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  • Patrícia Araújo | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Patrícia Araújo Apoio à Documentação Audiovisual Patrícia Araujo é artista visual, professora, yogui e mestre em Artes Visuais pela ECA-USP. Pesquisa modos e estratégias para desprogramar corpomente de lógicas que servem ao biopoder. Em suas práticas artísticas e acadêmicas promove diálogos entre dimensões íntimas e políticas na elaboração de trabalhos que propõem jogos, encontros, performances e criação em audiovisual. Utiliza ferramentas da yoga aliada a saberes em torno dos cinco elementos da natureza - água, terra, ar, éter, fogo - como campo de pesquisa para traduções e invenção de saberes capazes de atualizar e reestabelecer afetos ancorados em práticas de cuidado e presença. Atua como videomaker na sua produtora Aterro e é docente no curso de Bacharelado em Audiovisual do Senac-SP. Colabora com o AND Lab desde 2021, na criação de artefatos em vídeo, como a websérie Manual de Sobrevivência para Tempos Irreparáveis e, atualmente, as séries de vídeos-para-web 'Por Dentro do AND Lab', 'Por Dentro do Modo Operativo AND' e 'AND Nós'. Nasceu em Fortaleza, Ceará e vive em São Paulo desde 2009. < Anterior Próxima >

  • Alexandre Eugenio | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Alexandre Eugenio Gestão de Design e Serviços/Operações Alexandre Eugenio é designer e gestor de projetos. Especializou-se ao longo de 18 anos de atuação em design e planeamento estratégico de serviços, design de marca e comunicação, métodos e processos, PMO (Project Management Office), implantação & usabilidade de sistemas, entre outros. Realizou projetos através de empresas de consultadoria, como a Nimbi (Brasil) e a Accenture (Brasil-Portugal-Angola, residindo, nomeadamente, 2 anos em Luanda) ou para eventos de grande porte, no caso dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, em que atuou como especialista de planeamento central de serviços. Foi também designer-pesquisador do Instituto Nacional de Tecnologia (Brasil), com ênfase nas áreas de design para sustentabilidade e acessibilidade. Atualmente, reside e trabalha em Lisboa como designer e planeador de serviços para o AND Lab. < Anterior Próxima >

  • MO-AND

    Sobre o AND Lab e o Modo Operativo AND | AND Lab Next QU Ê? (O AND Lab) O Modo Operativo AND [MO_AND] O Modo Operativo AND (MO_AND) consiste numa ética do Re-parar, da Reparagem e da Reparação, sistematizada num conjunto de ferramentas-conceito e de proposições-jogo que, ao mesmo tempo, propõe e propicia: a investigação direta e experiencial dos funcionamentos do Acontecimento e da Relação; a explicitação dos modos de emergência e de sustentação de acontecimentos comuns metaestáveis; a sensibilização às condições de possibilidade contingentes-impermanentes de cada encontro e às consequências políticas dos posicionamentos individuais e/ou coletivos; a afinação das capacidades de distribuição não-hierárquica da atenção e de (re)inventário trajetivo do possível, simultaneamente no plano da auto-observação em ato e no plano do mapeamento da situação envolvente; o treino da disponibilidade à diferença e ao acidente/imprevisto, da comparência atempada, da tomada de decisão situada e da colaboração dissensual; a transferência de protagonismo do sujeito para o acontecimento, ou seja, a prática co(m)passionada da presença; o exercício de uma equiparação consistente entre autocuidado e cuidado do entorno e entre o discurso proferido e a sua efetuação no fazer; a frequentação exploratória de disposições subjetivas e relacionais dissidentes para a performance íntima e social dos afectos, numa pesquisa de alternativas aos modelos identitários e aos scripts pré-definidos e hierarquizados. Este sistema, concebido e desdobrado pela antropóloga e artista Fernanda Eugenio, é uma investigação viva e aberta, em constante transmutação e a partir de uma confrontação deliberada e insistente com o uso e com a prática. Ao longo de quase duas décadas dedicados a esta pesquisa, Fernanda Eugenio designou-a de diferentes modos, até à estabilização no nome Modo Operativo AND. O seu carácter distintivo reside sobretudo na força, na consistência e na singularidade do arcabouço conceitual original por ela entretanto desenvolvido, que conforma o vocabulário performativo pelo qual o MO_AND é reconhecido. Algumas das ferramentas-conceito e das proposições-jogo criadas por Fernanda Eugenio são: a tripla modulação do reparar: re-parar, reparagem, reparação; a tripla modulação da posição: dis-posição, (com)posição-com e re-posição – além do duplo percurso para desdobrá-las: da de-com-posição à re-posicão, da dis-posição à re-com-posição. as políticas da convivência Modo Operativo É, Modo Operativo OU e Modo Operativo E (AND); o Jogo das Perguntas QUÊ-COMO-QUANDO-ONDE; os jogos de zona de interferência , percorrendo as escalas entre-muites, entre-nós, entre-dois, entre-si e Ghost. os jogos de zona de transferência , para a descrição-circunscrição e formulação-performação do afeto: Isto-Isso-Isto e Isso-Isto-Isso; os jogos de cuidado-curadoria : com o território-corpo ou com o corpo-território o Diagrama Aberto-Explícito para a tomada de posição; as dez posições ante o Irreparável: (an)coragem, co(m)passionamento, consistência, comparência, firmeza, franqueza, suficiência, justeza, des-ilusão, des-cisão a nomenclatura Irreparável para abordar as feridas fundantes da pessoa e da cosmovisão/sensação modernas, bem como os diagramas exploratórios da tripla modulação do Irreparável: (ir)reversível/(in)cessável; (im)previsível/(in)evitável; (ir)remediável/(in)compensável conceitos-neologismos, tais como secalharidade e pensacção; jogos de palavras e de relações-tensão, tais como: Decisão/Des-cisão, Saber/Sabor, Manipulação/Manuseamento, Fragmentação/Desfragmentação, Eficiência/Suficiência, Coerência/Consistência, Justiça/Justeza, Relevância/Relevo, Condicionante/Condição, Rigidez/Rigor, Representação/Presentação, Interpretação/Circunscrição, Implicação/Explicação, Implicitação/Explicitação, Exibição/Exposição, (A)Parecer/Comparecer, Significado/Direção, Certeza/Confiança, Necessário/Preciso, (In)dependência/Autonomia etc . O MO_AND apoia-se na ativação do (contra)dispositivo do jogo não-competitivo e de regras imanentes como meio para a delimitação provisória de uma zona de atenção coletiva; como simulador de acidentes e como propiciador de uma simultaneidade entre dentro e fora. O recurso ao recorte – o tabuleiro de jogo – permite a instalação de “mundos dentro do mundo” e a exploração de diferentes escalas de menorização/maximização do (in)visível e de redução/ampliação do espaço e do tempo, estimulando o desenvolvimento de uma sensibilidade fractal, atenta e minuciosa às modulações relacionais da reciprocidade (justo meio entre a complementaridade e a simetria) e da suficiência (justo meio entre a eficiência e a desistência). O MO_AND é uma prática transversal e sem pré-requisitos, partilhada em oficinas, escolas e laboratórios abertos à participação de qualquer pessoa interessada em estudar, de modo vivencial, as (micro)políticas implicadas na operacionalidade e na sustentabilidade do viver-juntes, bem como a praticar a ‘criatividade’ noutros termos: deslocada do registo autocentrado e expandida em inventividade divergente e eticamente comprometida com a justeza. A experimentação ‘laboratorial’ da fractalização da percepção, aliada à ética proposta pelo MO_AND, tem efeitos concretos no comportamento, promovendo uma sensível diminuição da reatividade e do julgamento, uma correspondente ampliação da autonomia e da franqueza e uma tendência à sintonização entre afetos individuais e acontecimentos coletivos. Com a continuidade da prática, esses efeitos vão-se transpondo para a vida quotidiana e se infiltrando nos modos de ser-estar e criar-fazer, levando a sensíveis re-posicionamentos subjetivos e sociais. 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  • Os-Ancestrais-da-Escola

