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- Guto Macedo | Equipa & Colaboradores AND Lab
Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Guto Macedo Núcleo Rio de Janeiro, Brasil Participante do Coletivo AND Guto Macedo foi pioneiro no Ensino do Contato Improvisação no Brasil. Atua também como Professor de Dança Contemporânea e Moderna, Movimento Autêntico, Coreógrafo, Ator-bailarino, Músico, Cantor, Educador Somático e de Percepção Musical, Pesquisador do Movimento e Facilitador da Lei do Tempo. Pesquisador teórico-prático independente, membro participante e co-fundador dos coletivos CIMA e Corposições. Integra o Núcleo And Lab Rio e o AND Collective e colabora na Escola do Reparar. Formado em direção teatral (UFRJ/2006), Pós-Graduado em Neurociências (UFRJ/2016) e Facilitador da Lei do Tempo (Instituto Lei do Tempo/2017). Foi dançarino profissional integrante de diferentes grupos no Rio de Janeiro e em Nova Iorque. Desde 2003 pratica o Movimento Autêntico (MA) com a Introdutora do MA no Brasil, Soraya Jorge. Com ela criou o CIMA (Centro Internacional do Movimento Autêntico) e desenvolveu a pesquisa Afecção Entre o Movimento Autêntico e o Contato Improvisação. Seu trabalho circulou por diferentes países na América do Sul (Brasil, Argentina, Uruguai), na Europa (Portugal, Espanha, Áustria, Alemanha, Rússia e Grécia) e EUA (NY), tendo participado de diversos festivais e encontros internacionais. < Anterior Próxima >
- Series-Proposicoes-Performativas
Programas de Artefatos | AND Lab Next COMO? (Artefatos ) ANTERIOR PRÓXIMA páginas do programa do mo_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum Séries de Proposições Performativas Fernanda Eugenio, Coletivo AND & múltiplas colaborações Desde 2006 (anterior à emergência do AND Lab) Das mais recentes às mais antigas, role para baixo para ver as Séries de Proposições Performativas desenvolvidas até o momento pelo AND Lab. Série Dez posições ante o Irreparável Cinco performers, dez ações performativas e a proposição de atravessarmos juntes o momento mundialmente crítico de incerteza e suspensão instaurado pela pandemia de covid-19, ativando o sentipensar dos modos de viver juntes propostos pela ética de reparagem e reparação do MO_AND. "Dez posições ante o Irreparável" é uma série online de performances-para-a-câmera, que conjuga as linguagens da performance ao vivo e do vídeo, concebida por Fernanda Eugenio em colaboração com es integrantes do Coletivo AND Pat Bergantin, Mariana Pimentel, Milene Duenha e Guto Macedo, a partir das palavras que compõem as Dez Posições ante o Irreparável, de Fernanda Eugenio. (An)coragem, co(m)passionamento, consistência, comparência, firmeza,franqueza, suficiência, justeza, des-ilusão, des-cisão são as ferramentas-conceito traduzidas em gesto, articulando o dizer e o mover, num encontro entre corpos de pessoas, de palavras e de laranjas. O programa performativo que orienta a série consiste na enunciação do conceito de cada palavra acompanhada de uma ação que a encarna, no encontro-confronto entre as peles humanas e as da fruta. Enquanto cada 'verbete' revive numa leitura em alta voz, por Fernanda Eugenio, o seu corpo-fala se desmembra e remembra, através de composições efêmeras que emergem a partir da montagem, no vídeo, com partes de outros corpos em ação: corpos-gestos que materializam em ato as operações (po)ético-políticas postas em jogo pelos conceitos. Assim, a tela/ecrã se faz plano comum, no qual a força que cada palavra-posição porta não cessa de circular - e de se "descomportar" - numa corporificação multiplicada e movente. Criados numa colaboração à distância, durante a primeira onda da pandemia de covid-19, com cada integrante do grupo a trabalhar a partir da sua casa, os vídeos ativam recursos simples e que já estavam à mão na situação de isolamento: câmeras de telefone e elementos presentes no ambiente doméstico. Dentre eles, como forma de plasmar um plano comum, o grupo acabou por eleger laranjas enquanto materialidade agregadora partilhável - por estarem disponíveis em todas as cozinhas e carregarem, enquanto corpo vivo com carne-recheio e casca-couraça, operações sensíveis caras à pesquisa manuseada e sentida do Irreparável. Os episódios da série de videoperformances dedicam-se, cada um, à leitura encarnada de uma das dez palavras-posições, e tanto podem ser assistidos autonomamente quanto formam, no seu conjunto, um percurso-jogo que vai da primeira à décima palavra, numa jornada de constituição de corpo para "reparar (n)o Irreparável". A série foi contemplada pelo prêmio Arte como Respiro 2020 , do Itaú Cultural e estreou em julho do mesmo ano, no âmbito dos Estudos Indóceis da edição piloto da Escola do Reparar , abrindo um espaço coletivo de desdobramento da experiência e de reflexão crítica à volta da (ir)reparabilidade do mundo tal como o conhecemos - uma problemática que tem norteado o trabalho do MO_AND, e que se agudiza no contexto pandêmico. Ações PsicosSOMAgicas Consiste num conjunto de programas performativos para operar no sensível através de uma formulação mágico-ritual que ativa operações de dis-solução: (des)integração, trans-formação, (trans)bordamento, com-temporaneidade e (re)pouso. Procurando abordar o Soma enquanto agregado aquém-além do corpo físico, envolvendo dimensões mais-que-humanas trans e infra-pessoais - individuais e ancestrais, sociais e culturais, históricas e cosmológicas - as Ações propõem vivências duracionais e intensivas, quase-jornadas, que miram a matéria íntima-pessoal (sob a forma do desconforto e da inquietação e/ou de emoções desafiadoras como o medo, a raiva, a vergonha e a culpa) para atravessá-la e transmutá-la num plano simbólico-performativo. As Ações, criadas por Fernanda Eugenio e Dani d'Emilia no âmbito da sua pesquisa colaborativa Práticas de Dis-solução , emergiram ao longo da edição 2020 do programa stANDing da Escola do Reparar , com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, quando as Práticas de Dis-solução entraram em conversa com as Dez Posições ante o Irreparável, de Fernanda Eugenio, que funcionaram como tema para as atividades daquele ano. Esta série foi sintetizada em cinco vídeos inéditos , com edição de Pedro Henrique Risse, cada um deles dedicado à colisão entre duas das palavras-posições/ferramentas-conceito de Fernanda Eugenio: (an)coragem & co(m)passionamento, consistência & comparência, firmeza & franqueza, suficiência & justeza, des-ilusão & des-cisão. Série Metálogos Nesta série, iniciada em 2015, Fernanda Eugenio e Ana Dinger colecionam conversas-performance situadas, experimentando com o público diferentes gradações da participação. Como uma conversa usual, os metálogos são irrepetíveis e ingovernáveis. Comportam o risco do encontro porque os seus percursos, meios e tons emergem no próprio fazer. Diferentemente de uma conversa usual, os metálogos recuperam uma operação avançada por Gregory Bateson: o compromisso de tentar que o modo de conversar materialize aquilo que está a ser conversado. No metálogo, procura fazer-se com conceitos ou, se possível, fazer os próprios conceitos, performando modos intensivos de pensar em relação. O esforço é o de presentação e não de representação, no sentido de superar, através do uso, tensões como estrutura/matéria e forma/conteúdo. A questão-problema, a ser manuseada, a cada edição, tem sido extraída do tema oferecido por um evento anfitrião. São sobretudo as condições do encontro que se preparam e esse trabalho preparatório (já, muitas vezes, também, metalógico) consiste no mapeamento das vizinhanças do problema e na proposição de ferramentas, materiais, formatos ou interfaces. O metálogo habita diferentes territórios, a cada vez resultando num objeto singular. O programa recorre sem remontar, outro modo de dizer que se repete o procedimento, diferindo a sua materialização. Constroem-se objetos tão distintos como uma batalha de slides, um artigo escrito ao vivo, uma palestra sem fala, um jogo de baralho ou um mecanismo-convite à realização de um conjunto de tarefas numa praça. Ensaiando um modo operativo perspectivista, o metálogo percorre a paisagem do problema através de uma tática da dádiva: o problema ganha corpo através do receber e retribuir de cada tomada de posição recíproca. Insiste-se no metálogo até que a questão inaugural se reformule, por desdobramento, numa outra ou mais questões. Os metálogos são criados, a princípio, segundo uma lógica usualmente atribuída ao happening : para serem apresentados uma única vez, na/para a situação que os dispara e acolhe originariamente. A materialidade emergente de alguns dos metálogos tem, entretanto, levado a que se explore a possibilidade do re-enactment e/ou da autonomização do artefato resultante de uma edição, quando esta revela um desdobramento em potencial e pede por uma continuação da direção encontrada. Edições já realizadas Metálogo #1 - os modos da situação ( Performance, Art and Politics , Atenas, Setembro de 2015); Metálogo #2 - o artista etnográfo & o etnográfo artista ( Mind the Gap , Universidade Católica, Lisboa, Novembro de 2015); Metálogo #3 - os modos da superfície ( À procura da superfície, ESE, Porto, Abril de 2016); Metálogo #4 - histórias & geografias da performance ( Performance Art em Portugal , CCB Museu Berardo, Lisboa, Julho de 2016) Metálogo #5 - os modos do público ( Festival Amostra Urbana, Curitiba, Novembro de 2017) Metálogo #6 - o irreparável, entre o passado e o futuro ( Exposições-Ocupação AND ; Mira Artes Performativas, Porto, e Rua das Gaivotas 6, Lisboa, Dezembro de 2019) Metálogo #7 - a cicatriz ( Dez anos em Posição-Com , Penhasco, Lisboa, Outubro de 2021) Série AND How Iniciada em 2015 por Fernanda Eugenio e Francisco Gaspar Neto, é uma proposição-situação participativa que, através da instalação de uma ambiência temporária de convívio entre pessoas desconhecidas (o público), convida a uma investigação coletiva à volta de como operam as diferentes dimensões da vida, sintetizadas, a cada edição, numa só palavra-questão. A cada vez, a proposta acontece num entre-2 (Fernanda Eugenio ou Francisco Gaspar convidam ou são convidades por alguém) e é ativada enquanto plano de encontro através da extensão do convite a um entre-muites – pessoas que partilhem da mesma inquietação e queiram juntar-se e contribuir com matérias e perguntas. Cada edição do AND How é instalada numa ambiência diferente, partindo de uma coleção de materiais iniciais (sob a curadoria das pessoas proponentes de cada edição) que conformam um território-pergunta. É a habitação coletiva temporária deste território-pergunta que descobrirá-inventará os modos de voltar a arrumar estas matérias, encontrando o próximo