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  • Violeta Mora | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Violeta Mora Documentação Audiovisual Centro-americana. Tecelã de fios, imagens e sons. Realizados maioritariamente na diáspora, os seus filmes constroem espaços cinematográficos que evocam mais do que retratam, transformando imagens e sons em territórios habitáveis. Explora as propriedades que os fios e o cinema têm em comum e borda como Araña Lunática. O seu trabalho tem sido exibido no contexto de festivais de Cinema como Visions du Reél, Camden IFF, FICUNAM, Sheffield DocFest, Dok Leipzig, FicValdivia ou CRFIC, mas também em espaços culturais e museológicos como o MAC Panamá, a rede de Centros Culturais Espanhóis na América Latina, o Museu da Identidade Nacional e da Mulher nas Artes das Honduras e outros espaços na América Central e Caraíbas, Colômbia, México, Argentina, Uruguai, Brasil, Estados Unidos, Espanha, entre outros. Formo-se em Realização de Documentários na Escola Internacional de Cinema e TV - EICTV em Cuba, no mestrado DocNomads em Portugal, Hungria e Bélgica e é licenciada em Comunicação pela Universidad Tecnológica Centroamericana nas Honduras. Em 2022 participou como bolseira de desenvolvimento profissional no 67º Flaherty Film Seminar. Ao longo dos anos, tem colaborado como fotógrafa, videógrafa e formadora com organizações como a AND Lab, TUMO Lisboa, Colectiva de Cineastas Hondureñas, PNUD Honduras, ANPA Costa Rica, entre outras. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Rede-Nucleos

    Programas do Modo Operativo AND | AND Lab VOLTAR ITEM ANTERIOR PRÓXIMO ITEM Rede & Núcleos Atividades Locais Rede de Artistas e Investigadores Associades Desde 2017 CONTEÚDO EM 'PRÉ-PARAÇÃO' NOVIDADES EM BREVE :) QUANDO-ONDE? Atividades Relacionadas no Calendário (Atuais + Histórico) [rolar com as setas ou clicar numa atividade para abri-la em outra janela/separador] Ainda não há eventos relacionados a este programa/atividade no calendário. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES SOBRE O AND LAB TOPO

  • Dai | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Dai Participante do Coletivo AND Nascide em Sabará, Minas Gerais, atualmente reside em Lisboa. Artista criador, pesquisa performance/corpo, palavra, vídeo e narrativas da margem. Pós-graduade em Escrita Criativa pela Universidade Nova de Lisboa, em Humor pela SP Escola de Teatro, em Arte Dramática pelo Senac São Paulo, e em Jornalismo. Em 2023 foi contemplade com uma residência de criação de solos pela plataforma Braba In, por Gaya de Medeiros. Em 2022 foi ganhadore da competição de poesia falada 'Minha Poetry Slam', na cidade de Guimarães. Também participou, pelo TNDMII, do projeto 'Esta noite grita-se', de leitura encenada de textos de mulheres escritoras. Recebeu menção honrosa no Marxe Festival Internacional de Videpoesia, de Galiza. Atuou na performance coletiva Barricada, com o performer Marcelo Evelin, dentro da Mostra Internacional de Artes Performativas de Almada. Em 2021 atuou em formato online com o Grupo XIX de Teatro, no Festival Fracasso e na Mostra 'O Cinema como Presença', com os trabalhos 'm.o.n.s.t.r.ထ' & 'korpa çantu'. Atuou também nos espetáculos: Neverland e Quarenta e Duas (Cia Artehúmus), Estrada de Ferro (Cia do Funil), Tareias (Grupo Redimunho), Minha Nossa e o Abajur Lilás. na Cia São Jorge de Variedades. Trabalhou como assistente de produção no espetáculo de rua Barafonda. Performou em Sala de Espera – cena cômica de improvisação premiada no Festival Nacional de Cenas Curtas (Grupo Galpão) e no Festival Parlapatões Patifes e Paspalhões. Em 2024 apresentou a performance m.o.n.s.t.r.oo no Espaço do Tempo, através da residência de criação pelo Queerartlab, com orientação de Gaya de Medeiros. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Liliana Coutinho | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Liliana Coutinho Colaboração através do Programa Fazer Comum Liliana Coutinho é instrutora de Chi Kung terapêutico pela ESMTC – Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa e membra da APCKTT – Associação Profissional de Chi Kung e Tai Chi Terapêuticos. Pratica desde 2005, tendo iniciado a sua prática no método do Dr. Yayama e na Escola Tokitsu Ryu, juntamente com a prática de Tai Chi e a disciplina marcial de Jisei Budô. É 1º Dan do Método de Chi Kung do Dr. Yayama e 2º Dan de Jisei Budô. Programadora cultural e investigadora. FAZER COMUM é um programa de habitação do Espaço AND Lab, que tem como principal objetivo contribuir para a dinamização do tecido artístico e cultural de Lisboa, proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas inseridas no âmbito de trabalho AND Lab - Arte, Política, Comunidade. São acolhidas práticas de (auto)cuidado e de expressão-criação extensivas, como aulas/sessões regulares, workshops pontuais e residências artísticas. Há também espaço para propostas de eventos tais como grupos de estudo, lançamentos de livros, conferências e palestras, reuniões e encontros, exposições e apresentações informais, entre outros. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Crafting-Residencias

    Programas do Modo Operativo AND | AND Lab VOLTAR ITEM ANTERIOR PRÓXIMO ITEM Crafting Residências & Acompanhamentos Concepção de Fernanda Eugenio Desde 2023 O Programa de Residências & Acompanhamentos Crafting acolhe pessoas artistas e/ou investigadoras que desejem aplicar as ferramentas do Modo Operativo AND a projetos de criação, investigação ou mediação, dedicados à questão transversal da pesquisa de novas formas de vida emergentes do encontro entre diferenças, na interface entre ética, estética, política e comunidade. Voltado para facilitar o afinamento da formulação e da execução de um trabalho em andamento ou para oferecer assistência à prática e estudos focados do Modo Operativo AND , este programa procura fazer da situação-residência um espaço para a carpintaria artesanal das questões singulares de cada proponente. Desviando da lógica da solução e da função diretiva da orientação/supervisão , o acompanhamento consiste em auscultar, em conjunto com cada pessoa residente, o afeto-motor do projeto/processo . As ferramentas do Modo Operativo AND, numa dimensão artesanal, são utilizadas no mapeamento, explicitação e re-materialização do afeto, trabalhando assim em sustentar o projeto na zona intervalar do ‘como não ter uma ideia’ proposta pela abordagem AND. RESIDÊNCIA ASSISTIDA COLETIVA | EDIÇÃO ANUAL NO ESPAÇO AND LAB Lisboa A Residência Assistida Coletiva acontece uma vez por ano, em abril , no Espaço AND Lab, em Lisboa. Em 2026, a residência será de 6 a 17 de abril. Esta residência, com a duração de 10 dias , propicia um ambiente de concentração e foco, ao mesmo tempo em que permite intercalar o trabalho com convívios entre pares, ou as actividades e programação do AND Lab. Serão selecionados até 4 projetos individuais ou de grupo para um acompanhamento personalizado por Fernanda Eugenio , através de sessões ume-para-ume exclusivas para cada projeto, entremeadas por tempo de trabalho autônomo em estúdio . O processo inicia com um workshop introdutório coletivo , no qual são partilhadas as ferramentas de criação do Modo Operativo AND , e os momentos exclusivos para cada projeto são intercalados com prática regular do Jogo AND , em modo coletivo. As candidaturas são analisadas e as vagas preenchidas por ordem de chegada, sendo o prazo de resposta uma a duas semanas após submissão. A data limite para a submissão de candidatura é dia 2 de fevereiro , sendo que o prazo é sujeito à lotação do curso; Podem candidatar-se artistas e/ou investigadores de quaisquer áreas, com projetos de criação e/ou mediação, em fase embrionária ou já em fase de desenvolvimento. Não é imprescindível ter tido contacto prévio com o Modo Operativo AND para participar . O valor , com todas as atividades incluídas + alojamento para uma pessoa, é de 1000 Euros . Se o projeto for de grupo, somam-se 150 Euros por pessoa extra, referente a alojamento. Para que o valor não seja um impedimento, é possível solicitar bolsas para aceder a valores parciais , a serem definidos caso a caso, em conjunto com a pessoa ou grupo proponente. Esta Residência inclui alojamento partilhado num espaço de residência no centro