    Programas & Atividades | A Escola do Reparar | AND Lab Next 'COMO? ' (Escola do Reparar) ANTERIOR PRÓXIMA páginas do programa do mo_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum Ancestrais da Escola do Reparar Fernanda Eugenio & diferentes colaboradores a cada edição 2013-2020 Enquanto desejo de ocupação e reorientação do formato "escola", a partir de uma persistência no habitar, no partilhar, no experimentar e no curar de outros mundos possíveis, a Escola do Reparar é um sonho antigo, que remonta aos primeiros projetos desenhados por Fernanda Eugenio ainda no início dos anos 2000, aquando das suas primeiras formulações do Modo Operativo AND. O formato atual da Escola do Reparar ancora-se na experiência de três anteriores programas regulares oferecidos pelo AND Lab: O mais antigo desses ancestrais é o programa Pensacção (2013-2019) , grupo de estudos através de sessões regulares de prática e conversa à volta do Modo Operativo AND, que integrou a nossa programação sob a forma de 'temporadas de encontro', com regularidades variadas - semanais, quinzenais ou mensais, a depender da época - durante seis anos. Essas sessões de prática continuada do MO_AND eram oferecidas tanto na sede em Lisboa, orientadas por Fernanda Eugenio e, por vezes, Ana Dinger, quanto nos núcleos no Brasil e na Espanha, cuidadas pelas pessoas integrantes da coordenação local, assegurando que haveria sempre assistência e acompanhamento ao grupo que se quisesse juntar. O propósito central da Pensacção era o de funcionar enquanto espaço de prática regular no qual praticantes do Modo Operativo AND pudessem dar continuidade ao encontro com esta ferramenta, voltar a reunir-se e, assim, desdobrar em conjunto as questões ético-políticas emergentes do manuseamento, distributivo e atento, entre os afetos pessoais e a participação consequente no entorno comum. Era, assim, um programa voltado sobretudo para acolher uma comunidade de pessoas praticantes - pessoas que, apos terem entrado em contacto com o MO_AND nos workshops, labs e escolas, quisessem prosseguir com a sua prática. A Pensacção recebia, ainda, constantemente, curioses a chegar pela primeira vez ao AND Lab, motivo pelo qual muitas vezes também se faziam introduções curtas no âmbito das sessões. O programa anual de Escolas de Verão AND é o outro - e o mais marcante - ancestral da Escola do Reparar. Este programa surgiu em 2015 , com a realização de uma 'edição zero' em Lisboa, organizada por Fernanda Eugenio e tendo como interlocuções convidadas Ana Dinger, Francisco Gaspar Neto e Soraya Jorge. A esta primeira incursão se seguiram, entre 2016 e 2019, quatro edições regulares, sempre a cada mês de julho, com o acolhimento do Polo Cultural das Gaivotas, e convocando, a cada vez, diferentes colaborações para andar junto com o MO_AND. Com a duração de duas semanas intensivas, com atividades de manhã e à tarde, a Escola se instalava enquanto zona temporária de atenção e de investigação experiencial e coletiva, à volta de uma questão transversal, diferente a cada ano. Por este espaço-tempo imersivo, passaram centenas de pessoas participantes, em grupos que cresciam a cada ano e foram, lentamente, indicando que a escola precisava de se alastrar e recobrir todo o ano - as duas semanas de verão eram mesmo muito apertadas para tanta matéria e afeto. Tendo o MO_AND como fio condutor e contando com a mediação continuada de Fernanda Eugenio, cada edição convocava à pesquisa da improvisação-criação coletiva e da (com)posição-com (d)o comum, em conversa com outras ferramentas e práticas. Uma equipa de apoio recorrente formou-se a contar com Ana Dinger, Iacã Macerata e Sílvia Pinto Coelho, à qual juntaram-se, nas diferentes edições, também as presenças recorrentes de Francisco Gaspar Neto, Gustavo Ciríaco e Soraya Jorge, além de outras colaborações pontuais. Através da experimentação duracional com o próprio e o alheio, e de exercícios de reciprocidade entre o cuidado de si e o cuidado do entorno, as Escolas de Verão AND procuravam gerar atenção sobre os processos consequentes através dos quais aquilo que fazemos (e, sobretudo, como o fazemos) nos faz em retorno: gestos, palavras, hábitos, perspectivas, posturas, modulações. Os encontros destinavam-se a toda a gente interessada na re-materialização de saberes cristalizados em saberes inventivos e situados; na pesquisa de políticas da convivência e numa ética suficiente para o aprender-fazendo, a partir do lugar-qualquer. A afluência regular de participantes vindes do Brasil foi firmando, a cada ano, uma ponte afetiva muito viva e potente com diferentes cidades do país, que coincidiu com a emergência, ao longo daqueles anos, dos núcleos locais do AND Lab em Curitiba, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Foi assim que, a partir de 2018 , emergiu o terceiro ancestral marcante da Escola do Reparar: o programa itinerante Laboratórios de Verão AND Brasil. Desenhado como versão compacta das Escolas de Verão AND de Lisboa, os labs tinham a duração de uma semana intensiva, sempre iniciando com uma introdução ao MO_AND e seguindo com a exploração de uma questão única em cada cidade pela qual passava. Esse programa procurava reinventar, com colaboradores locais e através de várias parcerias, em diferentes cidades do Brasil, as condições para a instalação de uma zona temporária de atenção e pesquisa aberta a todas as pessoas interessadas na experimentação com ferramentas ético-estéticas para o viver-juntes. Entre 2018 e 2020, foram realizadas três edições do programa, cada uma com duas ou três cidades, totalizando sete labs. ESCOLA DE VERÃO AND | Edições realizadas: 2019 | edição #4 : reparar (n)o Irreparável: exercícios de atenção distributiva, escuta metalógica e amor disseminado com Fernanda Eugenio e investigadores/artistas convidades: Ana Dinger, Dani d’Emilia e Sílvia Pinto Coelho + mini-lab experimental The Insider, com Cristina Maldonado e Fernanda Eugenio. 2018 | edição #3 : ANDbodiment: modos da pré-paração ante o Irreparável com Fernanda Eugenio e investigadores/artistas convidades: Ana Dinger, Flora Mariah, Guto Macedo, Milene Duenha, Sílvia Pinto Coelho, Soraya Jorge + interlocução de Eduardo Passos, Iacã Macerata, Mariana Ferreira e Ruan Rocha. 2017 I edição #2 : os modos do cuidado: cartografar, performar, curar com Fernanda Eugenio e investigadores/artistas convidades: Ana Dinger, Francisco Gaspar Neto, Gustavo Ciríaco, Iacã Macerata, Sílvia Pinto Coelho + prática de relaxamento final com Anna Marocco. 2016 | edição #1 : entre-modos de fazer: práticas de criar corpo e mundo, ferramentas ético-estéticas, procedimentos para a improvisação colaborativa & políticas da convivência com Fernanda Eugenio e investigadores/artistas convidades: Ana Dinger, Ana Mira, Francisco Gaspar Neto, Gustavo Ciríaco, Mariana Ferreira, Sílvia Pinto Coelho, Soraya Jorge. 2015 | edição #0 : isso e isto: os afectos e as suas manifestações com Fernanda Eugenio e investigadores/artistas convidades: Ana Dinger, Francisco Gaspar Neto e Soraya Jorge. LABS DE VERÃO AND BRASIL | Edições realizadas: Edição #3 | Rio de Janeiro e São Paulo, 2020: Rio de Janeiro – 01 a 07 de fevereiro de 2020 | No Irreparável, agora: táticas para corporificar franqueza e sentir firmeza , com Fernanda Eugenio, em interlocução com Guto Macedo, Iacã Macerata, Letícia Barbosa e Mariana Pimentel. Parcerias: Coletivo Corposições, Espaço Mova. São Paulo – 14 a 21 de fevereiro de 2020 | In-tensionar, inter-ferir: táticas de des-ilusão e des-cisão ante o Irreparável , com Fernanda Eugenio, em interlocução com Naiá Delion, Patrícia Bergantin e Julia Salem. Parcerias: Casa Líquida. Curitiba - 14 a 23 de março de 2020 | (Alter)ações: outrar, (re)inventar, mundificar, ofertar, com Fernanda Eugenio em interlocução com Milene Duenha, Francisco Gaspar Neto e Teatro Secalhar. Parcerias: Ap da 13, Casa Hoffmann, Encosta Residência [cancelado pela pandemia de covid-19] Edição #2 | Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo, 2019: Rio de Janeiro – 26 de Janeiro a 01 de fevereiro de 2019 | Corpo de Escuta, Corpo de Luta: táticas de (auto)cuidado e comunalidade , com Fernanda Eugenio, em interlocução com Guto Macedo, Iacã Macerata, Letícia Barbosa e Mariana Pimentel. Parcerias: Coletivo Corposições, Casa-Consultório. Curitiba – 16 a 22 de março de 2019 | Outros (ar)rumos: táticas de multiplicação para corpos e territórios , com Fernanda Eugenio, em interlocução com Ana Dinger, Francisco Gaspar Neto e Milene Duenha. Parceria: Casa Quatro Ventos. São Paulo – 25 a 30 de março de 2019 | (Des)aparecer, Comparecer, Permanecer: táticas para tomar coragem , com Fernanda Eugenio, em interlocução com Ana Dinger, Naiá Delion e Patrícia Bergantin. Produção: Rafael Petri. Parceria: Espaço Leviatã. Edição #1 | Rio de Janeiro e São Paulo, 2018: Rio de Janeiro – 20 a 26 de Janeiro de 2018 | Praticar o Cuidado e Performar o Comum. Um encontro entre o Modo Operativo AND e as Práticas de Cuidado , com Fernanda Eugenio, em interlocução com Ana Dinger, Guto Macedo, Iacã Macerata, Letícia Barbosa, Mariana Borges, Mariana Pimentel e equipa do Espaço Mova. Parceria: Coletivo Corposições e Espaço Mova São Paulo – 29 de Janeiro a 4 de Fevereiro de 2018 | Tomar Corpo, Acontecer. Práticas Ético-Estéticas e Práticas Somáticas. Um encontro entre o Modo Operativo AND e o Movimento Autêntico , com Fernanda Eugenio e Soraya Jorge, em colaboração com Ana Dinger, Carolina de Nadai e Naiá Delion. Parceria: Condomínio Cultural QUANDO-ONDE? Edição atual da Escola + Histórico de Edições anteriores Edições Anuais anteriores da Escola do Reparar [clicar sobre os "flyers" para ver a página da edição e a sua programação de atividades] páginas do programa do mo_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum ANTERIOR PRÓXIMA

