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  • Léa Briot | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Léa Briot Núcleo França Léa, enquanto viajante assentade (em Grenoble, França), vive com dança e movimento e trabalha atualmente como educadora popular com crianças. Depois de formar-se em Economia Social numa escola pluridisciplinar de Ciências Políticas (Sciences Po Grenoble 2012-2017), continuou estudando e praticando dança e movimento e assim viajando. Fez curso intensivo de dança, praticas somáticas e performance em TIP (Freiburg, Alemanha) e na Tanzfabrik (Berlin, Alemanha) em 2021-2022. Encontrou com o AND-Lab em 2018 em Lisboa, trazida pela presença de Soraya Jorge, com quem descobriu o Movimento Autentico em Recife, Brasil, durante a sua mobilidade académica em 2015. Desde então continuou participando nas atividades do AND-Lab. Com Nirvan Navrin, contribuiu recentemente para a organização e na tradução ao vivo de um curso-retiro do AND-Lab no sul da França (Escola do Reparar 2025, Chaleur Humaine), integrando assim o núcleo francês do AND-Lab. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • edicao-04-2023 | AND Lab

    edicao-04-2023 edicao-04-2023 VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) [sobre a Escola] [ver outras edições] APRESENTAÇÃO Escola do Reparar Ed#4-2023 novas ferramentas-conceito da filosofia habitada do Modo Operativo AND A Escola do Reparar é um programa anual continuado de investigação-criação expandida e formação artístico-política, que abriga quatro interfaces de encontro e se desenrola no eixo Portugal-Brasil. Apoiada na criação sempre em processo de Fernanda Eugenio com o Modo Operativo AND , em colaboração com a rede multilocalizada de artistas do Coletivo AND e com diferentes artistas convidades a cada vez, a Escola do Reparar toma, a partir da constelação prático-teórica do MO_AND, uma questão-tema por ano como mote para a criação de novos dispositivos performativos de encontro, proposições vivenciais, jogos e ferramentas de composição-criação coletiva, adotando a estrutura duracional da viagem para convidar à habitação e à persistência no trabalho íntimo-político da trans-forma-ação . As suas quatro linhas de atividades estão desenhadas de modo a propiciar às pessoas participantes um percurso gradual e amparado de navegação na questão-tema do ano. Começamos sempre pelo hANDling , oficinas de partilha do MO_AND e práticas afins (março a junho; setembro a novembro, em Lisboa e diferentes cidades do Brasil a cada ano) , dedicado a oferecer as bases de sustentação da jornada anual, através da introdução e do desdobramento das ferramentas-conceito e princípios centrais do Modo Operativo AND, aliado a práticas corporais do Coletivo AND. A seguir, entramos nos Estudos Indóceis , grupo de estudos praticados e experimentais (maio - Portugal e outubro - Brasil) , dedicado a partilhar a filosofia habitada à volta dos conceitos em foco a cada ano. Chegamos então ao LANDscape , curso-retiro imersivo (julho - Portugal e janeiro - Brasil) , construído sob a forma de jornada-ritual de trans-forma-ação , na qual o Modo Operativo AND se multiplica num conjunto de proposições político-afetivas encarnadas mais complexas, que convocam diferentes modulações de jogo da constelação AND lado a lado a peças-rituais especialmente criadas, a cada vez, para propiciar a experiência sensível e vivencial da questão-tema. Esta atividade é, ao mesmo tempo, fim e começo: uma culminância da jornada de cada ano, todos os meses de julho, que, ao se repetir em janeiro, opera também a pré-paração para o ano seguinte, e para uma nova questão-tema prestes a emergir. Toda a viagem é assistida e nutrida pelo [ under]stANDing , programa de investigação continuada e de criação de artefatos por Fernanda Eugenio em colaboração com o Coletivo AND. O stANDing é a escola sendo gestada enquanto acontece e perpassa todo o ano em duas temporadas (fevereiro-julho e setembro-janeiro), compostas por trabalho