de Lisboa (com quartos duplos ou triplos, casa de banho e cozinha equipada) , além da organização de uma sessão final de partilha pública do processo , aberta ao público local. RESIDÊNCIA ASSISTIDA INDIVIDUAL OU ACOMPANHAMENTO LONGITUDINAL Esta modalidade permite o acompanhamento de projetos de criação e mediação através de um programa flexível, desenhado à medida das necessidades e temporalidades de cada pessoa ou grupo ; O programa pode ser presencial, virtual ou híbrido . Pode ou não envolver uma residência individual no espaço-sede do AND Lab em Lisboa; Pode adoptar um formato mais intensivo , concentrado em dias corridos (de uma a três semanas, por exemplo) ou um formato mais extensivo , distribuído ao longo de meses com uma periodicidade semanal, quinzenal ou mensal; Com acompanhamento de Fernanda Eugenio ou membros da equipa pedagógica AND Lab O acompanhamento pode se focar somente numa fase específica da criação ou se estender por todo o processo , do embrião do afeto até a apresentação pública; No caso da escolha por encontros presenciais , estes podem dar-se no AND Lab em Lisboa através de residência da pessoa/grupo ou podem ser realizados no espaço/cidade des proponentes; As aplicações estão abertas em permanência, podendo ser enviadas em qualquer altura do ano; É possível compor a residência/acompanhamento somente com sessões personalizadas de assistência à criação, conduzidas por Fernanda Eugenio, ou incluir um workshop do Modo Operativo AND , introdutório e/ou de desdobramento dirigido à criação; No caso de residências com lugar no AND Lab, as pessoas residentes podem participar de outras atividades em curso no momento em nosso espaço e, se desejado e se fizer sentido para o trabalho, pode ser organizada uma sessão pública de partilha final do processo; Não é imprescindível ter tido um contacto prévio com o Modo Operativo AND para submeter uma aplicação; Não há obrigação de apresentar um resultado final, sendo tais iniciativas opcionais; Os valores são calculados de acordo com o desenho final do programa personalizado, e acordados diretamente com es solicitantes. ESTRUTURA & DOCUMENTAÇÃO OFERECIDOS A residência pode incluir, conforme a modalidade, as necessidades do projeto e a disponibilidade de agenda no período escolhido: Alojamento (ou apoio para encontrar alojamento acessível na cidade); Espaço de trabalho em estúdio/sala de ensaio em regime partilhado (aquando da presença de mais pessoas residentes); Oficina de introdução ao Modo Operativo AND (para pessoas que não tenham ainda familiaridade com a ferramenta) ou oficina de aplicação e desdobramento artesanal do Modo Operativo AND; Sessões de acompanhamento semanais, quinzenais ou mensais com Fernanda Eugenio e/ou outres membres da equipa AND Lab; Apoio à divulgação das atividades do projeto e respectiva inserção nas redes locais durante a temporada em Portugal; Organização de um momento público de partilha do processo; Possibilidade de integração à nossa programação (palestra, oficina, ensaio aberto, apresentação etc.); Participação aberta na programação a decorrer no AND Lab no período da residência; Emissão dos documentos necessários para a apresentação das candidaturas a linhas de financiamento para a viagem; Apoio à obtenção de visto português (quando necessário). CANDIDATURAS ENVIAR CANDIDATURA QUANDO-ONDE? Atividades Relacionadas no Calendário (Atuais + Histórico) [rolar com as setas ou clicar numa atividade para abri-la em outra janela/separador] Ainda não há eventos relacionados a este programa/atividade no calendário. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES SOBRE O AND LAB TOPO

  • Soraya Jorge | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Soraya Jorge Colaboração em Investigações e Práticas Soraya Jorge é membra e professora do “The Discipline of Authentic Movement Faculty” - Janet Adler, e é introdutora do Movimento Autêntico no Brasil e em Portugal. Criou e coordena, com Guto Macedo, o C.I.M.A. Centro Internacional do Movimento Autêntico, que atua em diversas cidades do Brasil, além de Lisboa, Berlim e Viena. Tem pesquisado como o Movimento Autêntico desenvolve uma encarnação de consciência (somafulness) e como a espiritualidade é incorporada de uma maneira política, ecológica e ética no processo de testemunhar a vida. Ao longo de uma trajetória de mais de 30 anos, desenvolveu um modo singular de praticar e transmitir o Movimento Autêntico: como Abordagem Relacional Somática, como Prática do Testemunho e como Terreiro Contemporâneo (Círculo Terroso Brasileiro-Africano) e Ecologia. É formada em Dança Contemporânea na Faculdade Angel Vianna, onde leciona há mais de 20 anos, tanto na escola como nas pós-graduações, e doutoranda em Dança pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa. Seu trabalho como pesquisadora do Movimento do Corpo Sensível (SOMA) é apresentado em congressos, palestras e workshops. Colabora com Fernanda Eugenio nas Práticas de Reparagem e Testemunho do AND Lab desde 2015. [https://www.movimentoautentico.com/] < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Pedro Henrique Risse | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Pedro Henrique Risse Apoio à Documentação Audiovisual Pedro Henrique Risse é um artista e filmmaker que cria espaços de conversa e vivências coletivas. Através de um método estético-somático, ele convida as pessoas a experimentarem formas de escuta, processos colaborativos e corporificação de experiências. Pedro estudou cinema e artes visuais em Porto Alegre e em Berlim. Seu trabalho foi reconhecido pelas bolsas de investigação do DAAD/Alemanha e DANCEWEB/Viena. Pedro colabora com o AND Lab desde 2018, no tratamento de material audiovisual de arquivo das escolas, labs, oficinas e outros eventos. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Pat Bergantin | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Pat Bergantin Núcleo São Paulo, Brasil Participante do Coletivo AND Pat Bergantin é artista de dança. Como educadora se dedica a partilhar sua prática Corpo Antena, que reconhece o corpo como transmissor, receptor, modulador e transdutor de forças. Sua pesquisa trabalha com a percepção de corpo-campo, reativando a autonomia relacional e integrando tanto aspectos físicos, mentais e emocionais, quanto sociais, ancestrais e espirituais. Também faz parte da equipe pedagógica da Escola do Reparar do Modo Operativo AND, metodologia de cunho ético-estético e político para a investigação experiencial da relação e da reciprocidade, criada pela antropóloga e artista brasileira Fernanda Eugenio. Integra o núcleo AND Lab São Paulo e o AND Collective. Como coreógrafa e dançarina destacam-se os trabalhos "Mandíbula", "Égua" e "Contágio", em colaboração com Josefa Pereira, e "Monstra", de Elisabete Finger e Manuela Eichner. Apresentou-se em lugares como Moderna Museet na Suécia (2020), Bienal de Dança SP (2019), Festival Internacional de Dança do Uruguai (FIDCU) (2018) e Museu de Arte Moderna (MAM-SP) (2018). Em sua trajetória estudou em Veneza (Itália), Bruxelas (Bélgica), Havana (Cuba) e NY (EUA), e trabalhou com Marta Soares, Jorge Garcia além de em produções internacionais de artistas como Jerôme Bel, Tino Sehgal, Angie Hiesl & Roland Kaiser e Yvonne Rainer. Formada em Balé Clássico pela Escuela Nacional de Cuba, é graduada no curso de Letras da USP. patbergantin.wordpress.com @patbergantin | @corpoantena < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Eduardo Quinhones Hall | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Eduardo Quinhones Hall Coordenação de Comunicação e Media Digital Eduardo Quinhones Hall (Lisboa, 1977) trabalha em comunicação cultural e design, com foco na criação e gestão de conteúdos para plataformas digitais, websites e redes sociais. No AND Lab, desde 2024, é gestor de conteúdos digitais, articulando estratégia, redação e peças visuais com direção artística, design e produção. Trabalha com a Mundo em Reboliço na comunicação desde 2022. Entre 2019 e 2025 coordenou a comunicação e o design no Forum Dança. Desde 2013 presta apoio em comunicação e design a estruturas culturais, artistas e eventos, acompanhando campanhas, publicações, materiais editoriais, relatórios e candidaturas. Desde 1999 desenvolve trabalho em design de comunicação e, mais