  • Praticas-AND-Collective

    Programas Colaborativos | AND Lab Next COMO? (Fazer Comum) ANTERIOR PRÓXIMA páginas do programa do mo_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum Práticas do Coletivo AND Foto: Amanda Morais Fernanda Eugenio & Coletivo AND Estas práticas podem integrar eventualmente a Programação do nosso Espaço, e algumas estão também abertas no nosso Calendário para pedidos de agendamento de sessões experimentais online. PRÁTICAS DE CUIDADO Fernanda Eugenio, Iacã Macerata, Ruan Rocha & colaborações de Mariana Ferreira As Práticas de Cuidado consistem na investigação vivencial das aplicações do MO_AND na Clínica com a Subjetividade e, reciprocamente, na explicitação da dimensão de cuidado e do sentido clínico inerentes ao exercício do MO_AND. Desdobram-se a partir do interesse em investigar os efeitos de cuidado e de produção de subjetividade presentes nas práticas do MO AND, experimentando a potencial modulação da materialidade dos funcionamentos subjetivos, bem como performando uma abordagem sensível e situada da subjetividade enquanto corporeidade. Posicionando-se na injunção entre a etnografia, a arte, os estudos da subjetividade, a psicologia, a saúde coletiva e a clínica psicanalítica, o MO_AND constitui-se como recurso conceitual e metodológico para a produção do cuidado. A partir da reciprocidade entre MO_AND e práticas de cuidado, buscamos conceber, formular e propor dispositivos de operação e produção coletiva do cuidado. A possibilidade do uso clínico transversal das ferramentas do MO_AND forja uma noção de cuidado que faz desviar a noção de cura da sua habitual função de restabelecimento da ordem, ao ser capaz de (re)performar, a cada vez, a sintonização entre o si e o seu entorno, entre o próprio e o outro, entre o singular e o comum, entre o individual e o coletivo, entre o íntimo e o político. Além disso, desloca as práticas de cuidado da ação técnica do especialista - do saber formal anterior à relação, re-situando-as como ética implicada do e no comum, ou seja, como uma modulação das políticas de convivência. Tal noção de cuidado portanto engloba e inocula a cura como prática de curadoria, colocando em um mesmo plano de reciprocidade o contínuo e sempre situado manuseamento das formas coletivas do acontecimento e das forças infinitesimais do desejo. Trata-se de uma rede de agenciamentos que (se) faz (n)um espaço relacional ou território de relação, constituído por três planos mutuamente implicados: o entre-si, uma relação de si para si, em cada vivente envolvide; o entre-nós, uma relação entre nós, viventes envolvides; e o entre-muites, uma relação entre viventes e artefatos, paisagens, elementos inumanos. Tradicionalmente usadas para produzir sentido-significado, as práticas de cuidado são aqui re-generadas para produzir um sentido-direção de criação e de co-implicação, entre o cuidado de si e o cuidado do entorno geográfico, social e político. Na medida em que emergem como uma modulação do viver juntes, (re)performam de modo co-emergente o si e o entorno, concretizando-se enquanto política de reciprocidade na relação com o acontecimento: descentram a narrativa do sujeito que explica ou é explicado, permitindo uma transferência de protagonismo para o acontecimento. As Práticas de Cuidado, portanto, reposicionam o sujeito desde o plano do explicável para o plano do inexplicável, logo para o plano da implicação. No âmbito do AND Lab, as Práticas de Cuidado são pesquisadas de diversas formas, subdividindo-se entre práticas regulares e duracionais com membres e praticantes assídues do MO_AND, e aquelas pesquisadas com participantes de atividades e proposições do AND Lab ao longo do ano. Actualmente estão em curso em 6 zonas de atuação: 1. Inter-reparagem (entre membres do AND Cuidado) Reuniões-pesquisa entre membres do AND Cuidado que se dedicam a inventariar os efeitos analíticos e de reposicionamento subjetivo emergentes das práticas de cuidado com o MO_AND. Constitui-se numa rede alargada de suporte e testemunho, que cuida do cuidar, acompanha o acompanhar, assiste o assistir, frequentando afetos vividos longitudinalmente às atividades, oficinas, reuniões, cursos e workshops do AND Lab. Nesses encontros pesquisamos também a explicitação de um plano transversal, colocando em relevo as implicações e co-incidências entre o AND Cuidado e a constelação AND Lab, frequentando questões, possíveis formulações e proposições-intervenções in situ . 2. Inter-reparagem (com a Direção do AND_Lab) Trata-se de uma pesquisa-proposição-intervenção junto à Direção do AND Lab em cujos encontros exercitamos coletivamente o Reparar (n)as múltiplas modulações entre o AND Lab, seus membros e membras, e as atividades que desenvolvem, frequentando temas informantes da sustentabilidade, planejamentos e sensibilidades estratégicas, e cuidados reparadores. 3. Encontros do Coletivo AND Quinzenalmente pesquisamos os efeitos e intervenções de curadoria in situ no âmbito do Coletivo AND, acompanhando processos que envolvem os núcleos do AND Lab no Brasil e membres assídues do AND Lab. 4. Jogo-Escuta Individual O Jogo-escuta individual é uma prática de pesquisa e tem se constituído simultaneamente como dispositivo de cuidado que adota o Modo Operativo AND como modulador da escuta, a partir do desdobramento de uma experiência de jogo. É voltado para praticantes regulares ou esporádicos do MO_AND, desde que tenham tido contato prévio com a metodologia. O Jogo-escuta se inspira na metodologia da entrevista cartográfica de modo a co-produzir em ato uma experiência sensível com base numa vivência de jogo. Adota o Reparar (n)a vivência, explorando o Quê, Como, Quando-Onde do vivido. O Jogo-escuta consiste num jogo de posição-com a matéria subjetiva mobilizada em jogo. Pode ser iniciado a qualquer momento por qualquer praticante do MO_AND. 5. Jogo-Conversa O Jogo-Conversa se trata de um dispositivo de investigação vivencial que adota o Modo Operativo AND como modulador da Conversa, fazendo da mesma o plano de jogo. Resulta do desdobramento do plano do tabuleiro para o plano da conversa, sendo o seu limite não mais traçado fisicamente por uma fita, mas sentido pela tangibilidade da fala e da escuta. O Jogo-Conversa visa à pesquisa frequentada das diversas modulações do falar e do escutar, e como elas concorrem em ato na constituição da conversa como plano do viver juntes. No Jogo-Conversa, a fala se performa como tomada de posição, e o escutar, como Reparar, fazendo da conversa o plano do versar-com, o plano comum . Como prática de pesquisa, inscreve-se como dispositivo de cuidado em grupo e pode ser praticado junto das proposições do AND Lab, em cursos, oficinas, workshops e laboratórios. 6. Pesquisa interinstitucional com a Universidade Federal Fluminense – Rio de Ostras / Brasil Pesquisa realizada entre o AND-Lab e o Departamento de Psicologia do Instituto de Humanidades e Saúde da Universidade Federal Fluminense, intitulada “A dimensão de cuidado do MO_AND: contribuições para uma clínica de território”, onde se investiga a experiência da prática do MO_AND a partir da abordagem enativa de Francisco Varela. A pesquisa busca validar a prática de jogo do MO_AND como prática de transformação, produtora de cuidado e de formação para o cuidado, circunscrevendo a relação entre o Modo Operativo e a experiência subjetiva. A dimensão de cuidado do MO_AND - II Bienal Jogo e Educação 2020 MO_AND como Jogo de Competência Ética Práticas de Re-mediação Fernanda Eugenio, Manoela Rangel e Pat Bergantin Constituem-se enquanto campo de investigação sensível de vias de (re)conexão entre práticas artístico-somáticas, uma espiritualidade politizada e uma política espiritualizada. Enquanto gesto político de reconectar o que o pensamento dual inscreveu como separado, as Práticas de Re-mediação fazem-se práticas de en/incorporação da des-cisão , (a)firmando a ligação com outros campos e integrando os planos que o pensamento moderno cristalizou como 'natural' e 'sobrenatural'. Isto será o mesmo que lembrar sensivelmente que tudo que está fora está dentro, e vice-versa, num exercício de des-identificação radical e de transicionalidade do Eu. Partindo dos recursos e ferramentas que compõem os jogos com o corpo-território do Modo Operativo AND, em especial das práticas de (auto)etnografia sensorial, ANDbodiment e Jogos de Comparência, as artistas propuseram-se a acompanhar-se reciprocamente 'movendo forças', de modo a investigar mais de perto manifestações da ordem do etéreo que vinham se tornando frequentes sempre que tais jogos eram ativados em workshops e labs