rumo. Edições já realizadas: AND HOW #1 os modos da conversa , situada num jantar entre desconhecides | com Fernanda Eugenio e o artista e colaborador do AND Lab Francisco Gaspar Neto (Lisboa, 2015) AND HOW #2 os modos da solidão , situada num final de semana de auto-etnografia da intimidade, mediado por um conjunto de tarefas e gravações em áudio | com Fernanda Eugenio e o artista e colaborador do AND Lab Francisco Gaspar Neto (Lisboa, 2015) AND HOW #3 os modos da pausa , situada na vivência de uma cerimônia do chá japonesa | com Fernanda Eugenio e a artista nipo-brasileira Erika Kobayashi (Lisboa, 2015) AND HOW #4 os modos da palavra , situada no uso e experimentação com o conjunto das ferramentas-conceito AND e de jogos poéticos | com Fernanda Eugenio e a poeta Gab Marcondes (Lisboa, 2015) AND HOW #5 os modos da sintonia , situada no uso e experimentação dos procedimentos da artista visual Lygia Clark | com Fernanda Eugenio e a psicóloga Catarina Resende (Lisboa, 2016) AND HOW #6 os modos da frequência , com Francisco Gaspar Neto e a artista e colaboradora do AND Lab Milene Duenha, situada na relação com os diferentes tipos de pessoas frequentadoras de uma casa-ocupação (Curitiba, 2018) Série SECALHARIDADE Secalharidade foi, originalmente, uma conferência-performance criada em colaboração por Fernanda Eugenio e João Fiadeiro, com produção da RE.AL e co-produção da Culturgest e do Festival Alkantara, estreada em 2012. A matéria central gerada da peça era uma faixa-manifesto de 2 metros de cumprimento, escrita ao vivo por Fernanda enquanto João fazia girar lentamente o papel em torno de um poste pertencente à arquitetura do Pequeno Auditório da Culturgest. O poste, geralmente evitado ou camuflado nas obras lá montadas, neste caso foi tornado num elemento-chave, em torno do qual a proposição emergiu. Nos dois anos subsequentes, a faixa-manifesto se autonomizou do seu contexto inicial e tornou-se, primeiramente, numa serigrafia de edição limitada criada pela editora Ghost (2013) e, a seguir, em ações site-specific nas quais a faixa foi levada à rua, em duas ocasiões bastante distintas. A primeira delas foi a manifestação "Que se lixe a Troika, queremos as nossas vidas" (Lisboa, 2013), a maior manifestação contra as medidas de austeridade da Troika então vigentes em Portugal. A segunda deu-se durante o Serralves em Festa (Porto, 2014), evento de grande porte no qual as portas do museu ficam abertas por 48 horas e recebe a maior afluência de público do ano. No primeiro caso, a faixa camuflou-se em meio a outras faixas com escritos reivindicativos, ao mesmo tempo adequando-se ao contexto e destoando dele, pelo tom ligeiramente deslocado, filosófico-poético, dos dizeres. No segundo caso, ela inseriu-se de propósito como objeto estranho, deslocado, em meio a uma situação em que se esperavam ver obras de arte, expectativa que a faixa ao mesmo tempo confirmava e da qual destoava, com a sua materialidade precária e 'mal acabada'. Após muitos anos guardado, o objeto voltou a Serralves em 2021, no âmbito da exposição "Para uma timeline a haver - história da dança em Portugal', de Ana Bigotte Vieira e João dos Santos Martins. Texto original da folha de sala da peça Secalharidade, apresentada em junho de 2012 no pequeno auditório da Culturgest: Estamos aqui para tomar uma posição e para partilhá-la em com-posição, em “modo encontro”. É da matéria explicitada e re-situada deste comparecer recíproco que ambicionamos extrair uma via para resistir. Para re-existir. Uma via pela qual contornar o estado de refém em que a lógica da representação nos encerra. Uma maneira de traí-la, apenas o suficiente para devolver o encontro ao plano do uso. Não para negá-la, nem para afirmá-la – já que as máquinas do Não e do Sim só iriam reforçá-la, mas para fazer com ela. Para retroceder ao invés de avançar, estancando a cinética moderna do saber, proliferada e agravada, hoje mais do que nunca, no vício colecionista do “isso é isto” e no loop pós-moderno do “isso é isto ou isto, ou ainda isto...” Entretenimento que nos imuniza num desperdício ad nauseum de respostas que, entretanto, se esquece de questionar a pergunta. Condição mínima: não faltar ao acontecimento e, sobretudo, chegar atempadamente. Desarmados de respostas prévias, disponíveis para flagrar no Óbvio a emergência de uma outra pergunta. Desativar a expectativa e todos os seus duplos – desejos de controle e manipulação – que, por norma, nos fazem chegar adiantados ao “saber” e atrasados ao “que sabe” o encontro. Ativar, no seu lugar, um estado de secalharidade, uma espera distraída de todos os parti pris, que se adensa à medida que nos empenhamos numa estimativa recíproca, numa abertura ao “acidente” do Outro. Ativar ainda, uma responsabilidade filigranar, ética do manuseamento atento, em vez da apatia, da não-comparência, de um fugir generalizado, da desistência desiludida. Estamos aqui, pois, a propor um entre-tenimento. Um “ter com”, um sustentar recíproco do não saber. Um “deixar-se estar” o tempo suficiente para que o próprio intervalo se efetue em “e”, em relação, em alteração mútua e em alargamento de mundo. Um entre-ter que cresce e se propaga como meio. Não como meio-termo, mas como meio-ambiente. A conferência-demonstração O Jogo das Perguntas Criada também neste período, em 2013, para funcionar como um