recentemente, em conteúdos digitais e redes sociais, com experiência em contextos públicos e privados. Tem formação em design e produção gráfica (Escola Artística António Arroio), licenciatura em Tecnologia e Artes Gráficas, vertente Multimédia e Novas Tecnologias da Comunicação (ESTT) e especialização em Práticas Tipográficas e Editoriais Contemporâneas (FBAUL), além de formação em Gestão/Produção das Artes do Espetáculo (Forum Dança) e em Gestão Estratégica de Projetos Culturais e Criativos (NOVA FCSH-UNL). < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Rosa Dias Scharamm | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Rosa Dias Scharamm Núcleo Brasília, Brasil Rosa Dias Schramm é dançarina independente, artista do movimento, pesquisadora e professora da Técnica Alexander. Trabalhos recentes investigam a percepção e criação de movimento, o encontro com a alteridade e os processos de modulação da atenção na improvisação em dança e na caminhada, em performances, vídeos e proposições. Esses temas fazem parte da pesquisa de doutorado desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais – PPGAV, da Universidade de Brasília – UnB. É Mestra e Bacharela em Arte Contemporânea pelo mesmo departamento. Formada como professora pela Escuela de Tecnica Alexander de Buenos Aires – ETABA. Integra a Associação Brasileira da Técnica Alexander – ABTA. Apresentou trabalhos na Argentina, no Chile e na Grécia, e nas cidades do Rio de Janeiro e de Brasília. É integrante do grupo de dança Caravana Bom Selvagem e do coletivo Tectônica, dedicado à criação e ao ensino do Contato Improvisação. Participa do Núcleo AND Lab Brasília. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Relacoes-Colaboracoes

    Sobre o AND Lab e o Modo Operativo AND | AND Lab VOLTAR Relações & Colaborações CONTEÚDO EM 'PRÉ-PARAÇÃO' NOVIDADES EM BREVE :) Práticas do Coletivo AND PRÁTICAS DE CUIDADO Fernanda Eugenio, Iacã Macerata, Ruan Rocha & colaborações de Mariana Ferreira As Práticas de Cuidado consistem na investigação vivencial das aplicações do MO_AND na Clínica com a Subjetividade e, reciprocamente, na explicitação da dimensão de cuidado e do sentido clínico inerentes ao exercício do MO_AND. Desdobram-se a partir do interesse em investigar os efeitos de cuidado e de produção de subjetividade presentes nas práticas do MO AND, experimentando a potencial modulação da materialidade dos funcionamentos subjetivos, bem como performando uma abordagem sensível e situada da subjetividade enquanto corporeidade. Posicionando-se na injunção entre a etnografia, a arte, os estudos da subjetividade, a psicologia, a saúde coletiva e a clínica psicanalítica, o MO_AND constitui-se como recurso conceitual e metodológico para a produção do cuidado. A partir da reciprocidade entre MO_AND e práticas de cuidado, buscamos conceber, formular e propor dispositivos de operação e produção coletiva do cuidado. A possibilidade do uso clínico transversal das ferramentas do MO_AND forja uma noção de cuidado que faz desviar a noção de cura da sua habitual função de restabelecimento da ordem, ao ser capaz de (re)performar, a cada vez, a sintonização entre o si e o seu entorno, entre o próprio e o outro, entre o singular e o comum, entre o individual e o coletivo, entre o íntimo e o político. Além disso, desloca as práticas de cuidado da ação técnica do especialista - do saber formal anterior à relação, re-situando-as como ética implicada do e no comum, ou seja, como uma modulação das políticas de convivência. Tal noção de cuidado portanto engloba e inocula a cura como prática de curadoria, colocando em um mesmo plano de reciprocidade o contínuo e sempre situado manuseamento das formas coletivas do acontecimento e das forças infinitesimais do desejo. Trata-se de uma rede de agenciamentos que (se) faz (n)um espaço relacional ou território de relação, constituído por três planos mutuamente implicados: o entre-si, uma relação de si para si, em cada vivente envolvide; o entre-nós, uma relação entre nós, viventes envolvides; e o entre-muites, uma relação entre viventes e artefatos, paisagens, elementos inumanos. Tradicionalmente usadas para produzir sentido-significado, as práticas de cuidado são aqui re-generadas para produzir um sentido-direção de criação e de co-implicação, entre o cuidado de si e o cuidado do entorno geográfico, social e político. Na medida em que emergem como uma modulação do viver juntes, (re)performam de modo co-emergente o si e o entorno, concretizando-se enquanto política de reciprocidade na relação com o acontecimento: descentram a narrativa do sujeito que explica ou é explicado, permitindo uma transferência de protagonismo para o acontecimento. As Práticas de Cuidado, portanto, reposicionam o sujeito desde o plano do explicável para o plano do inexplicável, logo para o plano da implicação. No âmbito do AND Lab, as Práticas de Cuidado são pesquisadas de diversas formas, subdividindo-se entre práticas regulares e duracionais com membres e praticantes assídues do MO_AND, e aquelas pesquisadas com participantes de atividades e proposições do AND Lab ao longo do ano. Actualmente estão em curso em 6 zonas de atuação: 1. Inter-reparagem (entre membres do AND Cuidado) Reuniões-pesquisa entre membres do AND Cuidado que se dedicam a inventariar os efeitos analíticos e de reposicionamento subjetivo emergentes das práticas de cuidado com o MO_AND. Constitui-se numa rede alargada de suporte e testemunho, que cuida do cuidar, acompanha o acompanhar, assiste o assistir, frequentando afetos vividos longitudinalmente às atividades, oficinas, reuniões, cursos e workshops do AND Lab. Nesses encontros pesquisamos também a explicitação de um plano transversal, colocando em relevo as implicações e co-incidências entre o AND Cuidado e a constelação AND Lab, frequentando questões, possíveis formulações e proposições-intervenções in situ . 2. Inter-reparagem (com a Direção do AND_Lab) Trata-se de uma pesquisa-proposição-intervenção junto à Direção do AND Lab em cujos encontros exercitamos coletivamente o Reparar (n)as múltiplas modulações entre o AND Lab, seus membros e membras, e as atividades que desenvolvem, frequentando temas informantes da sustentabilidade, planejamentos e sensibilidades estratégicas, e cuidados reparadores. 3. Encontros do Coletivo AND Quinzenalmente pesquisamos os efeitos e intervenções de curadoria in situ no âmbito do Coletivo AND, acompanhando processos que envolvem os núcleos do AND Lab no Brasil e membres assídues do AND Lab. 4. Jogo-Escuta Individual O Jogo-escuta individual é uma prática de pesquisa e tem se constituído simultaneamente como dispositivo de cuidado que adota o Modo Operativo AND como modulador da escuta, a partir do desdobramento de uma experiência de jogo. É voltado para praticantes regulares ou esporádicos do MO_AND, desde que tenham tido contato prévio com a metodologia. O Jogo-escuta se inspira na metodologia da entrevista cartográfica de modo a co-produzir em ato uma experiência sensível com base numa vivência de jogo. Adota o Reparar (n)a vivência, explorando o Quê, Como, Quando-Onde do vivido. O Jogo-escuta consiste num jogo de posição-com a matéria subjetiva mobilizada em jogo. Pode ser iniciado a qualquer momento por qualquer praticante do MO_AND. 5. Jogo-Conversa O Jogo-Conversa se trata de um dispositivo de investigação vivencial que adota o Modo Operativo AND como modulador da Conversa, fazendo da mesma o plano de jogo. Resulta do desdobramento do plano do tabuleiro para o plano da conversa, sendo o seu limite não mais traçado fisicamente por uma fita, mas sentido pela tangibilidade da fala e da escuta. O Jogo-Conversa visa à pesquisa frequentada das diversas modulações do falar e do escutar, e como elas concorrem em ato na constituição da conversa como plano do viver juntes. No Jogo-Conversa, a fala se performa como tomada de posição, e o escutar, como Reparar, fazendo da conversa o plano do versar-com, o plano comum . Como prática de pesquisa, inscreve-se como dispositivo de cuidado em grupo e pode ser praticado junto das proposições do AND Lab, em cursos, oficinas, workshops e laboratórios. 