do MO_AND. Com o desejo de re-conhecer (conhecer de novo) o que (não) sabemos - este plano em que espiritualidade, natureza e ancestralidade formam um todo indiviso -, a pesquisa se ancorou na dupla valência da operação da re-mediação: re-mediar é voltar a juntar o que estava desligado e é, também, curar, dar jeito e/ou remédio . Esse duplo sentido comparece quando damos passagem a três desdobramentos contemporâneos ao acontecimento: o corpo que é atravessado (forma-imediata), o corpo que atravessa (força-afeto), e o corpo travessia (forma-força-canal). Em estado de travessia-atravessamento-atravessade, os eventuais pontos que pareciam estar desconectados podem se re-ligar e a cura da re-mediação, até então, tem se manifestado em também três modulações: a cura através do corte , a cura através do antídoto , e a cura através da dádiva . Propondo pesquisar, em nossos próprios corpos-territórios, o espectro das frequências vibracionais que nos atravessa e constitui, as Práticas de Re-mediação interrogam, através da vivência, a possibilidade de sintonizarmos com a multidimensionalidade co-participativa da Vida, de dar passagem à sua manifestação, e de estarmos lá para ela, com uma capacidade ativa de senti-la, honrá-la e reconhecê-la. As práticas são partilhadas, em sessões individuais ou coletivas, através da ativação de um circuito que vai das 'águas da terra' - o Lago, o Mar e o Rio - às 'águas do céu' - as Chuvas, convidando as pessoas participantes a experimentarem operar micro-gestos de re-mediação em seus próprios campos energéticos. Três meios percorrem os exercícios: os meios de liberação - localizando e desbloqueando chaves de acesso para construir o corpo de travessia; os meios de canalização - exercitando-se enquanto canal transpessoal e constituindo campo para a aparição da questão a ser curada; e os meios de serviço - desobstruindo curas possíveis e disponibilizando caminhos para gestos de reparação que, através da concretização no ínfimo, possam, quem sabe, aos poucos reverberar mais vastamente. Ancorar Flora Mariah Ancorar é uma prática de pesquisa do corpo focada em investigar mais especificamente a pelve, que vem sendo desenvolvida por Flora Mariah como um desdobramento do projeto RABA POWER, numa tentativa de organizar e aprofundar todo material levantado desde 2018. Nossas ancas carregam camadas e mais camadas de história, nossa e de nossos ancestrais que são passadas de geração em geração. É uma zona do corpo historicamente marginalizada, o que faz com que partilhemos encarnações de violências e silenciamentos. A aposta desta pesquisa é que, através de um trabalho focado na pelve, podemos acessar memórias, liberar tensões e traumas e nos reconectar com aquilo que nos dá suporte tanto mecânico, quanto emocional. Trabalhar nossa base e entender sua conexão estrutural com o corpo como um todo nos garante o suporte necessário para apoiar nossas escolhas, nossas direções e nossos desejos na vida. Mergulhar nesse mar e mover essas águas tão profundas é um movimento de resgate de si mesmo, mas não só, é também parte de um processo coletivo de cura e descolonização de nossas corpas. Um mergulho que exige coragem para tocar naquilo que dói, naquilo que nos foi escondido, ou silenciado, que não conhecemos e tememos, naquilo que não podemos controlar, e tampouco nomear. Mas é também com coragem que entendemos que no mesmo lugar onde encontramos nossa dor, encontramos também nossa força, pois é dentro da própria ferida que achamos a sabedoria para curá-la. Portanto, as práticas do ANCORAR são um convite a abrir novos espaços, ancorar potências e liberar tensões desnecessárias, resgatando o prazer em habitar nosso próprio corpo. Foto/Photo: Biel Basile Corpo Antena Pat Bergantin Corpo Antena é uma prática corporal que aborda o corpo enquanto um dispositivo de conexão, que tem a potência de captar, transmitir, transduzir, modular e sintonizar. Atuando no campo das micropercepções, aguça os sentidos para o que move (em) nosso corpo aqui-agora, reativando circuitos que antes pareciam bloqueados ou apagados. Descolar para deslocar. Frequentar frequências. Mover e ser movida com aquilo que está pedindo passagem, acolhendo a vibratilidade visível, invisível e imprevisível daquilo que nos move. Para ser canal, meio, mídia é preciso sintonizar a percepção de corpo-campo, reconhecendo que não existe atravessar sem ser atravessada e que essa travessia é um jogo de forças. A continuidade da prática encaminha para uma integração tanto de aspectos físicos, mentais e emocionais, quanto sociais, ancestrais e espirituais, e é indicada a qualquer pessoa que se interesse pela proposta, independente de sua experiência com dança. Foto/Photo: Amanda Morais Corpo Multidimensional Guto Macedo A proposta do Corpo Multidimensional é criar corpo no entrecruzamento do visível e do invisível, do dentro e do fora, do que toca e é tocado no soma (corpo de si), transpondo limites entre o perceptível e o imperceptível. Nessa abertura perceptiva, cada ume com suas próprias multi-imagens de corpo, tece devires, onde o tempo cruza o espaço, o passado ressoa no presente e novos esquemas somáticos emergem. Dança Microscopicopolítica Milene Duenha Partindo da premissa de que as transformações na dimensão coletiva se referem a uma lógica recíproca de transformações que se dão nos corpos que a compõe, essa prática de ativação microscópica se volta ao cultivo das potencialidades sensíveis do corpo. A partir reconhecimento de que não sabemos tudo o que pode um corpo e pela provocação de uma modulação da atenção às vibrações de existências microscópicas, busca-se o refinamento perceptivo para as emergências, como potência de vida, que se dão nas inter-ferências entre os corpos do ambiente. Essa prática é operada por uma ética das relações que envolve um redimensionamento da atenção para as velocidades e intensidades do menor e seus aspectos de ingovernabilidade. Foto/Photo: Amanda Morais Práticas de Ajuntamento Mariana Pimentel Práticas de Ajuntamento experimenta as poéticas do aglutinar-se. Ativa práticas de reciprocidade através da presença meditativa, de pequenas danças e do fluxo livre de movimento entre umes e outres. Reúne vivências que convocam o corpo coletivo e expressão de sua presença nos diversos espaços e camadas que compõem a corporalidade. Práticas de Sintonização e Inventário Naiá Delion As Práticas de Sintonização tomam como ponto de partida a relação entre corpo e gravidade e propõem dedicar tempo para o mapeamento dos apoios do corpo no chão, dos apoios no ar ou em outro corpo, em pausa ou em movimento. Trata-se de acessar tecidos ósseos, musculares, elásticos e pele para investigar a fractalidade e a multidirecionalidade do movimento, dispondo o corpo para relacionar-se com o imponderável. As Práticas do Inventário tomam como ponto de partida algo que foi vivido. O mapeamento dessa experiência vai se afinando de fora para dentro até poder novamente incluir a relação do corpo com o campo gravitacional. Através do convite a este inventário singularizado, a proposta é que se possa abrir espaço para uma apropriação das vivências que permita disponibilizá-las como ferramentas para a investigação de cada ume. Práticas de Tra[d]ição Manoela Rangel Trair - A que sabe suspender o que sei sobre como me movo que caminhos percorro quem penso que sou ato voluntário de abrir fenda no tempo - Eu me desterritorio me desconheço sou movimento que toma formas cambiantes nômades - o que me move talvez seja um falso enigma - interessa o estado continuado de não saber a respeito do que sei de mim acompanhando o que deste sistema a que chamo Eu vai sendo feito - trair me e criar nova tradição trair me é criar outra tradição o que me move enquanto Eu descanso circuitos do sistema nervoso da rede de fáscias ser movida não mover >> o que se move através de mim e comigo quando algo em mim / me move - diminui o volume do que conheço de eu-agente >> aumenta o volume de agentes-outras [múltiplos de/em mim?] diminui o volume do desejo-objeto aumenta o volume da disponibilidade-desejo e assim des canso. QUANDO-ONDE? Opções disponíveis e histórico deste Programa no Calendário de Eventos & Agendamentos VER A PROGRAMAÇÃO DO CALENDÁRIO Close VER AULAS E OCUPAÇÕES DO ESPAÇO AND LAB Close VER A BANCA DE ARTEFATOS PUBLICADOS Close Eventos atuais e/ou anteriores relacionados no Calendário [se houver atividades atuais, elas aparecerão primeiro; rolar a lista para ver o histórico de atividades realizadas] páginas do programa do mo_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum ANTERIOR PRÓXIMA

