reconhecimento e à invenção-criação de táticas para o desaprendizado das violências arraigadas e desigualmente distribuídas em cada ume de nós. Ante o imponderável da crise pandémica, seguimos os princípios do próprio Modo Operativo AND e, desde março, re-paramos - procurando fazer das condicionantes, condições, e escutar o que se faz possível no agora. A edição piloto 2020 da Escola do Reparar nasce, assim, de um gesto de reparação radical, que envolveu aceitar a suspensão inevitável da dimensão situada e corpo-a-corpo, abrindo-nos a novos formatos para reinventar toda uma programação. Apoiada por uma nova plataforma digital de comunidade-acervo , esta edição é composta por um conjunto de atividades, todas dedicadas, este ano, à questão-tema das Dez Posições ante o Irreparável: (an)coragem, co(m)passionamento, consistência, comparência, firmeza, franqueza, suficiência, justeza, des-ilusão e des-cisão. O programa se desdobra de julho a dezembro, incluindo: Estudos Indóceis - Grupo de Estudos Praticados e Escuta Recíproca (online, em andamento); LAND - Residência de Investigação-Criação, ANDscape - Curso Extensivo (online, inscrições abertas) hANDling - Sessões Individuais de Escuta, Jogo e Práticas Corporais (online, por marcação) e understANDding - Programa Público Online de Partilhas Teórico-Reflexivas, Proposições Performativas e Conversas com Convidades (transmissões online). A Escola do Reparar surge do desejo de contribuir para um processo que se dispara pelo reconhecimento de que já não é possível reiterar um mundo insustentável, apoiado em lógicas predatórias-extrativistas. Ao propor uma escola multilocalizada, transversal e baseada em saberes praticados, a conectar realidades e corpos diversamente afetados pelo Irreparável, pretendemos criar um espaço-brecha dedicado a coletivizar o ato de pesquisar-criar, tornando-o coincidente com os atos de viver-habitar e relacionar-performar. Um espaço para o entre-ter - o termo-nos reciprocamente umes a outres, em comunidade -, no qual possamos exercitar modos de sermos íntimes sem sermos/estarmos próximes, e nutrir, juntes, possibilidades de refazer sensibilidades e mundos. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES (clicar nas imagens para ver detalhes separadamente, em outra janela) under stANDing Investigação-Criação com o MO_AND Módulo-Residência de Criação A Linha-interface under stANDing conforma um plano contínuo de pesquisa e criação com o Modo Operativo AND, no qual a metodologia dobra-se sobre si própria, a partir de uma questão-tema a cada ano, mantendo-se assim enquanto organismo vivo em constante (re)formulação. O nome under stANDing aponta para um modo de investigar-criar que desvia da interpretose e da representação, comprometendo-se com a experiência direta, a sustentação do não-saber e a sintonização com sabedorias encarnadas, aquém-além da ilusão humana do ponto de vista. hANDling Formação no MO_AND Módulo de Introdução & Desdobramento A Linha-interface hANDling foca-se na dimensão (trans)formativa e de partilha do MO_AND enquanto ferramenta de mediação e composição. Oferece oficinas intensivas e extensivas de transmissão e prática da constelação de jogos e ferramentas-conceito do Modo Operativo AND. O nome hANDling convoca a mancha semântica do verbo 'to handle' para sinalizar um duplo compromisso: por um lado, com a ética do manuseamento, em contraponto à manipulação, que norteia o Modo Operativo AND; por outro, com a entrega/oferta das nossas ferramentas, criando situações de transmissão-partilha que favoreçam a sua incorporação pela via da frequentação, da prática e do cultivo da autonomia e da singularidade de cada praticante. LANDscape Jornada Ritual com o MO_AND Módulo de Aprofundamento/Vivência Imersiva A Linha-interface LANDscape foca-se na dimensão de (auto)reparação individual e coletiva através da criação de vivências-rituais em modo retiro. Programa-paisagem construído sob a forma de jornada-ritual de trans-forma-ação, na qual o Modo Operativo AND se multiplica num conjunto de proposições somáticas e político-afetivas encarnadas mais complexas, os LANDscape convocam diferentes modulações de jogo da constelação AND, lado a lado a peças-rituais especialmente criadas, a cada vez, para propiciar a experiência sensível e vivencial da questão-tema. EDIÇÃO ATUAL | INSCRIÇÕES Lamentamos, mas a edição atual Escola está em andamento e as inscrições para as modalidades do seu eixo continuado já foram encerradas. Para ver a disponibilidade de vagas de participação avulsa, ir ao Calendário do site. IR AO CALENDÁRIO IR AO CALENDÁRIO Ver o quadro de detalhes/valores das modalidades Clicar no botão da modalidade escilhida e preencher o formulário Efetuar o pagamento (se houver) FICHA TÉCNICA Direção Fernanda Eugenio Desenho e Curadoria: Fernanda Eugenio & Dani d'Emilia Design & Plataforma Online: Alexandre Eugenio Equipa Artística: Fernanda Eugenio & Dani d'Emilia Equipa Pedagógica: Fernanda Eugenio, Pat Bergantin, Mariana Pimentel, Guto Macedo, Milene Duenha, Naiá Delion, Dani d'Emilia, Julia Salem Acompanhamento e Cuidado: Iacã Macerata, Ruan Rocha, Jade Lemos, Roberta Ferraz, Stephanie Cristina Interlocutores Convidades: Liliana Coutinho, Sarah Amsler, Andreia de Sade & Nuno do Carmo, Leandro Cunha, Alexa Santos, Soraya Jorge, Xana Piteira & Ana Marreiro, Marta Lança, Vanessa Andreotti, Benício Pitaguary, Julia Salem Gestão Administrativa: Alexandre Eugenio Produção: Pat Bergantin & Julia Salem Comunicação e Mídia Digital: Pat Bergantin Documentação e Tratamento: Pedro Henrique Risse e Pat Bergantin Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Fundo de Emergência Social - Cultura Parceria Instituciona: Fundo de Fomento Cultural - República Portuguesa Parceria (Acolhimento): ORLA - Eco Social Regeneration, Penhas co Arte Cooperativa LINKS RELEVANTES Sobre a Escola do Reparar Sobre o Modo Operativo AND Site da Trust Collective (parceira do AND Lab e sítio de acolhimento do retiro LANDscape) [sobre a Escola] [ver outras edições] VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) edicao-01-2020 edicao-01-2020