6. Pesquisa interinstitucional com a Universidade Federal Fluminense – Rio de Ostras / Brasil Pesquisa realizada entre o AND-Lab e o Departamento de Psicologia do Instituto de Humanidades e Saúde da Universidade Federal Fluminense, intitulada “A dimensão de cuidado do MO_AND: contribuições para uma clínica de território”, onde se investiga a experiência da prática do MO_AND a partir da abordagem enativa de Francisco Varela. A pesquisa busca validar a prática de jogo do MO_AND como prática de transformação, produtora de cuidado e de formação para o cuidado, circunscrevendo a relação entre o Modo Operativo e a experiência subjetiva. https://www.youtube.com/watch?v=ZCnNtWhtjgM A dimensão de cuidado do MO_AND - II Bienal Jogo e Educação 2020 https://www.youtube.com/watch?v=VawkPuF1T8Q MO_AND como Jogo de Competência Ética Práticas de Re-mediação Fernanda Eugenio, Manoela Rangel e Pat Bergantin Constituem-se enquanto campo de investigação sensível de vias de (re)conexão entre práticas artístico-somáticas, uma espiritualidade politizada e uma política espiritualizada. Enquanto gesto político de reconectar o que o pensamento dual inscreveu como separado, as Práticas de Re-mediação fazem-se práticas de en/incorporação da des-cisão , (a)firmando a ligação com outros campos e integrando os planos que o pensamento moderno cristalizou como 'natural' e 'sobrenatural'. Isto será o mesmo que lembrar sensivelmente que tudo que está fora está dentro, e vice-versa, num exercício de des-identificação radical e de transicionalidade do Eu. Partindo dos recursos e ferramentas que compõem os jogos com o corpo-território do Modo Operativo AND, em especial das práticas de (auto)etnografia sensorial, ANDbodiment e Jogos de Comparência, as artistas propuseram-se a acompanhar-se reciprocamente 'movendo forças', de modo a investigar mais de perto manifestações da ordem do etéreo que vinham se tornando frequentes sempre que tais jogos eram ativados em workshops e labs do MO_AND. Com o desejo de re-conhecer (conhecer de novo) o que (não) sabemos - este plano em que espiritualidade, natureza e ancestralidade formam um todo indiviso -, a pesquisa se ancorou na dupla valência da operação da re-mediação: re-mediar é voltar a juntar o que estava desligado e é, também, curar, dar jeito e/ou remédio . Esse duplo sentido comparece quando damos passagem a três desdobramentos contemporâneos ao acontecimento: o corpo que é atravessado (forma-imediata), o corpo que atravessa (força-afeto), e o corpo travessia (forma-força-canal). Em estado de travessia-atravessamento-atravessade, os eventuais pontos que pareciam estar desconectados podem se re-ligar e a cura da re-mediação, até então, tem se manifestado em também três modulações: a cura através do corte , a cura através do antídoto , e a cura através da dádiva . Propondo pesquisar, em nossos próprios corpos-territórios, o espectro das frequências vibracionais que nos atravessa e constitui, as Práticas de Re-mediação interrogam, através da vivência, a possibilidade de sintonizarmos com a multidimensionalidade co-participativa da Vida, de dar passagem à sua manifestação, e de estarmos lá para ela, com uma capacidade ativa de senti-la, honrá-la e reconhecê-la. As práticas são partilhadas, em sessões individuais ou coletivas, através da ativação de um circuito que vai das 'águas da terra' - o Lago, o Mar e o Rio - às 'águas do céu' - as Chuvas, convidando as pessoas participantes a experimentarem operar micro-gestos de re-mediação em seus próprios campos energéticos. Três meios percorrem os exercícios: os meios de liberação - localizando e desbloqueando chaves de acesso para construir o corpo de travessia; os meios de canalização - exercitando-se enquanto canal transpessoal e constituindo campo para a aparição da questão a ser curada; e os meios de serviço - desobstruindo curas possíveis e disponibilizando caminhos para gestos de reparação que, através da concretização no ínfimo, possam, quem sabe, aos poucos reverberar mais vastamente. Ancorar Flora Mariah Ancorar é uma prática de pesquisa do corpo focada em investigar mais especificamente a pelve, que vem sendo desenvolvida por Flora Mariah como um desdobramento do projeto RABA POWER, numa tentativa de organizar e aprofundar todo material levantado desde 2018. Nossas ancas carregam camadas e mais camadas de história, nossa e de nossos ancestrais que são passadas de geração em geração. É uma zona do corpo historicamente marginalizada, o que faz com que partilhemos encarnações de violências e silenciamentos. A aposta desta pesquisa é que, através de um trabalho focado na pelve, podemos acessar memórias, liberar tensões e traumas e nos reconectar com aquilo que nos dá suporte tanto mecânico, quanto emocional. Trabalhar nossa base e entender sua conexão estrutural com o corpo como um todo nos garante o suporte necessário para apoiar nossas escolhas, nossas direções e nossos desejos na vida. Mergulhar nesse mar e mover essas águas tão profundas é um movimento de resgate de si mesmo, mas não só, é também parte de um processo coletivo de cura e descolonização de nossas corpas. Um mergulho que exige coragem para tocar naquilo que dói, naquilo que nos foi escondido, ou silenciado, que não conhecemos e tememos, naquilo que não podemos controlar, e tampouco nomear. Mas é também com coragem que entendemos que no mesmo lugar onde encontramos nossa dor, encontramos também nossa força, pois é dentro da própria ferida que achamos a sabedoria para curá-la. Portanto, as práticas do ANCORAR são um convite a abrir novos espaços, ancorar potências e liberar tensões desnecessárias, resgatando o prazer em habitar nosso próprio corpo. Foto/Photo: Biel Basile Corpo Antena Pat Bergantin Corpo Antena é uma prática corporal que aborda o corpo enquanto um dispositivo de conexão, que tem a potência de captar, transmitir, transduzir, modular e sintonizar. Atuando no campo das micropercepções, aguça os sentidos para o que move (em) nosso corpo aqui-agora, reativando circuitos que antes pareciam bloqueados ou apagados. Descolar para deslocar. Frequentar frequências. Mover e ser movida com aquilo que está pedindo passagem, acolhendo a vibratilidade visível, invisível e imprevisível daquilo que nos move. Para ser canal, meio, mídia é preciso sintonizar a percepção de corpo-campo, reconhecendo que não existe atravessar sem ser atravessada e que essa travessia é um jogo de forças. A continuidade da prática encaminha para uma integração tanto de aspectos físicos, mentais e emocionais, quanto sociais, ancestrais e espirituais, e é indicada a qualquer pessoa que se interesse pela proposta, independente de sua experiência com dança. Foto/Photo: Amanda Morais Corpo Multidimensional Guto Macedo A proposta do Corpo Multidimensional é criar corpo no entrecruzamento do visível e do invisível, do dentro e do fora, do que toca e é tocado no soma (corpo de si), transpondo limites entre o perceptível e o imperceptível. Nessa abertura perceptiva, cada ume com suas próprias multi-imagens de corpo, tece devires, onde o tempo cruza o espaço, o passado ressoa no presente e novos esquemas somáticos emergem. Dança Microscopicopolítica Milene Duenha Partindo da premissa de que as transformações na dimensão coletiva se referem a uma lógica recíproca de transformações que se dão nos corpos que a compõe, essa prática de ativação microscópica se volta ao cultivo das potencialidades sensíveis do corpo. A partir reconhecimento de que não sabemos tudo o que pode um corpo e pela provocação de uma modulação da atenção às vibrações de existências microscópicas, busca-se o refinamento perceptivo para as emergências, como potência de vida, que se dão nas inter-ferências entre os corpos do ambiente. Essa prática é operada por uma ética das relações que envolve um redimensionamento da atenção para as velocidades e intensidades do menor e seus aspectos de ingovernabilidade. Foto/Photo: Amanda Morais Práticas de Ajuntamento Mariana Pimentel Práticas de Ajuntamento experimenta as poéticas do aglutinar-se. Ativa práticas de reciprocidade através da presença meditativa, de pequenas danças e do fluxo livre de movimento entre umes e outres. Reúne vivências que convocam o corpo coletivo e expressão de sua presença nos diversos espaços e camadas que compõem a corporalidade. Práticas de Sintonização e Inventário Naiá Delion As Práticas de Sintonização tomam como ponto de partida a relação entre corpo e gravidade e propõem dedicar