instrumento de mediação, permitindo apresentar ao público o Modo Operativo AND em um formato expositivo. Fazendo uso combinado de elementos orais, performativos, audiovisuais e gráficos, a situação de partilha instaurada permitia tocar nas principais ferramentas e questões do projeto AND Lab em pouco menos de uma hora. Dentro da conferência, uma versão-maquete do poste presente na peça Secalharidade, bem como o re-enactment da escrita da faixa-manifesto, serviam de agregadores, em torno dos quais se estruturava a apresentação. A conferência-demonstração O Jogo das Perguntas foi apresentada diversas vezes ao longo do ano de 2013, em Portugal (Atelier RE.AL, Lisboa; Centro Cultural de Cascais, Cascais; Museu de Serralves, Porto), no Brasil (Festival Múltipla Dança, Florianópolis) e na Argentina (IUNA, Buenos Aires). Trecho da sinopse original: O jogo das perguntas começa quando somos apanhades pelo imprevisível. Começa, então, nem pelo início nem pelo fim, mas pelo meio: aquele lugar-situação em que o acidente irrompe e nos interrompe, dando-nos a oportunidade de encontrar um outro jogo, no qual as regras possam emergir do próprio jogar. A ativação deste outro modo operativo acontece na passagem do “saber o porquê” ao “saborear o quê”, permitindo que seja o próprio acontecimento a nos dizer a que sabe. Neste jogo, já não é a situação em redor que ocupa o lugar daquilo que se espera, mas nós própries é que entramos em “modo espera”. O primeiro e talvez o único gesto é mesmo este: parar. Ou, melhor dizendo, “re-parar”: voltar a parar para reparar.Logo que “re-paramos”, o meio ganha relevo: somos o que temos e o que nos têm, nesta implicação recíproca que nos torna, junto com o acidente, simultaneamente espaço, tempo, matéria e relação. Se pudermos sustentar este justo meio, se pudermos aguentar não saber, será a sustentabilidade do próprio encontro que terá então espaço para se (des)dobrar em convivência e plano comum. Série Palavras-Palestra Seria possível entrar em relação-traição com a linguagem, ao mesmo tempo fazendo com ela e fora dela, e fazendo desta operação um meio para desviar a sua vocação para a ordem ou o endosso? Seria possível fazer a palavra e palavrar o fazer, circunscrevendo sem nunca chegar a escrever? Nesta série Fernanda Eugenio explora, desde 2006, diferentes procedimentos de intervenção direta na materialidade das palavras – ou de re-materialização poética e escultórica da palavra – enquanto modos para a invenção conceitual e para a pesquisa da consistência entre o pensar e o fazer, o dizer e o praticar. Este trabalho de (pa)lavragem – lavrar da palavra – deseja-se incansável e talvez se relacione com o inconformismo de um qualquer cansaço que, às vezes, as palavras experimentam. Relaciona-se, certamente, com aceitar que é preciso fazer com o que se tem – mesmo que o que se tem sejam só palavras cansadas. Relaciona-se, também, com o alargamento do que pode ser a tradução, reivindicando um território de pesquisa para a tradução intra-língua, para além daquele entre-línguas que já lhe está assegurado. Ao longo de mais de dez anos, foram trabalhadas incontáveis palavras, que resultaram em objetos performativos apoiados nas mais diversas interfaces: poesia, carimbo e estêncil urbano; vídeo e fotografia; desenho; escultura com materiais improváveis como gelo, massa caseira, objetos de uso quotidiano, etc. Algumas das palavras exploradas foram: quase, erro, atenção, demora, coragem, distância, não, assim, logo, fora. Da Série Palavras-Palestra emergiram todos os jogos de palavras (por relações de tensão, por triangulação ou por transformação e neologismo) que compõem, atualmente, as ferramentas-conceito do Modo Operativo AND. Série Re-Programas Esta série reúne um conjunto de proposições sensíveis ao lugar, sob a forma de performances invisíveis e/ou duracionais, deambulações-coleções imagéticas e jogos-performance participativos, criações de Fernanda Eugenio, a partir dos procedimentos desenvolvidos na sua pesquisa de longa duração Etnografia como Performance Situada. Estes trabalhos, apesar da diversidade, têm em comum o afecto pela textura viva e mutante do agregado corpo-cidade-paisagem, um uso recorrente do relato (escrita e imagem fotográfica) como modo de arquivar a experiência e, sobretudo, o recurso a um mesmo protocolo de criação, composto pelos dispositivos da Reparagem e do Re-programa. Reúne-os um modo de criar cuja execução produz, ao mesmo tempo que dá a ver (com graus de visibilidade variados), uma obra-operação que, uma vez programada – ou seja, organizada como território para que algo se passe ou não se passe – permite trabalhar recursivamente com suas próprias consequências, numa série potencialmente ilimitada. A partir da instalação de uma zona comum de atenção num território da cidade, trabalha-se com diferentes cortes fractais de matéria urbana, seguindo o percurso: deambulação e paragem > descrição e maximização > circunscrição e menorização > proposição do programa > execução e recolha de consequências > re-proposicão do programa. Trata-se de um procedimento que desloca a sensibilidade e o fazer etnográficos para um plano de uso comum e coletivo, abordando-os como instrumentos para o jogo de com-posição relacional em escala cotidiana e para a performance ao vivo do encontro. QUANDO-ONDE? Opções disponíveis e histórico deste Programa no Calendário de Eventos & Agendamentos VER A PROGRAMAÇÃO DO CALENDÁRIO Close VISITAR A NOSSA 'BANCA DE ARTEFATOS' Go Eventos atuais e/ou anteriores relacionados no Calendário [se houver atividades atuais, elas aparecerão primeiro; rolar a lista para ver o histórico de atividades realizadas] páginas do programa do mo_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum ANTERIOR PRÓXIMA