  • AND Haps

    Programas Colaborativos | AND Lab Next COMO? (Fazer Comum) ANTERIOR PRÓXIMA páginas do programa do mo_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum AND Hap's Fernanda Eugenio & Múltiplas Colaborações As mostras AND Hap constituem zonas temporárias de encontro que abrem periodicamente o Espaço AND Lab ao exterior, convidando o público como cúmplice e participante em situações singulares de partilha do que anda a decorrer por aqui nos planos da criação e da pesquisa. Os AND Hap's ativam-se diversas vezes por ano, abrigando, sob a forma do happening , diferentes tipos de acontecimentos, que vão de ensaios abertos e mostras de processo das residências acolhidas no Espaço a propostas tais como intervenções e performances, palestras e conferências, tertúlias e festas etc. Além disso, também acionamos a interface AND Hap para a partilha periódica dos nossos artefatos emergentes e para marcar os inícios e desfechos de cada temporada da nossa programação. Na parte final da página, poderá encontrar uma lista dos AND Hap's já ocorridos até o momento, com links para os seus respetivos eventos :) QUANDO-ONDE? Opções disponíveis e histórico deste Programa no Calendário de Eventos & Agendamentos VER A PROGRAMAÇÃO DO CALENDÁRIO Close VER AULAS E OCUPAÇÕES DO ESPAÇO AND LAB Close VER A BANCA DE ARTEFATOS PUBLICADOS Close Eventos atuais e/ou anteriores relacionados no Calendário [se houver atividades atuais, elas aparecerão primeiro; rolar a lista para ver o histórico de atividades realizadas] páginas do programa do mo_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum ANTERIOR PRÓXIMA