tempo para o mapeamento dos apoios do corpo no chão, dos apoios no ar ou em outro corpo, em pausa ou em movimento. Trata-se de acessar tecidos ósseos, musculares, elásticos e pele para investigar a fractalidade e a multidirecionalidade do movimento, dispondo o corpo para relacionar-se com o imponderável. As Práticas do Inventário tomam como ponto de partida algo que foi vivido. O mapeamento dessa experiência vai se afinando de fora para dentro até poder novamente incluir a relação do corpo com o campo gravitacional. Através do convite a este inventário singularizado, a proposta é que se possa abrir espaço para uma apropriação das vivências que permita disponibilizá-las como ferramentas para a investigação de cada ume. Práticas de Tra[d]ição Manoela Rangel Trair - A que sabe suspender o que sei sobre como me movo que caminhos percorro quem penso que sou ato voluntário de abrir fenda no tempo - Eu me desterritorio me desconheço sou movimento que toma formas cambiantes nômades - o que me move talvez seja um falso enigma - interessa o estado continuado de não saber a respeito do que sei de mim acompanhando o que deste sistema a que chamo Eu vai sendo feito - trair me e criar nova tradição trair me é criar outra tradição o que me move enquanto Eu descanso circuitos do sistema nervoso da rede de fáscias ser movida não mover >> o que se move através de mim e comigo quando algo em mim / me move - diminui o volume do que conheço de eu-agente >> aumenta o volume de agentes-outras [múltiplos de/em mim?] diminui o volume do desejo-objeto aumenta o volume da disponibilidade-desejo e assim des canso. Colaborações Externas MO_AND & PERFORMANCE SITE-SPECIFIC Fernanda Eugenio & Gustavo Ciríaco City Labs Cidades são tão diversas quanto as camadas que as compõem. Não param de voltar a emergir, de se re-performar ao olhar e de nos envolver com as suas atmosferas imperiosas e inevitáveis, acidentais e náufragas, frágeis e fortes, banais e extraordinárias. São alquimias sempre em processo, que vão produzindo padrões por vezes conflitantes, ainda que osmóticos, de habitação, experiência sensível e (des)agregação social. Além disso, resultantes de muitos sonhos de arquitetura, da mistura espúria entre fantasias utópicas, soluções improvisadas, estruturas de poder e desvios locais contingentes, as cidades são simultaneamente formas concretas e territórios efêmeros. Nelas vivemos e morremos, nos encontramos e nos despedimos, mantendo a ficção diária que une os interstícios do panorama mais amplo dos fenômenos urbanos. City Labs são laboratórios temporários de atenção, mapeamento, criação e performance in situ , instalados em bairros e vizinhanças críticas de diferentes cidades, escolhidos pela ligação pertinente a questões políticas e afetivas locais. Com esta estrutura itinerante, Fernanda Eugenio e Gustavo Ciríaco têm viajado, desde 2009, pelas mais diversas ambiências urbanas, na América do Sul, nos EUA, na Europa e na Ásia, colecionando uma multiplicidade de acoplamentos e arranjos, situados entre as operações urbanas, e pesquisando a variabilidade performativa da forma-cidade. Nesta colaboração duracional, os protocolos da Etnografia como Performance Situada, de Fernanda Eugenio, entram em conversa com os procedimentos de criação contextual, que Gustavo Ciríaco emprega na construção das suas peças imersivas e relacionais, gerando proposições por vezes transportáveis para outros sítios, por vezes irrepetíveis, além de serem partilhados através das oficinas Práticas Site-Specific . Práticas Site-Specific Orientadas por Fernanda Eugenio em colaboração com o artista contextual Gustavo Ciríaco, foram criadas a partir da experiência angariada com o projeto colaborativo City Labs, que vem sendo alimentado desde 2009, com a instalação de laboratórios temporários de pesquisa artística em espaços públicos de países tão diversos quanto o Vietname, os EUA ou o Brasil. Algumas edições da oficina incluem também a partilha e/ou o re-enactment de excertos de peças contextuais, de Gustavo Ciríaco, e de jogos-performances da Série Re-Programas, de Fernanda Eugenio. A proposta é praticar um conjunto de proposições perceptivas para experimentar (com) o lugar e para investigar a performatividade das cidades. Misturando os protocolos da Etnografia como Performance Situada com abordagens vindas da arte contextual, a primeira parte do trabalho envolve uma jornada exploratória pelas vizinhanças geográficas e sociais do lugar que acolhe a própria oficina, exercitando o reconhecimento das materialidades e operações que perfazem a experiência urbana e a atenção ao diminuto e ao rarefeito que dão acesso à dimensão poética do cotidiano. Com a matéria sensível recolhida, as pessoas participantes são então convidadas a experimentar criar pequenas performances in situ , individualmente ou em pequenos grupos, incidindo na zona limítrofe entre o que já lá está a acontecer e o contato mais ou menos efêmero com um “possível alargado”, jogando com a fantasia do que podem ser os lugares. As Práticas Site-Specific geralmente são oferecidas em oficinas, com a duração de uma semana, que tomam lugar durante a Primavera ou o Verão de Lisboa, momento do ano mais favorável para passar longos períodos ao ar livre. As oficinas também acontecem (inter)nacionalmente no âmbito de festivais, residências artísticas ou a convite de estruturas artísticas e culturais. MO_AND & MOVIMENTO AUTÊNTICO Fernanda Eugenio & Soraya Jorge Neste projeto de investigação colaborativa, apostamos no potencial político e na urgência de constituir um campo de troca, de coabitação e de criação de procedimentos cruzados entre práticas ético-estéticas e práticas somáticas. Práticas de Reparagem & Testemunho A partir da colocação em conversa e da aproximação entre a prática da reparagem/reparação (MO_AND) e a prática do testemunho (MA) , unimos forças na direção da constituição de um conjunto de táticas para o cuidado de si e o cuidado do entorno. Ao mesmo tempo, tentamos que as duas práticas possam complementar-se reciprocamente e funcionar como ‘anticorpo’ uma da outra. Embora formalmente muito distintas, é explícita a correspondência entre as práticas. Ambas partilham um mesmo afeto-questão: o compromisso com a afinação da escuta sensível e com a constituição de uma sensibilidade (micro)política, através de uma investigação de cunho experiencial, relacional e situado. O Movimento Autêntico (MA) é uma prática somática relacional para o desenvolvimento da consciência encarnada/corporificada, chamada de somafulness por Soraya Jorge, responsável pela introdução deste trabalho no Brasil e em Portugal, e criadora, há mais de vinte anos, de uma abordagem singular para a sua prática e partilha. O fundamento da investigação proposta pelo MA é a estrutura posicional movedor-testemunha: é a partir do estabelecimento de uma relação de confiança e reciprocidade entre as posições de ver e ser visto que se instaura um campo de forças seguro para a contemplação do corpo e seus estados e para a prática da escuta direta da sensação. A (re)conexão com o plano da sensação funciona como chave para mapear, mover e curar padrões reincidentes, tendências reativas e feridas emocionais, a partir do desenvolvimento gradual da chamada testemunha interna: uma consciência em movimento, capaz de acompanhar sem julgar, comunicar sem acusar e responsabilizar-se pelas narrativas e interpretações que cria. É notável o potencial político expandido da conjugação das ferramentas do MA com as do Modo Operativo AND, que partilhamos nas diferentes modalidades de oficinas colaborativas Práticas de Reparagem e Testemunho, orientadas por Fernanda Eugenio e Soraya Jorge, em dupla e/ou em articulação com os parceiros, e também integrantes desta pesquisa, Guto Macedo e Naiá Delion. Por um lado, o MO_AND contribui para a expansão da consciência encarnada proposta pelo MA, num compromisso não apenas com o autoconhecimento, mas com o engajamento e a participação no plano coletivo. Por outro lado, o MA convoca explicitamente a estender também ao plano do ‘acontecimento individual’ os exercícios de fractalização da percepção, de acolhimento do acidente e de tomada de posição suficiente, propostos pelo MO_AND. Empregando diferentes recursos, tanto o Modo Operativo AND quanto o Movimento Autêntico