- Mariana Ferreira | Equipa & Colaboradores AND Lab
Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Mariana Ferreira Colaboração em Investigações e Práticas Mariana Ferreira formou-se em Reabilitação Psicomotora pela Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa, fez estágio de observação psicomotora no ISPE-GAE (São Paulo); estudou no Texas e Califórnia BA Fine Art (dança e pintura). Ao longo dos anos interessou-se e formou-se em Dynamic Theatre e Deep Memory Process e frequentou aulas e grupos de dança com Silvana Pedrazzi (dança clássica indiana Odissi e dança oriental) e Marina Nabais (dança contemporânea); é praticante de Movimento Autêntico com Soraya Jorge. Hoje em dia, frequenta o ano final da especialização em Psicoterapia Psicanalítica Relacional (Psirelacional). Atuou como Psicomotricista no Instituto de Neuroeducação de Lisboa e, hoje, trabalha em clínica privada com crianças, adolescentes e adultos; leciona Desenvolvimento Psicomotor na Pós-graduação Neuroeducação do Instituto Português de Psicologia e Outras Ciências. Trabalhou com grupos terapêuticos de mulheres e crianças, orientou as oficinas Perdas (2012), As teias que as mulheres tecem (2009) e Pelo corpo é que vamos (2009). Ao longo do ano letivo 2015/16 desenvolveu com Fernanda Eugénio o projeto "O AND vai à Escola", com alunos do ensino básico vocacional, na Escola Básica de Azeitão. < Anterior Próxima >
- Documentario-10-anos-de-AND-Lab-Uma-Re-membracao
Programas de Artefatos | AND Lab Next COMO? (Artefatos ) ANTERIOR PRÓXIMA páginas do programa do mo_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum Documentário Dez anos do AND Lab: uma Re-membração Realização de Inês T. Alves Lançado em 2022 Dez anos do AND Lab: Uma Re-membração Documentário de Inês T. Alves [trailer] Estamos em 2021 e o AND Lab, estrutura artesanal de investigação artística a operar no cruzamento entre as artes, o pensamento crítico, as práticas encarnadas e as pedagogias somático-políticas indisciplinadas/indisciplinares, vai completar dez anos de existência em Portugal. Essa data marcante acontece mais ou menos junto com os quase vinte anos do Modo Operativo AND enquanto pesquisa continuada de Fernanda Eugenio acerca das políticas de com-posição relacional e do cuidado-curadoria íntimo e coletivo do comum. Nesse ano de re-membração - rememoração e remembramento - a estrutura vê-se às voltas com o desafio de retomar as atividades presenciais (após longa temporada em modo online devido à pandemia), ao mesmo tempo em que ensaia uma movida da cidade para o campo, numa relação mais direta com a terra. O documentário acompanha a realização de uma primeira edição do curso-retiro LANDscape no âmbito da Escola do Reparar, percorrendo os diferentes jogos e proposições que perfazem a constelação de práticas do Modo Operativo AND inventadas nos últimos dez anos. Intercalam-se depoimentos e testemunhos da rede de colaboradores do AND Lab, em Portugal e no Brasil. Realização, imagem, som direto e montagem Inês T. Alves Edição de som Artur Moura Tradução para inglês Ana Dinger Revisão da tradução José Roseira Depoimentos, Entrevistas, Falas Direção AND Lab Fernanda Eugenio (Lisboa) Coletivo AND Flora Mariah (Lisboa) Guto Macedo (Rio de Janeiro) Iacã Macerata (Rio de Janeiro) Manoela Rangel (São Paulo e Berlim) Mariana Pimentel (Rio de Janeiro) Milene Duenha (Curitiba) Naiá Delion (São Paulo) Pat Bergantin (São Paulo) Ruan Rocha (Lisboa) Colaborações Extensivas Ana Dinger (Lisboa) Mariana Ferreira (Lisboa) Silvia Pinto Coelho (Lisboa) Soraya Jorge (Rio de Janeiro) Outras colaborações Alina Duchrow (Brasília e Rabat) Bernardo Chatillon (Barril de Alva e Berlim) Carlos Oliveira (Lisboa) Erika Kobayashi (São Paulo) Liliana Coutinho (Lisboa) Imagens de arquivo And Intensive, Projeto AND Lab 2011, espaço alkantara, Lisboa, imagens e edição de Waléria Américo Secalharidade conferência-performance, Culturgest/Festival alkantara 2012, Lisboa, imagens e edição de Pedro Filipe Marques Escola de Verão AND Lisboa 2016, imagens e edição de Joana Maia Escola de Verão AND Lisboa 2017, imagens de Andrea Capella e Renato Japi, edição de Pedro Henrique Risse Escola de Verão AND Lisboa 2018, imagens e edição de Ana Luiza Braga Escola de Verão AND Lisboa 2019, imagens de Olivia Pedroso e Joana Maia, edição de Olivia Pedroso Lab de Verão AND Brasil Rio de Janeiro 2018, imagens e edição de Michel Schettert Lab de Verão AND Brasil Rio de Janeiro 2019, imagens e edição de Gabriela Jung Lab de Verão AND Brasil Rio de Janeiro 2020, imagens e edição de Gabriela Jung Lab de Verão AND Brasil São Paulo 2018, imagens e edição de Alexandre Lima Lab de Verão AND Brasil São Paulo 2019, imagens e edição de Iago Matti Lab de Verão AND Brasil São Paulo 2020, imagens de Pat Bergantin, Manoela Rangel, Dani d’Emilia e edição de Manuela Libman Lab de Verão AND Brasil Curitiba 2019, imagens de Ana Dinger e edição de Pedro Henrique Risse Filmado