  • Gustavo Ciríaco | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Gustavo Ciríaco Colaboração em Investigações e Práticas Gustavo Ciríaco é um coreógrafo, bailarino e artista contextual baseado em Lisboa. Com formação em Ciências Políticas, Gustavo tem desenvolvido um conjunto multiforme de obras que transitam entre o teatro visual e a dança conceitual, passando por exposições vivas e trabalhos site-specific onde arquitetura, artes visuais e cênicas se encontram em performances marcadas pela partilha do sensível. Suas obras foram apresentadas em importantes festivais, galerias e instituições nacionais e internacionais como Crossing the Line/N.Iorque; Casa Encendida/Madri; Museu de Serralves/Porto; Mercat de Flors/Barcelona; Alkantara, Culturgest, TNDM II, ZDB, Museu Berardo/Lisboa; Ferme de Buisson, Paris Quartier d’Été/Paris; Tanz im August/Berlin; Al-Mammal Foundation/Jerusalém; Prague Theatre Festival/Praga; Vooruit/Ghent; Tokyo Wonder Site/Tóquio; Digital Art Center/Taipei; CENEART/Cidade do México; Panorama, Tempo Festival, CCBB/Rio de Janeiro; Arqueologías del Futuro/Buenos Aires; Bienal SESC de Dança, Itaú Cultural/São Paulo; Salón 44/Pereira; Walk&Talk/Ponta Delgada; London Festival, BAC, Laban Centre, Chelsea Theatre/Londres; NottDance/ Nottingham; Arnolfini/Bristol; Metropolis/Copenhague; NAVE/Santiago; FIDCU/Montevidéu; FADJR/Teerão;Danzalborde/Valparaíso; San Art Gallery/Ho Chi Minh, entre outros. Dentre as suas obras, destacam-se Aqui enquanto caminhamos/2006, Still – sob o estado das coisas/2007, Onde o horizonte se move/2012, Sala de Maravilhas/2012, Gentileza de um Gigante/2016, Viagem a uma planície enrugada/2017. Em 2018, Ciríaco estreou Cortado por todos os lados, Aberto por todos os cantos, no Teatro Nacional Dona Maria II, no marco do festival Alkantara, em Lisboa, e posteriormente no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, em Junho de 2019. Em 2019, estreia Entre Cães e Lobos, terceira parte de sua trilogia sobre a relação humana com a paisagem, estreada no Ilustração à Vista - 23 Milhas, seguindo em digressão no Uruguai, Brasil e em Portugal. Desde 2018, Ciríaco é artista-pesquisador de THIRD, na DAS Graduate School, Amsterdam University of the Arts, em Amsterdão. Desde 2009, Ciríaco tem colaborado com a artista e antropóloga Fernanda Eugênio realizando oficinas, laboratórios e criações que tomam a cidade e as práticas site-specific como seu foco de interesse. Suas práticas já xs levaram a diversas cidades, onde seguem com o seu laboratório de investigação em torno dos fenômenos particulares de cada contexto urbano, dentre elas Salvador (Plataforma Internacional de Dança), Lisboa (Atelier Re.Al/AND Lab/RuadasGaivotas6), Rio de Janeiro (Espaço SESC/Largo das Artes/Espaço Lia Rodrigues Completo da Maré), Fortaleza (Bienal de Par em Par), Saigon (Galeria Sàn Art) e mais recentemente em Nova Iorque (Hemispheric Institute for Performance and Politics) e Filipinas (Bellas Arts Project Manila). < Anterior Próxima >

  • Guilherme Mayer | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Guilherme Mayer Núcleo Brasília, Brasil Guilherme Mayer Santos é músico, sonoplasta, ator, bacharel em interpretação pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Atualmente é mestrando em Processos Composicionais para a Cena pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília, pesquisador-artista do Grupo Momentâneo de Teatro e Pesquisa - vinculado ao Grupo MOVER CNPq - e o grupo Vocalidades e Cena CNPq. Nesses espaços laboratoriais pesquisa, de maneira geral, as sonoridades como dispositivo de relação com o espaço, tempo e o outro. Integra o Núcleo AND Lab Brasília. < Anterior Próxima >