investigam, a partir de uma prática no terreno e no corpo, as modulações entre presença e ausência, dentro e fora, percepção e apreensão, afeto e partilha, foco e distração, instante e memória, singularidade e coletividade, desejo e responsabilidade. As oficinas MO_AND+MA começam com um ou dois dias dedicados à introdução, primeiro, a cada uma das práticas separadamente. Nos dias seguintes, parte-se para algumas proposições que exploram modos de combinar as ferramentas do MA – as posições movedore e testemunha e campo de potência para somafulness que se instaura entre ambes – com as do MO_AND – a ética de incorporação do acidente, a desfragmentação de si e a prática da re-paragem através do (contra)dispositivo do jogo quê-como-quando-onde. As oficinas têm durações e formatos variáveis e adota(ra)m diferentes títulos, consoante a modulação específica que se deseja explorar ou mover. https://www.youtube.com/watch?v=A3QbKDTHJqg Práticas de Reparagem e Testemunho: Modo Operativo AND e Movimento Autêntico MO_AND + DANÇA & COREOGRAFIA Fernanda Eugenio & Sílvia Pinto Coelho Práticas de Atenção Das muitas e variadas práticas que temos para nos colocarmos em estado de escuta ativa, de investigação e de criação, esta oficina procura ativar como hipótese a possibilidade de isolamento sensorial, delimitando uma zona temporária de atenção. A curiosidade da percepção e a criação de nexos em estado incipiente constituem o lugar privilegiado de pesquisa. Habitar um campo constituído envolve um processo de ajuste delicado e re-situado, em cada etapa, para encontrar uma implicação. Qualquer coisa como olear e afinar a máquina enquanto a usamos, num cuidadoso trabalho de sintonização. Por vezes, este processo já coabita conosco há muito tempo. O trabalho pode, nesse caso, passar por reconhecer o que já se encontra em andamento, para o explorar com a atenção, a imagem e a imaginação geradas. As Práticas de Atenção são o nome dado por Sílvia Pinto Coelho a um conjunto de proposições que têm vindo a desenvolver a partir de alguns métodos de olhar para as coreografias do cotidiano. No âmbito do AND Lab, estas práticas de atenção aliam-se às (também) práticas de atenção propostas pelo Modo Operativo AND, compondo uma oficina que propõe diferentes exercícios para inventariar o que já lá está, naquela difusa zona a que chamamos de ‘antes de começar’, observando se (e como) continuamos a(o) começar e pesquisando táticas de preparação e pré-paração. Tanto Fernanda Eugénio como Sílvia Pinto Coelho têm vindo a debruçar-se sobre vários modos de olhar para o processo como uma dramaturgia de decantação: tudo ‘pode’ (acontecer), mas entre aquilo que ‘pode’ (acontecer), o que é que se torna possível, o que é que se revela e é relevante, tanto individual como colectivamente? Esta oficina costuma ser oferecida no âmbito das edições anuais do AND Lab (atualmente a Escola do Reparar) constituindo o nosso modo de pré-paração para cada dia de trabalho. É também, por vezes, oferecida como módulo autónomo. MO_AND + TERNURA RADICAL Fernanda Eugenio & Dani D'Emilia Práticas de Des-Imunização Partem do campo de afinação entre a política de co(m)passionamento, experimentada por Fernanda Eugenio com o Modo Operativo AND, e a prática da Ternura Radical proposta pela artista Dani d’Emilia, no âmbito da performance e da pedagogia radical, para pesquisar, no plano da corporeidade, possíveis percursos para a ativação de modulações não-hierárquicas e disseminadas do amor e do amar, experimentando a sua liberação de conformações pré-definidas e a sua operatividade enquanto força de strangership : sintonização com o impróprio e o alheio, capacidade de prescindir da lógica da (des)identificação e do (des)entendimento para abrir-se em disponibilidade, comparência, escuta, engajamento e presença. Esta colaboração ancora-se no desejo de experimentar procedimentos relacionais e práticas político-afetivas encarnadas para a trans-formação social, explorando a dobra entre o íntimo e o político: entre os modos da vinculação proximal e aqueles que poderão operar, por emergência, mudanças sensíveis no coletivo. Criar as condições para o exercício desta política outra para a constituição situada do viver-juntes envolve acolher o risco e comprometer-se com o cuidado recíproco, a fim de sondar caminhos para a retomada de territórios afetivos imunizados pelos mecanismos da indiferença ou pelo fechamento identitário. Des-imunizar ao outro ( cum , o outro; o além de mim), experienciar a relação como dádiva ( munus ). Fazer no/do corpo coragem e franqueza para se implicar, a cada vez, no (re)fazer comum. Os procedimentos e as proposições vivenciais que vão sendo criados na relação entre es artistas são, periodicamente, partilhados sob a forma de diferentes oficinas experienciais abertas à participação de qualquer pessoa com disponibilidade e desejo de pesquisar o território vasto – e sempre ainda por inventar – dos modos como vivemos as nossas relações e distribuímos os nossos afetos. As oficinas propõem a cada vez um conjunto diferente de práticas emergentes da contaminação-afinação entre as políticas do co(m)passionamento e da ternura radical, sempre partindo do plano da corporeidade para investigar outras disposições sensíveis – menos dependentes da identificação e do entendimento – e modos de criar, frequentar e praticar formas disseminadas do amor. As proposições procuram criar um ambiente de confiança, acolhimento e franqueza – no qual o cuidado possa crescer na proporção do risco – e envolvem circuitos sensoriais e micro-scripts performativos para serem vividos em duplas, trios ou em pequenos grupos, circunscrevendo zonas temporárias de intimidade com o desconhecido e o desconhecível e convidando a experimentar estados de vulnerabilização deliberada e de elasticidade variável da (im)permeabilidade e do (des)conforto. Práticas de Dis-solução De Fernanda Eugenio e Dani d’Emilia, são parte da pesquisa colaborativa des artistas à volta da elasticidade das capacidades de vinculação íntima com o desconhecido/desconhecível e de possíveis percursos para a ativação de modulações politizadas, não-hierárquicas e disseminadas do amor. Apostando na sintonização com as valências da (dissolvência) como meio para pesquisar possíveis "foras" do regime hegemônico da solução, as Práticas de Dis-solução trabalham com a matéria íntima/pessoal para atravessá-la. Através de rituais psicosSOMAgicos, miram sintonizações com o infra e o transpessoal que permitam repousar no tecido da inseparabilidade, descansar no sentir distribuído e percorrer todo o espectro das sensações até a sua borda se (des)integrar no fora/dentro. Colocando em conversa o Modo Operativo AND e a Ternura Radical , esta colaboração iniciou em 2018 com as Práticas de Des-Imunizacão, focando em modos de retomada dos territórios afetivos imunizados pelos mecanismos de fechamento-proteção-indiferença característicos das relações entre humanes num enquadramento hegemônico-colonial-capitalístico. Com a pandemia e a demanda emergencial por imunização biológica, comprometeram-se as condições de proximidade que permitiam trabalhar na des-imunização afetiva à alteridade, ao mesmo tempo em que se tornou ainda mais urgente a sintonização com o fundo comum da Vida - feito não só do entrelaçamento com outres nomeáveis como "semelhantes", mas também da imbricação de cada ume com o corpo da Terra, com a vastidão ilimitada da vida para além e aquém das formas. Emergiram assim, em 2020, as Práticas de Dis-Solução, procurando fazer da ‘falta de contato físico’ entre humanes uma brecha para a coletivização do sentir, alargando as experimentações na direção de um repertório de intimidade relacional mais vasto, capaz de vibrar em amorosidade com outras formas de vida, mais-que-humanas. Experimento Re-Fusing Emerge na sequência de uma trajetória de investigação sobre como estender nossos modos e campos de intimidade entre e além do corpo social, de modo a incluir relações metabólicas mais amplas pelas quais somos constituídes e com as quais estamos continuamente entrelaçades. Movides pelo anseio e pela necessidade política de novas formas viscerais de respons(h)abilidade e pertencimento, temos vindo a investigar práticas que ativam a inseparabilidade e nos ajudam a sintonizar com ela enquanto