  • Sarah Marques Duarte | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Sarah Marques Duarte Núcleo Curitiba, Brasil Sarah é artista e pesquisadora dedicada às poéticas corporais, práticas relacionais, coletivas, colaborativas e à intervenção urbana. Trabalha há mais de vinte anos como artista e interessa-se, centralmente, pela poética insurgente de artistas latino-americanes. É coordenadora do LaPerfo, Laboratório de Performance e Grupo de Pesquisa da Escola de Música e Belas Artes. Doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia na linha de pesquisa Performance, somática e novas mídias, professora adjunta da UNESPAR / Campus Curitiba I (EMBAP), professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (UNESPAR) e docente colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Lenguajes Artísticos Combinados da Universidad Nacional de las Artes (Buenos Aires). É mestre em Artes Visuais pela Universidad Nacional de las Artes e especialista (2014-2016) pela mesma instituição. Artista formada em Artes Cênicas (2009-2014) pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e pelo Centro de Formação Artística Fundação Clóvis Salgado (2005-2008). < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Página de erro 404 | AND Lab

    Não há nada aqui. A página pode ter sido reestruturada, atualizada ou descontinuada, ou o link seguido pode estar corrompido. Página Inicial Mapa do Site | Contacto

  • Angela Guerreiro | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Angela Guerreiro Colaboração através do Programa Fazer Comum Angela Guerreiro é afro-descendente, mãe, artista independente, coreógrafa, intérprete, mentora, curadora de festivais e conferências. Nasceu em Lisboa em 1965, viveu na Alemanha de 1994 a 2021 e reside actualmente em Portugal. Formou-se em dança clássica de acordo com o sistema da Royal Academy of Dance (1975-86), estudou na Escola Superior de Dança, em Lisboa (1986-89) e no Center of New Dance Development in Arnhem (1989-91). Tem o mestrado em Terapia da Dança e do Movimento (2015), formação em Moving Cycle, uma psicoterapia centrada no corpo (2015), Terapeuta de Relaxamento (Autogenes Training e Progressive Muscle Relaxation). Uma Dynamic Embodiment Practitioner (DEP), formada pelo programa Somatic Movement Therapy Training (DE-SMTT), em 2019. Iniciou BaBoMiDa - Baby BodyMind Dancing™, um ramo do programa BodyMind Dancing™, o sistema de dança somático desenvolvido por Martha Eddy. É uma Educadora Registada do Movimento Somático (RSME) - ISMETA. Em Portugal, fez carreira como intérprete da Companhia RE.Al de João Fiadeiro de 1991 a 1994. Na Alemanha, inicia a sua carreira como coreógrafa residente no Kampnagel Hamburg de 1995 a 2002, as suas criações fazem um circuito internacional de festivais de dança e teatro. De 2003 a 2005 produziu e dirigiu as suas criações 'Exposure', e 'Memory Play’, dois solos apresentados no espaço independente Hamburger Botschaft. De 2006 a 2008, dirigiu a Associação de Teatro e Dança de Hamburgo (Dachverband Freier Theaterschaffender Hamburg e.V.). Em 2005, inicia, dirige e produz o festival internacional‚ DanceKiosk-Hamburg‘, incluindo na sua programação os criadores portugueses Paulo Castro (2005), Vania Gala (2006), Rogério Nuno Costa (2007), Joana Manaças and Rita Omar (Dance Beyond Borders,2009), Teresa Ranieri (2010), Lander Patrick (2014), Henrique Antão (2015-16), Manuel Guerra (2016), e João Costa Espinho (2016). Produziu a 'Kiosk.Company', o projecto 'DanceKiosk. Goes Island’, a produção internacional 'Tracing Dance from Addis Ababa to Nairobi and Hamburg', o projecto internacional de educação da dança 'dance beyond borders' e o projecto sobre estratégias de sobrevivência do meio artístico da dança 'SURVIVING DANCE - Art - Economy - Politics'. Na revista DANÇA 2011 foi chamada uma das últimas activistas independentes da dança contemporânea . A TANZFONDS ERBE - Uma iniciativa da Fundação Cultural Federal Alemã apoiou o seu projecto 'The Live Legacy Project: Correspondences between German Contemporary Dance and the Judson Dance Theater Movement'. Em 2015, Angela Guerreiro participou no projecto 'The best. The worst. My everything!’