  • Diretrizes

    Sobre o AND Lab e o Modo Operativo AND | AND Lab Next QU Ê? (O AND Lab) Diretrizes do AND Lab As Diretrizes Território, Cuidado & Soma AND Território Esta diretriz é, ao mesmo tempo, o ancestral e o futuro do AND Lab. Foi pela pesquisa no/com o Território que aquilo que viria ser o Modo Operativo AND emergiu, ainda no Brasil e no início dos anos 2000, sob a nomenclatura de Etnografia enquanto Performance Situada, na dobra entre antropologia e dança. Nesta altura, a prática do Reparar se dava em "grande escala", sobretudo em territórios urbanos e numa relação de mergulho e encantamento com a rua e os espaços comuns. Transpondo a metodologia antropológica do trabalho de campo para um plano de criação de proposições situadas e de performação do encontro, era através do território - experimentado à escala humana, seja pela caminhada, seja pela permanência - que Fernanda Eugenio se propunha, então, a mapear questões do lugar, emergentes das relações entre geografia e arquitetura, macro e micropolíticas, hábitos e habitações, códigos e desvios, contiguidade e coexistência, conflitos e comunhões, visibilidade e invisibilidade. Enquanto estado sensível, o exercício do Reparar convoca, ainda hoje, tanto a modulação do movimento como a da pausa, sendo vivido enquanto exercício de deslocação simultaneamente subjetiva e espácio-temporal (enquanto abdicação da interpretação e da 'interpretose' em favor do percorrer e do descrever, de perto em perto) e, ao mesmo tempo, enquanto compromisso em permanecer, persistir, demorar-se no território investigado e fazer com ele - e para ele. A diretriz de entrada nas questões pela via do Território acompanha todas as modulações seguintes do Modo Operativo AND e se assenta na prerrogativa do acontecimento coletivo em detrimento da autoridade do sujeito e numa ética de extrair os critérios para cada escolha, gesto ou jogada da escuta situada - para o cuidado-curadoria do comum. Assume-se que o território é o próprio saber-sabor, o saber encarnado a inquirir - via reparagem - para ser possível tomar decisões que sejam, também e sempre, des-cisões. Des-cisão, um desfazer da cisão entre eu e outre, e entorno envolvente, permitindo a reconexão com a experiência sensível da inseparabilidade. Se a pesquisa com o Território, sobretudo em meio urbano, marcou o início do MO_AND, ela vem apontando, agora, também para o seu futuro. Nos mais recentes desdobramentos do Modo Operativo AND, cresce uma inclinação que nos leva, mais e mais, não somente para fora do estúdio, mas também para fora da cidade. O Território volta a comparecer, alargado em Terra, nas novas modulações dos jogos de cuidado-curadoria e das proposições rituais do/com o MO_AND, que se dedicam à vivência da inseparabilidade e acontecem em ambientes 'naturais', experimentado o contato e a fricção com uma biodiversidade mais-que-humana. Este movimento tem, pouco a pouco, carregado o AND Lab num 'devir LAND' - que se manifesta concretamente na emergência dos cursos LANDscape da Escola do Reparar, que acontecem em modo retiro, em localidades afastadas dos centros urbanos, e sinalizam uma tendência/desejo de assentamento futuro do próprio AND Lab fora da cidade. AND Cuidado O atravessamento do Cuidado se manifesta pervasivamente no AND Lab, enquanto ética, modo de fazer e de habitar e, ainda, enquanto dimensão inerente e efeito somático-político da frequentação da prática do próprio Modo Operativo AND. A enunciação do Cuidado como diretriz e modo de atuação direta do AND Lab, embora sempre estivesse estado lá, no próprio ato do Reparar, só foi delineada explicitamente a partir do encontro com a área da Psicologia Transdisciplinar - 'acidente' que levou à emergência de um campo de pesquisa de longa duração, hoje abrangido no projeto colaborativo duracional MO_AND + Clínica-Cuidado. As consequências que a prática do MO_AND traz ao plano da produção de cuidado e da subjetividade têm sido exploradas seja em pesquisas universitárias seja dentro do próprio AND Lab, com a criação e o desdobramento de práticas dirigidas especificamente para a formulação dos afetos experimentados em jogo e para o re-conhecimento das micro-transformações emergentes. A linha orientadora do cuidado enquanto pulso da presença no Modo Operativo AND assenta no compromisso com o exercício transversal da comparência co(m)passionada e da des-ilusão, através da desidentificação com normatividades pré-determinadas e da ativação de modulações politizadas, não-hierárquicas e disseminadas do amor. Aproxima-se, assim, o cuidar do curar, enquanto assume-se o curar não como restabelecimento da ordem ou de um estado previamente definido como bom ou saudável, mas enquanto gesto de curadoria: prática de re-membração, re-imaginação e re-invenção de si e do mundo. AND Soma A diretriz Soma, a abarcar a injunção entre o íntimo e o político, e entre a micropolítica de reciprocidade praticada no MO_AND e a espiritualidade, é aquela que mais recentemente foi reconhecida e se assentou em formulação no AND Lab. Mais uma vez, embora tenha 'sempre estado lá' - no foco dado à encarnação/presentação como via para a tomada de posição, bem como ao ISSO, o afeto inominável, enquanto motor do acontecimento -, este atravessamento vem sendo explicitamente endereçado através da multiplicação, nos últimos anos, das modulações do jogo AND que tomam o corpo-território enquanto 'tabuleiro' e permitem abordar as marcas do Irreparável em cada ume, interpelando de modo mais direto a matéria sensível que nos constitui e nos insepara. Esta diretriz assinala a transversalidade, na prática do MO_AND, de uma compreensão expandida do corpo e da corporeidade, tomados enquanto lugar privilegiado para trabalhar, por fractalização da percepção e por in/ex-corporação, a des-ilusão e a des-cisão, através da escuta da sensação enquanto se Repara e da constituição de um campo seguro para atravessar e re-membrar o Irreparável, exercitando o Reparar enquanto co-sentir com o aquém e o além de nós. Invocar a nomeação Soma é parte de uma orientação que aborda o corpo como agregado (des)dobrado. Soma é o corpo físico, é o 'cada corpo', mas é também multiplicidade, corpos. Abarca o físico e o energético, o trans e o infra-pessoal; o individual e o ancestral; o social, o cultural, o histórico, mas também o cosmológico e o infinitesimal. É, ainda, o reconhecimento da continuidade entre todos os corpos no corpo mais vasto, mais-que-humano, da Vida enquanto fundo comum que comporta todas as formas manifestas e por manifestar. A diretriz Soma sublinha, assim, a pesquisa de vias de reconexão com a experiência sensível da inseparabilidade enquanto objetivo transversal de toda a constelação de práticas do MO_AND, e enquanto gesto ao mesmo tempo político e espiritual. VER OS PROGRAMAS & ATIVIDADES DO AND Go VER OS PROGRAMAS & PRÁTICAS COLABORATIVAS Close