durante o curso-retiro LANDscape Portugal, parte da programação da "Escola do Reparar 2021 - Re-membrar: (Des)integração e Curadoria do Irreparável" Barril de Alva, agosto de 2021 Desenho, coordenação e orientação Fernanda Eugenio Equipa de apoio e facilitação Manoela Rangel, Ruan Rocha, Bernardo Chatillon, Flora Mariah Participam/Aparecem Alina Duchrow, Aleksandra Valieva, Ana Dinger, Camila Ganc, Daniel Pizamiglio, Erika Kobayashi, Guida Marques, Inês T. Alves, Léa Raulin Briot, Mafalda Jacinto, Mariana Ferreira, Mariella Mars, Sarah Amsler, Teresa Madeira Parceria institucional Fundo de Fomento Cultural / Garantir Cultura / República Portuguesa – Ministério da Cultura Acolhimento Trust Collective Uma iniciativa de AND Lab | Arte-Pensamento & Políticas da Convivência QUANDO-ONDE? Opções disponíveis e histórico deste Programa no Calendário de Eventos & Agendamentos VER A PROGRAMAÇÃO DO CALENDÁRIO Close VISITAR A NOSSA 'BANCA DE ARTEFATOS' Go Eventos atuais e/ou anteriores relacionados no Calendário [se houver atividades atuais, elas aparecerão primeiro; rolar a lista para ver o histórico de atividades realizadas] páginas do programa do mo_AND páginas da escola do reparar páginas do programa de artefatos páginas do programa fazer comum ANTERIOR PRÓXIMA
- Soraya Jorge | Equipa & Colaboradores AND Lab
Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Soraya Jorge Colaboração em Investigações e Práticas Soraya Jorge é membra e professora do “The Discipline of Authentic Movement Faculty” - Janet Adler, e é introdutora do Movimento Autêntico no Brasil e em Portugal. Criou e coordena, com Guto Macedo, o C.I.M.A. Centro Internacional do Movimento Autêntico, que atua em diversas cidades do Brasil, além de Lisboa, Berlim e Viena. Tem pesquisado como o Movimento Autêntico desenvolve uma encarnação de consciência (somafulness) e como a espiritualidade é incorporada de uma maneira política, ecológica e ética no processo de testemunhar a vida. Ao longo de uma trajetória de mais de 30 anos, desenvolveu um modo singular de praticar e transmitir o Movimento Autêntico: como Abordagem Relacional Somática, como Prática do Testemunho e como Terreiro Contemporâneo (Círculo Terroso Brasileiro-Africano) e Ecologia. É formada em Dança Contemporânea na Faculdade Angel Vianna, onde leciona há mais de 20 anos, tanto na escola como nas pós-graduações, e doutoranda em Dança pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa. Seu trabalho como pesquisadora do Movimento do Corpo Sensível (SOMA) é apresentado em congressos, palestras e workshops. Colabora com Fernanda Eugenio nas Práticas de Reparagem e Testemunho do AND Lab desde 2015. [https://www.movimentoautentico.com/] < Anterior Próxima >
- Angela Guerreiro | Equipa & Colaboradores AND Lab
Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Angela Guerreiro Colaboração através do Programa Fazer Comum Angela Guerreiro é afro-descendente, mãe, artista independente, coreógrafa, intérprete, mentora, curadora de festivais e conferências. Nasceu em Lisboa em 1965, viveu na Alemanha de 1994 a 2021 e reside actualmente em Portugal. Formou-se em dança clássica de acordo com o sistema da Royal Academy of Dance (1975-86), estudou na Escola Superior de Dança, em Lisboa (1986-89) e no Center of New Dance Development in Arnhem (1989-91). Tem o mestrado em Terapia da Dança e do Movimento (2015), formação em Moving Cycle, uma psicoterapia centrada no corpo (2015), Terapeuta de Relaxamento (Autogenes Training e Progressive Muscle Relaxation). Uma Dynamic Embodiment Practitioner (DEP), formada pelo programa Somatic Movement Therapy Training (DE-SMTT), em 2019. Iniciou BaBoMiDa - Baby BodyMind Dancing™, um ramo do programa BodyMind Dancing™, o sistema de dança somático desenvolvido por Martha Eddy. É uma Educadora Registada do Movimento Somático (RSME) - ISMETA. Em Portugal, fez carreira como intérprete da Companhia RE.Al de João Fiadeiro de 1991 a 1994. Na Alemanha, inicia a sua carreira como coreógrafa residente no Kampnagel Hamburg de 1995 a 2002, as suas criações fazem um circuito internacional de festivais de dança e teatro. De 2003 a 2005 produziu e dirigiu as suas criações 'Exposure', e 'Memory Play’, dois solos apresentados no espaço independente Hamburger Botschaft. De 2006 a 2008, dirigiu a Associação de Teatro e Dança de Hamburgo (Dachverband Freier Theaterschaffender Hamburg e.V.). Em 2005, inicia, dirige e produz o festival internacional‚ DanceKiosk-Hamburg‘, incluindo na sua programação os criadores portugueses Paulo Castro (2005), Vania Gala (2006), Rogério Nuno Costa (2007), Joana Manaças and Rita Omar (Dance Beyond Borders,2009), Teresa Ranieri (2010), Lander Patrick (2014), Henrique Antão (2015-16), Manuel Guerra (2016), e João Costa Espinho (2016). Produziu a 'Kiosk.Company', o projecto 'DanceKiosk. Goes Island’, a produção internacional 'Tracing Dance from Addis Ababa to Nairobi and Hamburg', o projecto internacional de educação da dança 'dance beyond borders' e o projecto sobre estratégias de sobrevivência do meio artístico da dança 'SURVIVING DANCE - Art - Economy - Politics'. Na revista DANÇA 2011 foi chamada uma das últimas activistas independentes da dança contemporânea . A TANZFONDS ERBE - Uma iniciativa da Fundação Cultural Federal Alemã apoiou o seu projecto 'The Live Legacy Project: Correspondences between German Contemporary Dance and the Judson Dance Theater Movement'. Em 2015, Angela Guerreiro participou no projecto 'The best. The worst. My everything!’