uma experiência no sensível. Essa jornada começou em 2018, quando, colocando o Modo Operativo AND em conversa com a Ternura Radical , Fernanda e Dani criaram as Práticas de Des-imunização. A segunda fase dessa jornada deu lugar a outro campo de procedimentos relacionais, as Práticas de Dis-solução, por meio das quais emergiu uma série de Rituais PsicosSOMAgicos. Agora, com este primeiro experimento, circunscrevemos um novo campo de pesquisa na operação re-fusing - que sintetiza num só-multiplo movimento os gestos de recusar e refundir. Este é o desdobramento mais recente dessa pesquisa de longa duração, no qual, em conversa com Sarah Amsler, propomo-nos a estender mais amplamente abordagens queer ao plano das relações multiespécies, dando continuidade a esse trabalho dedicado a expandir formas de intimidade e a interromper, em si, inscrições sistêmicas que perpetuam a separabilidade. Iniciando um movimento mais direto de colocação em conversa das pedagogias do AND Lab e do coletivo Gestos Rumo a Futuros Decoloniais , o experimento encarnado Re-fusing propõe um protocolo simples para comparecer a encontros ume-para-ume com entidades mais-que-humanas, ativando modulações de relacionalidade cuir que permitam explorar em ato como co-sentir em vez de consentir - e, assim, pesquisar vias para reabrir e reorientar categorias e formas (passando do 'kind' ao 'kin'), sustentando a questão: 'o que é preciso recusar para re-fundir?' Histórico de Parcerias & Apoios [listados em ordem alfabética por categoria] Desde 2023, o AND Lab conta com o apoio e tem a sua estrutura financiada por: Parcerias Regulares AND Lab & Núcleos Amaréfunk Rio de Janeiro, Brasil Baldio | estudos de performance Lisboa, Portugal C.I.M.A. | Centro Internacional do Movimento Autêntico Brasil/Áustria Caravelas Reversas Ponte Portugal-Brasil Colectivo Corposições: Profanações entre Afecto, Performatividade e Território Rio de Janeiro, Brasil Corporeilabs | Laboratório de Subjetividade e Corporeidade IPSI-UFF/FAV/UFRJ/UFC Rio de Janeiro, Brasil EDA | Ensaios e Diálogos Associação Almada, Portugal Matterscapes Architecture Studios Madrid, Espanha Penha Sco Arte Cooperativa Lisboa, Portugal Projeto Ancorar e 'Raba Power' Lisboa, Portugal R.I.A.| Rede de Investigação Artística Lisboa, Portugal Roundaboutlx Lisboa, Portugal Trust Collective Barril de Alva, Coimbra, Portugal Casa Consultório Rio de Janeiro, Brasil Casa Territórios Rio de Janeiro, Brasil Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo CRD São Paulo, Brasil Companhia Brasileira de Teatro Curitiba, Brasil Corpo Rastreado São Paulo, Brasil Instituto Fênix Curitiba, Brasil MoviCena São Paulo, Brasil Serviço de Psicologia Aplicada | Universidade Federal Fluminense Rio das Ostras, Brasil White Lab Madrid, Espanha Parcerias Pontuais | Associações, Coletivos, Grupos, Projetos Associação Contra Bando Porto, Portugal Casa do Vapor Cova do Vapor, Almada, Portugal Cia Architecture de l'Éphémère Lille, França Cia dos Falsários Curitiba, Brasil Cia Lagartixa na Janela São Paulo, Brasil Cia Maior Lisboa, Portugal Colectivo Estado de Encuentro Lima, Peru Conversas Ponta Delgada e Lisboa, Portugal Cooperativa Minga Montemor-o-Novo, Portugal Cooperativa Teatro dei Veleni Lecce, Itália Gesturing Towards Decolonial Futures Collective Canada/Eslovénia Jongo da Serrinha Rio de Janeiro, Brasil Laboratorio PopUp Bologna, Itália LAPER Live Art and Performance Art Group Oxford, Reino Unido O Rumo do Fumo Lisboa, Portugal Oltre la Tenda Nápoles, Itália Orla Design Recreating Resilient Human Ecosystems Vila do Bispo, Portugal Plataforma Buala Lisboa, Portugal Plataforma Trafaria Trafaria, Almada, Portugal Platform Residency There are no Firm Rules 2016 Sheffield, Reino Unido PND | Projeto Novas Descobertas Lagos, Portugal Projeto Com-posições Curitiba, Brasil Projeto Quem Quer Brincar Porto Alegre, Brasil Projeto Temporada Fortaleza, Brasil Quandoonde Intervenções Urbanas Curitiba, Brasil Rede Européia Degrowth multicentrada Terceira Margem Arquitetura e Singularidades Rio de Janeiro, Brasil The Stranger Gets a Gift Praga, Chéquia Topias Urbanas Lisboa, Portugal Unfinished Escola de Verão Vila Nova de Gaia, Portugal Parcerias Pontuais | Escolas, Universidades, Espaços de Formação Agrupamento Escolar do Azeitão Azeitão, Portugal British Columbia University Vancouver, Canadá c.e.m. Centro Em Movimento Lisboa, Portugal Centro de Estudos Sociais Aplicados, CESAP/UCAM/Iuperj Rio de Janeiro, Brasil Centro de Investigaciones Artisticas Buenos Aires, Argentina Curso Técnico em Dança de Fortaleza Fortaleza, Brasil Escola Superior de Desenho Industrial – ESDI Rio de Janeiro, Brasil Faculdade de Artes do Paraná, FAP/UNESPAR Curitiba, Brasil Faculdade e Escola Angel Vianna Rio de Janeiro, Brasil Fórum Dança Lisboa, Portugal Freie Universität Berlin, Institut für Theatherwissenschaft Berlim, Alemanha Grimté - Groupe de Recherche International et Multidisciplinaire sur les Théories Énactives - Université de Montreal Montreal, Canadá Homerton College Cambridge, Reino Unido HZT-Berlin Master of Arts Solo, Dance, Authorship, SODA Berlim, Alemanha Instituto Superior de Educação Porto, Portugal Instituto Universitario Nacional del Arte, IUNA Buenos Aires, Argentina KHM, Cologne Academy of Media Arts Colônia, Alemanha LADA/ESDI/UERJ Laboratório de Design e Antropologia. Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ Rio de Janeiro, Brasil New York University, Hemispheric Institute of Performance and Politics Nova Iorque, EUA Oxford Brooks University Ruskin School of Arts Oxford, Reino Unido Pontifícia Universidade Católica Rio de Janeiro, Brasil Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena, Escola de Comunicação da UFRJ Rio de Janeiro, Brasil Royal Danish Academy of Fine Arts – School of Conceptual and Contextual Arts Copenhaga, Dinamarca Uni-Rio, Departamento de Artes Cénicas Rio de Janeiro, Brasil Universidad de Santiago, Departamento de Danza Santiago, Chile Universidade Católica Portuguesa, Estudos de Cultura, Lisbon Consortium Lisboa, Portugal Universidade de Brasília, Departamento de Artes Cénicas Brasília, Brasil Universidade de Lisboa, Instituto de Ciências Sociais, ICS UL Lisboa, Portugal Universidade do Porto, Faculdade de Belas Artes Porto, Portugal Universidade Estadual de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas Florianópolis, Brasil Universidade Federal da Bahia, Departamento de Dança Salvador, Brasil Universidade Federal de Uberlândia, Depto. de Educação Uberlândia, Brasil Universidade Federal de Viçosa, Departamento de Dança Viçosa, Brasil Universidade Federal do Ceará, Laboratório das Artes e das Juventudes Fortaleza, Brasil Universidade Federal do Paraná, Departamento de Informática e Interação Humano-Computador Curitiba, Brasil Universidade Federal do Piauí, Departamento de Educação, Observatório das Juventudes e Violências nas Escolas Teresina, Brasil Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Departamento de Educação Porto Alegre, Brasil Universidade Federal do Tocantins, Licenciatura em Teatro Palmas, Brasil Universidade Federal Fluminense, Departamento de Psicologia Rio das Ostras, Brasil Universidade Federal Fluminense, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Niterói, Brasil Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Departamento de Comunicação e Linguagens Lisboa, Portugal Parcerias Pontuais | Espaços de Prática, Apresentação e/ou Residência Alfred Theater Praga, Chéquia Alpendre Fortaleza, Brasil Armazém 22 Vila Nova de Gaia, Portugal Atelier Real Lisboa, Portugal Bellas Arts Project Manila, Filipinas Casa Hoffman Curitiba, Brasil Casa Quatro Ventos Curitiba, Brasil Casas Líquida São Paulo, Brasil Centro de Memória de Vila do Conde Vila do Conde, Portugal Centro Pulsar de Equilibração Corporal Rio de Janeiro, Brasil Cohabitar Valparaíso, Chile Condomínio Cultural São Paulo, Brasil Cultivamos Cultura São Luis, Portugal Divadlo 29 Pardubice, Chéquia Encosta Residência Artística Ilha do Mel Paranaguá, Brasil Escritório Cosmos Rio de Janeiro, Brasil Espaço Alkantara Lisboa, Portugal Espaço Cultural Pés no Chão Ilhabela, São Paulo, Brasil Espaço Mova Rio de Janeiro, Brasil Espaço Olho da Rua Rio de Janeiro, Brasil Espaço Tatuí Residência Artística Serra Grande, Brasil Estúdio Vanda Melo