  • Campanha | Lançamento Caixa-Livro | and-lab

    Next QUANDO-ONDE? (Artefat os) Publicações A Caixa-Livro AND é um artefato-constelação, que, pela primeira vez, transporta para a publicação a dimensão de jogo performativo, a experimentação com a materialidade da(s) palavra(s) e a multiplicidade do Modo Operativo AND - metodologia ético-artístico-política para a investigação relacional dos processos de tomada de posição-com e das modulações emergentes do acontecer. A Caixa-Livro AND integra os livretos Palavras, Jogos, Articulações e Conversas, além de dois cartazes e seis cartelas, incluindo um glossário de ferramentas-conceito, as Posições ante o Irreparável; uma série de palavras-palestra; diagramas tais como o do Jogo das Perguntas, o da tripla modulação do Re-parar e do Irreparável; um conjunto atualizado e detalhado das proposições-jogo AND, dividido em Jogos de Zona de Interferência, de Zona de Transferência e de Cuidado-Curadoria; uma compilação de textos e artigos que exploram a trajetória desta filosofia habitada de modo cruzado e não-linear e uma reunião de conversas e depoimentos sobre os usos e aplicações do MO_AND. A Caixa-Livro AND foi escrita por Fernanda Eugenio e teve projeto gráfico de Cecília Costa e Tatiana Podlubny e concepção editorial de Ana Dinger, Fernanda Eugenio e Luiza Leite, tendo sido criada colaborativamente no âmbito da parceria entre o AND Lab e a editora de publicações de artista Fada Inflada, que habita o circuito editorial independente do Rio de Janeiro. Foi editada com o apoio da República Portuguesa - Cultura / Direção Geral das Artes. Caixa-Livro AND Primeira publicação em livro sobre o Modo Operativo AND escrita por Fernanda Eugenio e concebida, colaborativamente, no âmbito da parceria entre o AND Lab e a editora independente de publicações de artista Fada Inflada, do Rio de Janeiro, com o apoio da República Portuguesa - Cultura/Direção Geral das Artes. VER OPÇÕES | ENCOMENDAR Kits Promocionais Esta campanha de encomendas online surgiu em meio aos eventos de lançamento da Caixa-Livro, em 2019. Acabou por manter-se desde então e, agora, ao completar 3 anos, oferece um novo Kit promocional: VER OPÇÕES | ENCOMENDAR Caixa-Livro Livro avulso | Fernanda Eugenio & AND Lab | Ed. Fada Inflada 23 € | R$ 134 [+ 5 € | R$ 9 de entrega] Conteúdo: caixa de papel-cartão quatro livretos: PALAVRAS (ferramentas-conceito AND) + JOGOS (proposições-jogo AND) + ARTICULAÇÕES (reunião de textos e artigos) + CONVERSAS (reunião de conversas e depoimentos); dois cartazes: MODO OPERATIVO AND EM 10 POSIÇÕES + NUVEM VOCABULÁRIO AND seis cartelas com as ferramentas-conceito: RE-PARAR, SABOR, DES-CISÃO, POSIÇÃO-COM, INTER-FERIR, IRREPARÁVEL Dimensões e Peso da caixa: C 210mm X L 140mm X A 40mm | aprox. 500g Ficha técnica: Textos, diagramas, palavras-conceito e proposições-jogo AND: Fernanda Eugenio Concepção editorial: Ana Dinger, Fernanda Eugenio, Luiza Leite Projecto gráfico: Cecília Costa, Tatiana Podlubny Edição: Fada Inflada Realização: AND Lab Apoio: República Portuguesa - Cultura / Direcção Geral das Artes Kit Promocional Caixa-Livro + Coleção de Postais "Do Irreparável" 28 € | R$ 167 [+ 5 € | R$ 9 de entrega] Objetos-memória do projeto “Do Irreparável: o que pode uma ética de reparação?”, com curadoria de Fernanda Eugenio e Ana Dinger, os postais trazem posicionamentos ético-políticos ante a irreparabilidade do mundo, cada um sintetizado numa ferramenta-conceito AND. Conteúdo (caixa-livro avulsa + itens abaixo): 10 postais, de dimensões variadas, com as palavras: Comparência; Co(m)passionamento; Consistência; Des-cisão; Desfragmentação; Justeza; Manuseamento; Reciprocidade; Re-paração; Suficiência 1 envelope de apresentação Dimensões e Peso do envelope dos postais: C 230mm X L 160mm X A 1mm | aprox. 60g Ficha técnica dos postais: Ferramentas-conceito AND: Fernanda Eugenio Concepção editorial: Ana Dinger, Fernanda Eugenio Projecto gráfico: Ana Teresa Ascensão Edição: AND Lab Realização: AND Lab Apoio: República Portuguesa - Cultura / Direcção Geral das Artes NOVO! Kit Promocional Caixa-Livro + Websérie "Manual de Sobrevivência para Tempos Irreparáveis" 39 € | R$ 233 [+ 5 € | R$ 9 de entrega] Curso em formato websérie sobre ferramentas do Modo Operativo AND para "reparar (n)o irreparável." Conteúdo: Caixa-Livro avulsa (livro impresso) Websérie (digital em vídeo): acesso online com validade de 60 dias (canal restrito no site do AND Lab) | Episódios: 1-O Mundo (Ir)reparável; 2-O Jogo das Perguntas Quê-Como-Quando-Onde; 3-A Constelação de Jogos do MO_AND + INFO E TRAILER DA WEBSÉRIE Ficha técnica da websérie: Roteiro: Fernanda Eugenio, Pat Bergantin e Patrícia Araujo Direção, Fotografia e Edição: Patrícia Araujo Assist. Direção & Produção: Pat Bergantin Assist. Fotografia: Larissa Ramos Texto: Fernanda Eugenio Vozes: Fernanda Eugenio e Patrícia Araújo Gravações de 'off's': Biel Basile Trilha Sonora: Xavier Finalização: Aterro Filmes Parceria Institucional: Rep. Portuguesa - Cultura Acolhimento: FUNDACI Agradecimentos: Pés no Chão Realização: AND Lab Montar/Enviar Pedido em € Montar/Enviar Pedido em R$ (Brasil) PAGAMENTO: Online e seguro via Cartões/PayPal Offline via transferência/Pix do Brasil (dados no email de confirmação) PRAZOS DE ENTREGA: Portugal Continental e Ilhas: 3 a 5 dias úteis Brasil: 2 a 7 dias úteis Europa (exceto Portugal): até 10 dias úteis Demais países: até 20 dias úteis ENCOMENDAR

  • Liliana Coutinho | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Liliana Coutinho Colaboração através do Programa Fazer Comum Liliana Coutinho é instrutora de Chi Kung terapêutico pela ESMTC – Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa e membra da APCKTT – Associação Profissional de Chi Kung e Tai Chi Terapêuticos. Pratica desde 2005, tendo iniciado a sua prática no método do Dr. Yayama e na Escola Tokitsu Ryu, juntamente com a prática de Tai Chi e a disciplina marcial de Jisei Budô. É 1º Dan do Método de Chi Kung do Dr. Yayama e 2º Dan de Jisei Budô. Programadora cultural e investigadora. FAZER COMUM é um programa de habitação do Espaço AND Lab, que tem como principal objetivo contribuir para a dinamização do tecido artístico e cultural de Lisboa, proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas inseridas no âmbito de trabalho AND Lab - Arte, Política, Comunidade. São acolhidas práticas de (auto)cuidado e de expressão-criação extensivas, como aulas/sessões regulares, workshops pontuais e residências artísticas. Há também espaço para propostas de eventos tais como grupos de estudo, lançamentos de livros, conferências e palestras, reuniões e encontros, exposições e apresentações informais, entre outros. < Anterior Próxima >

  • Luís Filipe Fernandes | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Luís Filipe Fernandes Coordenação de Produção e do Programa Fazer Comum (Funchal, 1988) Arquitecto e mediador cultural. O seu trabalho debruça-se sobre a relação entre pessoas e território. Desenvolve também trabalho na área editorial e de investigação sobre território e arquitectura. Colabora, de forma contínua desde 2016, nas áreas da produção e educação com a Trienal de Arquitectura de Lisboa. De 2017 a 2021 trabalhou com a Editora de Arquitetura A+A Books onde desenvolveu funções enquanto produtor e coordenador editorial de publicações. Fundou, em 2017 o atelier experimental A-M-A, tendo participado, nesse âmbito, nas Bienais de Arquitetura de Tbilisi (Georgia, 2018) e São Paulo (Brasil, 2019). Em 2020 fundou, com outros ateliers, a plataforma Architects Declare Portugal - uma declaração/compromisso dedicada à promoção de práticas eco-conscientes em arquitectura, e em 2022 foi comissário do seminário "2051 Odisseia dos Espaços . (eco)ficções do ambiente construído", promovido pela Ordem dos Arquitectos. Foi coordenador da publicação resultante do seminário, editada em 2023. Entre 2002 e 2023 foi responsável pela comunicação do atelier de arquitectura Carrilho da Graça Arquitectos. Foi Bolseiro do Programa Cidade e Património promovido pela Fundação da Juventude com a Investigação "Linha Guia e Espaço Comum". Desde 2019, enquanto mediador e gestor cultural e de serviço educativo, tem desenvolvido vários projectos a título individual e com entidades como a Talkie-Walkie ou CCB Garagem Sul. Destacam-se projectos de conhecimento de território para o Festival Walk&Talk - programa de Excursões da 10ª edição "Será por onde formos", o ciclo de 19 Visitas Performativas "Re-Existir" para Comunidade Intermunicipal de Coimbra, ou o Programa "Olhar por Dentro" para o 23 Milhas, Ílhavo; e projectos educativos para instituições como Braga Media Arts, Plano Nacional das Artes e CCB Garagem Sul. Paralelamente à sua actividade no AND Lab desenvolve projectos enquanto freelancer, um pouco por todas áreas acima mencionadas. < Anterior Próxima >

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