. E o filme 'The Live Legacy Project - Film documentation', foi estreado no Tanzkongress Hannover 2016. De 2016-17, paralelamente ao seu trabalho artístico, trabalhou como terapeuta da dança e do movimento com crianças da Ucrânia, na Fundação Renate Szlovak. Em 2016, o festival ‚DanceKiosk-Hamburg_48 Hours Nomads’, foi criado nos espaços exteriores do Deichtorhallen Hamburg. Foi intérprete na produção ‚Faust‘ de Frank Castorf, na Volksbühne Berlin, em 2017. Mesmo ano em que recebeu o convite da DGArtes, para enquadrar a comissão de avaliação de dança de 2017. De 2019-20, trabalhou como coreógrafa e professora independente, em Munique. Lecionou workshops organizados pelo Instituto Pedagógico - Centro de Gestão Comunitária da Educação (Pädagogisches Institut-Zentrum für kommunales Bildungsmanagement) em colaboração com a escola Escola de integração vocacional (Berufsschule zur Berufsintegration). Deu aulas de movimento para crianças no Volkshochschule München. Em 2020, recebe apoio do departamento cultural de Munique para ‚WIR‘, uma documentação cinematográfica com adolescentes internacionais. E é-lhe atribuída uma bolsa de pesquisa para a investigação e criação da instalação 'Me and My White Skeleton’ sobre a presença de corpos negros na Europa. Em 2021, recebe financiamento para o projecto 'Digitizing the Archive from 1994-2016 - Angela Guerreiro Productions (AGP)‘, financiado pelo Comissário do Governo Federal para a Cultura e os Media no programa NEUSTART KULTUR, DIS-TANZEN programa de ajuda da Dachverband Tanz Deutschland (Organização Alemã da dança). Foi co-curadora do Festival Body IQ 2021, em Berlim. Integra a associação UNA - União Negra das Artes. angelaguerreiro.de FAZER COMUM é um programa de habitação do Espaço AND Lab, que tem como principal objetivo contribuir para a dinamização do tecido artístico e cultural de Lisboa, proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas inseridas no âmbito de trabalho AND Lab - Arte, Política, Comunidade. São acolhidas práticas de (auto)cuidado e de expressão-criação extensivas, como aulas/sessões regulares, workshops pontuais e residências artísticas. Há também espaço para propostas de eventos tais como grupos de estudo, lançamentos de livros, conferências e palestras, reuniões e encontros, exposições e apresentações informais, entre outros. < Anterior Próxima >
- Inês Alves | Equipa & Colaboradores AND Lab
Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Inês Alves Documentação Audiovisual Inês está interessada nas formas colaborativas de vida e criação, nas práticas comunitárias, e no desenvolvimento da atenção, do olhar, da escuta e do sentir. Confia no potencial criativo e transformador do Encontro, e no contacto com o saber intuitivo. A partir do seu trabalho, procura honrar a beleza cotidiana e a dádiva da coexistência. Tem um mestrado em Narrativas Culturais, pela Universidade Nova de Lisboa, Universidade de Santiago de Compostela e Universidade de Bergamo; e um mestrado em Cinema Documental pela Universidade das Artes de Londres - Bolseira da F. C. Gulbenkian. É realizadora de diversas curtas-metragens documentais e experimentais. A sua primeira longa-metragem documental Águas do Pastaza , produzida pela OUBLAUM Filmes, estreou na Berlinale – Festival de Cinema de Berlim em 2022. Tem experiência no desenvolvimento de oficinas de cinema em diversos contextos, tendo colaborado com a associação Os Filhos de Lumière, Videoteca de Lisboa, Cineclube de Viseu, etc. Desde 2015 co-organiza o MOVIMENTO, uma residência colaborativa de cinema, em diversas zonas do país. Filmou e editou vídeos para diversas instituições culturais e artísticas. Desde 2022 colabora com o AND LAB, no registo audiovisual. < Anterior Próxima >
- Dora Vicente | Equipa & Colaboradores AND Lab
Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Dora Vicente Colaboração através do Programa Fazer Comum Dora é Terapeuta e Formadora de Fasciaterapia e Psicopedagogia Percetiva (MDB) e atua nas Artes Visuais e Dança/Teatro, como professora, criadora e performer. Tem vindo a desenvolver trabalho pedagógico e criativo com diversas faixas etárias, incluindo pessoas com necessidades especiais, tanto no contexto escolar, como em museus ou projectos de intervenção artística e social. Estudou ballet da Royal Academy of Dance na Escola Norma Croner, continuando a sua formação no c.e.m e no Fórum Dança, onde concluiu o curso de Dança na Comunidade. Fez Licenciatura em Pintura na FBAUL, Pós-Graduação em Psicopedagogia Percetiva - Método Danis Bois e o curso Intensivo Touching Life Within com Danis Bois, em Nova Iorque em 2006. Como bailarina, participou em diversos projetos, destacando: Trasgo e o Realismo Mágico Celebratório de Conceição Nunes, Nijinsky ou o Sentimento da Poesis Dance, Segundo Raio de Luz de Luar da Eclipse Arte, Sephira do Imprevisto Colectivo e várias criações do grupo Coribantes. Em 2016/17, criou e desenvolveu TransHumâncias BIP/ZIP, um projecto de artes com a comunidade de Marvila. Em 2021, orientou oficinas de movimento e percepção para diversas faixas etárias e ações de formação para professores e técnicos sobre inclusão, inserida no projeto Coalescer de Ana Mira, promovido pela Porta33 em Porto Santo. dorahvicente.wix.com/fasciatherapy facebook.com/dorahvicente FAZER COMUM é um programa de habitação do Espaço AND Lab, que tem como principal objetivo contribuir para a dinamização do tecido artístico e cultural de Lisboa, proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas inseridas no âmbito de trabalho AND Lab - Arte, Política, Comunidade. São acolhidas práticas de (auto)cuidado e de expressão-criação extensivas, como aulas/sessões regulares, workshops pontuais e residências artísticas. Há também espaço para propostas de eventos tais como grupos de estudo, lançamentos de livros, conferências e palestras, reuniões e encontros, exposições e apresentações informais, entre outros. < Anterior Próxima >