Lisboa, Portugal Fábrica de Cultura Alcanena/Minde, Portugal Favela LX Lisboa, Portugal Fundaci - Fundacão de Arte e Cultura de Ilhabela Ilhabela, São Paulo, Brasil Gaivotas 6 Lisboa, Portugal Galeria Municipal José Tarrago Cartaxo, Portugal Green Park Atenas, Grécia Grupo Recreativo Folclórico Amador do Rogil Rogil, Aljezur, Portugal Instituto de Psicologia Social Pichon-Rivière Porto Alegre, Brasil Klinika Praga, Chéquia Latoaria Lisboa, Portugal Leggere Strutture Bologna, Itália O Espaço do Tempo Montemor-o-Novo, Portugal Olho da Rua Rio de Janeiro, Brasil Plataforma Revólver Lisboa, Portugal Quinta do Vale da Lama Lagos, Portugal Rede SESC Brasil multicentrada SAMAUMA Artes e Permacultura Mantiqueira São Paulo, Brasil Somos Goma Rio de Janeiro, Brasil Spazio Danza Bologna, Itália TBA - Teatro do Bairro Alto Lisboa, Portugal Teatro Maria Matos Lisboa, Portugal TheaterHaus Berlin-Mitte Berlim, Alemanha Vila das Artes Fortaleza, Brasil Vozzuca Uberlândia, Brasil Parcerias Pontuais | Festivais & Encontros Alkantara festival Lisboa, Portugal Bienal Ano Zero de Coimbra Coimbra, Portugal Bienal Internacional de Dança do Ceara Fortaleza, Brasil Bienal Internacional de São Paulo São Paulo, Brasil Bienal Internacional do Ceará De Par em Par Terceira Margem Fortaleza, Brasil Colóquio Movimento e Mobilização Técnica Lisboa, Portugal Condança Porto Alegre, Brasil CreArt Understanding Pardubice, Chéquia Encontro À Procura da Superfície Porto, Portugal Encontro Estética e Política entre as Artes Culturgest Lisboa, Portugal Encontros Anuais da ANPOCS multicentrados FACA Festa de Antropologia, Cinema e Arte Lisboa, Portugal Festival Amostra Urbana Curitiba, Brasil Festival Arte Cidade Rio de Janeiro, Brasil Festival Circular de Artes Performativas Vila do Conde, Portugal Festival Dança em Foco Rio de Janeiro, Brasil Festival de Videodança PlayRec Recife, Brasil Festival Estética Central Rio de Janeiro, Brasil Festival Materiais Diversos Minde, Portugal Festival Múltipla Dança Florianópolis, Brasil Festival Panorama de Dança Rio de Janeiro, Brasil Festival Walk and Talk Açores Ponta Delgada, Portugal HCI |Human-Computer Interaction Conference Toronto, Canadá Impultstanz Viena, Áustria Performance, Politics, Institutions Atenas, Grécia Plataforma Internacional de Dança da Bahia Salvador, Brasil Queer Lisboa - Festival Internacional de Cinema Queer Lisboa, Portugal Reunião Brasileira de Antropologia multicentrada Reunião de Antropologia do MERCOSUL multicentrada Riocenacontemporanea Rio de Janeiro, Brasil Simpósio Arte na Educação Básica Salvador, Brasil Simpósio Internacional Performance Arte Portuguesa Lisboa, Portugal SNEP Seminário Nómada Lisboa, Portugal Tecido Afetivo Flexeiras, Brasil The art of being many Hamburgo, Alemanha Trienal de Arquitectura de Lisboa Lisboa, Portugal Parcerias Pontuais | Museus, Galerias, Centros Culturais, Fundações Airez Galeria de Artistas Independentes Curitiba, Brasil Carpe Diem Lisboa, Portugal Casa das Histórias Paula Rêgo Cascais, Portugal Centro Cultural de Belém / Museu Berardo Lisboa, Portugal Centro Cultural de Cascais / Fundação D Luis I Cascais, Portugal Centro Cultural São Paulo São Paulo, Brasil Centro de Artes da Maré Rio de Janeiro, Brasil Culturgest Lisboa, Portugal East Bohemian Museum Pardubice, Chéquia Espaço Mira Artes Performativas Porto, Portugal Fundação Musagetes Vancouver, Canadá Fundação Museu de Serralves Porto, Portugal Galeria Bronze Porto Alegre, Brasil Galeria da Boavista Lisboa, Portugal Goethe Institut multicentrado Karst Gallery Plymouth, Reino Unido Kestle Barton Rural Centre of Arts Manaccan, Reino Unido Largo das Artes Rio de Janeiro, Brasil Maat - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia Lisboa, Portugal Museo de Arte Contemporaneo de Lima Lima, Peru Museu da Dança MUD São Paulo, Brasil Oi Futuro Rio de Janeiro, Brasil San Art Gallery Ho Chi Min City, Vietname Site Gallery Sheffield, Reino Unido Somos Art Space Berlim, Alemanha Tranzidisplay Gallery Praga, Chéquia Parcerias Pontuais | Revistas & Editoras Fada Inflada Editora Rio de Janeiro, Brasil Ghost Editora Lisboa, Portugal Portal Ctrl Alt Dança multicentrado Portal idanca Brasil multicentrado Revista A.DNZ - Universidade do Chile Santiago, Chile Revista Fractal Niterói, Brasil Revista Mesa Rio de Janeiro, Brasil Revista Urdimento Florianópolis, Brasil Apoios | Recebidos ao longo da trajetória do AND Lab Câmara Municipal de Lisboa Lisboa, Portugal CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Brasil Fundação Calouste Gulbenkian multicentrado Fundação Capes - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Brasil Fundo de Emergência Social Cultura - Câmara Municipal Lisboa Lisboa, Portugal (2020-21) Fundo de Fomento Cultural - República Portuguesa Lisboa, Portugal (2020) MinC – Ministério da Cultura Brasil Brasil Pólo Cultural Gaivotas-Boavista – Câmara Municipal de Lisboa Lisboa, Portugal Prefeitura de São Paulo São Paulo, Brasil Programa Erasmus + Traineeship After Graduation) multicentrado (2019) República Portuguesa Cultura | dg-artes Direção Geral das Artes Portugal (2018-19) Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, Brasil PROGRAMAS DO AND LAB CALENDÁRIO DE ATIVIDADES TOPO

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    AND Doc ENTRAR (ASSINANTES) ASSINAR E APOIAR O Acervo Digital do AND A primeira versão da nossa plataforma de conteúdo online surgiu em 2020, em contexto pandémico, num enorme esforço para viabilizar a Edição Piloto da Escola do Reparar — o nosso formato de formação continuada artístico-política, que hoje ultrapassa seis edições anuais. Foram então disponibilizadas salas de aula virtuais, canais para lives e registo de aulas, espaço para interação entre participantes e outros recursos muito úteis e procurados nesse período. Quando o online enfim voltou a ser somente uma alternativa, como legado de todo o investimento realizado, tínhamos uma coleção diversificada de: publicações e registos audiovisuais, artigos e materiais teórico-reflexivos na íntegra, exibições em eventos presenciais/online, videoperformances, publicações digitais dos Programas de Artefatos do AND Lab, contribuições de proponentes e participantes de atividades, entre outras partilhas. A escolha, logicamente, foi preservá-lo, facultar o seu acesso às pessoas contribuintes/apoiadoras do AND e também encontrar um meio para o expandir. Estamos num esforço contínuo para disponibilizar aqui mais materiais, enquanto processamos o extenso arquivo bruto do AND Lab. Aos poucos, esperamos integrar neste acervo: galerias de imagens dos eventos realizados, cursos, escolas, labs, exposições, novos artefatos e criações; áudios e podcasts de sessões, palestras e cursos; listagem, links e pdf de investigações e publicações relacionadas com o AND. Por tudo isso, a sua contribuição para a existência deste espaço é fundamental, desde o seu nascimento. Bem-haja! Apoio à Investigação sobre o AND Instrumento facilitador de investigações académicas ou artísticas relacionadas ao AND Lab, o Acervo busca centralizar publicações de diferentes plataformas e medias (textos, vídeos, imagens e áudios). Publicações de Conteúdo As Publicações do Acervo estão organizadas por assunto e incluem todos os artefatos digitais, além de artigos na íntegra e registos audiovisuais diversos sobre o Modo Operativo AND e os programas do AND Lab. Canal de Vídeos do AND Doc O Canal de Vídeos reune num só lugar vídeos contidos nas diferentes publicações exclusivas do próprio Acervo e vídeos publicados em outras plataformas, como o YouTube. Também é possível buscá-los por assunto. Websérie e Documentário, entre outros Artefatos Dentre as publicações de artefatos e videoperformances propositivas do Acervo, destacamos a websérie Manual de Sobrevivência para tempos Irreparáveis e o documentário 10 Anos de AND Lab: uma Re-Membração. Assinar o AND Doc AND Doc | Assinatura online 35 € € 35 Acesso online ao Acervo Digital do AND através de assinatura no site Válido por 3 meses ASSINAR Contribuir para o Acervo Tem algum material desenvolvido de investigações relacionadas ao AND Lab? Entre em contacto connosco :) Se o seu material vier a ser publicado, concederemos uma assinatura em retribuição à sua contribuição.

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