. E o filme 'The Live Legacy Project - Film documentation', foi estreado no Tanzkongress Hannover 2016. De 2016-17, paralelamente ao seu trabalho artístico, trabalhou como terapeuta da dança e do movimento com crianças da Ucrânia, na Fundação Renate Szlovak. Em 2016, o festival ‚DanceKiosk-Hamburg_48 Hours Nomads’, foi criado nos espaços exteriores do Deichtorhallen Hamburg. Foi intérprete na produção ‚Faust‘ de Frank Castorf, na Volksbühne Berlin, em 2017. Mesmo ano em que recebeu o convite da DGArtes, para enquadrar a comissão de avaliação de dança de 2017. De 2019-20, trabalhou como coreógrafa e professora independente, em Munique. Lecionou workshops organizados pelo Instituto Pedagógico - Centro de Gestão Comunitária da Educação (Pädagogisches Institut-Zentrum für kommunales Bildungsmanagement) em colaboração com a escola Escola de integração vocacional (Berufsschule zur Berufsintegration). Deu aulas de movimento para crianças no Volkshochschule München. Em 2020, recebe apoio do departamento cultural de Munique para ‚WIR‘, uma documentação cinematográfica com adolescentes internacionais. E é-lhe atribuída uma bolsa de pesquisa para a investigação e criação da instalação 'Me and My White Skeleton’ sobre a presença de corpos negros na Europa. Em 2021, recebe financiamento para o projecto 'Digitizing the Archive from 1994-2016 - Angela Guerreiro Productions (AGP)‘, financiado pelo Comissário do Governo Federal para a Cultura e os Media no programa NEUSTART KULTUR, DIS-TANZEN programa de ajuda da Dachverband Tanz Deutschland (Organização Alemã da dança). Foi co-curadora do Festival Body IQ 2021, em Berlim. Integra a associação UNA - União Negra das Artes. angelaguerreiro.de FAZER COMUM é um programa de habitação do Espaço AND Lab, que tem como principal objetivo contribuir para a dinamização do tecido artístico e cultural de Lisboa, proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas inseridas no âmbito de trabalho AND Lab - Arte, Política, Comunidade. São acolhidas práticas de (auto)cuidado e de expressão-criação extensivas, como aulas/sessões regulares, workshops pontuais e residências artísticas. Há também espaço para propostas de eventos tais como grupos de estudo, lançamentos de livros, conferências e palestras, reuniões e encontros, exposições e apresentações informais, entre outros. < Anterior Próxima >

  • Nyrhio Ribestião | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Nyrhio Ribestião Colaboração através do Programa Fazer Comum Nyrhio nasceu em Angola e vive na Europa há cinco anos. É técnico comunitário de saúde na associação GAT, no Intendente, centro de apoio, rastreio e tratamento de IST, dirigido a trabalhadoras/es do sexo, trans, migrantes e pessoas que dormem na rua. É massagista formado pela EMMA - Escola de Massagem e Motricidade Aplicada. A sua paixão pela massagem surgiu durante a pandemia, quando, em confinamento, dedicou-se a aprender diferentes técnicas a partir de vídeos do Youtube, praticando com os colegas de casa. Em 2022 profissionalizou-se e actualmente exerce as técnicas de massagem terapêutica e desportiva, mobilização articular e reabilitação. @nyrhioribestiao FAZER COMUM é um programa de habitação do Espaço AND Lab, que tem como principal objetivo contribuir para a dinamização do tecido artístico e cultural de Lisboa, proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas inseridas no âmbito de trabalho AND Lab - Arte, Política, Comunidade. São acolhidas práticas de (auto)cuidado e de expressão-criação extensivas, como aulas/sessões regulares, workshops pontuais e residências artísticas. Há também espaço para propostas de eventos tais como grupos de estudo, lançamentos de livros, conferências e palestras, reuniões e encontros, exposições e apresentações informais, entre outros. < Anterior Próxima >

  • Estudos Indóceis

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