- Página de erro 404 | AND Lab
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- Suiá Ferlauto | Equipa & Colaboradores AND Lab
Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Suiá Ferlauto Colaboração através do Programa Fazer Comum Suiá Burger Ferlauto tem uma trajetória de 25 anos como artista, performer e educadora. Formada com Bacharelado em Educação Artística pela FAAP (São Paulo), mergulhou profundamente no estudo e na prática da dança e da consciência corporal através da abordagem Klauss Vianna. Como performer, colaborou consistentemente com criadores cuja pesquisa coreográfica se baseia no estudo dos elementos estruturais e dinâmicos da linguagem, na experimentação e pesquisa do movimento. Em Lisboa, foi integrante do PACAP#4 - Programa Avançado de Criação em Artes Performativas do Forum Dança. Atualmente estuda Educação Somática e Integração Funcional no Instituto Feldenkrais. @suiabferlauto FAZER COMUM é um programa de habitação do Espaço AND Lab, que tem como principal objetivo contribuir para a dinamização do tecido artístico e cultural de Lisboa, proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas inseridas no âmbito de trabalho AND Lab - Arte, Política, Comunidade. São acolhidas práticas de (auto)cuidado e de expressão-criação extensivas, como aulas/sessões regulares, workshops pontuais e residências artísticas. Há também espaço para propostas de eventos tais como grupos de estudo, lançamentos de livros, conferências e palestras, reuniões e encontros, exposições e apresentações informais, entre outros. < Anterior Próxima >
- Jorge Ciprianno | Equipa & Colaboradores AND Lab
Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Jorge Ciprianno Colaboração através do Programa Fazer Comum Bailarino, Coreógrafo, Diretor de Movimento e Artista Educador. CEO em @ciaagada; Diretor em @ikoritarts21 e Vice-presidente em @ilelogunosun. As suas aulas de Simbologia dos Òrìṣà têm como objetivo proporcionar aos participantes uma experiência imersiva nas danças tradicionais dos Òrìṣà, figuras centrais das religiões afro-brasileiras. A proposta é conectar os participantes às raízes culturais e espirituais africanas, explorando de forma prática a importância dessas tradições. Promove a descoberta da riqueza cultural e espiritual dos Òrìṣà e uma experiência de aprendizado transformador e enriquecedor, que proporcionará uma conexão mais profunda com as raízes afro-brasileiras. @jorgecipriannooficial FAZER COMUM é um programa de habitação do Espaço AND Lab, que tem como principal objetivo contribuir para a dinamização do tecido artístico e cultural de Lisboa, proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas inseridas no âmbito de trabalho AND Lab - Arte, Política, Comunidade. São acolhidas práticas de (auto)cuidado e de expressão-criação extensivas, como aulas/sessões regulares, workshops pontuais e residências artísticas. Há também espaço para propostas de eventos tais como grupos de estudo, lançamentos de livros, conferências e palestras, reuniões e encontros, exposições e apresentações informais, entre outros. < Anterior Próxima >
- Anani Sanouvi | Equipa & Colaboradores AND Lab
Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Next EQUIPA (O AND La b) Anani Sanouvi Colaboração através do Programa Fazer Comum Artista transmídia, performer, investigador e educador, atuando entre dança, performance, som e artes visuais. Reconhecido pela UNESCO, África Center, Sacatar e Rolex Mentor & Protégé, apresentou seu trabalho globalmente e colaborou com Peter Sellars e Anne Teresa De Keersmaeker. Mestre em Belas Artes (DANCE-MFA) e investigador no BAS, Berlim. Criador da pedagogia "Agama-Fo", que visa criar e questionar a dança e a performance contemporâneas enraizada na epistemologia Éwé e no conhecimento animista, realizou palestras e workshops em várias instituições, companhias de dança e de teatro em diferentes países. @ananisanouvi FAZER COMUM é um programa de habitação do Espaço AND Lab, que tem como principal objetivo contribuir para a dinamização do tecido artístico e cultural de Lisboa, proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas inseridas no âmbito de trabalho AND Lab - Arte, Política, Comunidade. São acolhidas práticas de (auto)cuidado e de expressão-criação extensivas, como aulas/sessões regulares, workshops pontuais e residências artísticas. Há também espaço para propostas de eventos tais como grupos de estudo, lançamentos de livros, conferências e palestras, reuniões e encontros, exposições e apresentações informais, entre outros. < Anterior Próxima >



