presencial no Atelier AND Lab em Lisboa, encontros online e pelas Residências de Criação LAND, se abrindo ao exterior através de sessões de partilha e mostra informal de processos algumas vezes por ano. Cabe ainda ressaltar que, embora hANDling, Estudos Indóceis e LANDscape se constituam enquanto atividades encadeadas, estão articuladas de modo a também permitir o ingresso de novas pessoas participantes a qualquer momento da viagem, que venham a acessar a experiência de modo avulso e pontual. A Escola do Reparar propõe habitar o 'entre' enquanto intervalo de potência, instaurando-se no seio dos cruzamentos arte-vida e estruturando-se de forma espraiada e multilocalizada, no trânsito entre Portugal e Brasil, entre o urbano e o rural e entre o presencial e o virtual, num compromisso em conjugar uma consistente deslocação subjetiva e sensível com o descentramento geográfico e a propagação digital. Reivindica-se, assim, enquanto campo de amparo para o encanto, enquanto campo seguro para o risco: firmado no cuidado e focado em (re)ativar a relação atenta com a Terra-Soma e, ao mesmo tempo, em infiltrar e sustentar um modo comunitário no quotidiano urbano e digital. A Escola do Reparar oferece anualmente um mínimo de 25% de vagas sob a forma de bolsas integrais com perfil interseccional, para pessoas vulnerabilizadas por intersecções de classe, raça, gênero, deficiência, orientação sexual, corporalidades dissidentes, migração e/ou origem étnica. As atividades da Escola do Reparar em Portugal são bilíngues (português e inglês) e têm tradução em Língua Gestual Portuguesa sempre que necessário. As instalações do Atelier AND Lab em Lisboa são acessíveis para pessoas em cadeiras de roda ou canadianas/muletas. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES (clicar nas imagens para ver detalhes separadamente, em outra janela) under stANDing Investigação-Criação com o MO_AND Módulo-Residência de Criação A Linha-interface under stANDing conforma um plano contínuo de pesquisa e criação com o Modo Operativo AND, no qual a metodologia dobra-se sobre si própria, a partir de uma questão-tema a cada ano, mantendo-se assim enquanto organismo vivo em constante (re)formulação. O nome under stANDing aponta para um modo de investigar-criar que desvia da interpretose e da representação, comprometendo-se com a experiência direta, a sustentação do não-saber e a sintonização com sabedorias encarnadas, aquém-além da ilusão humana do ponto de vista. hANDling Formação no MO_AND Módulo de Introdução & Desdobramento A Linha-interface hANDling foca-se na dimensão (trans)formativa e de partilha do MO_AND enquanto ferramenta de mediação e composição. Oferece oficinas intensivas e extensivas de transmissão e prática da constelação de jogos e ferramentas-conceito do Modo Operativo AND. O nome hANDling convoca a mancha semântica do verbo 'to handle' para sinalizar um duplo compromisso: por um lado, com a ética do manuseamento, em contraponto à manipulação, que norteia o Modo Operativo AND; por outro, com a entrega/oferta das nossas ferramentas, criando situações de transmissão-partilha que favoreçam a sua incorporação pela via da frequentação, da prática e do cultivo da autonomia e da singularidade de cada praticante. LANDscape Jornada Ritual com o MO_AND Módulo de Aprofundamento/Vivência Imersiva A Linha-interface LANDscape foca-se na dimensão de (auto)reparação individual e coletiva através da criação de vivências-rituais em modo retiro. Programa-paisagem construído sob a forma de jornada-ritual de trans-forma-ação, na qual o Modo Operativo AND se multiplica num conjunto de proposições somáticas e político-afetivas encarnadas mais complexas, os LANDscape convocam diferentes modulações de jogo da constelação AND, lado a lado a peças-rituais especialmente criadas, a cada vez, para propiciar a experiência sensível e vivencial da questão-tema. EDIÇÃO ATUAL | INSCRIÇÕES Lamentamos, mas a edição atual Escola está em andamento e as inscrições para as modalidades do seu eixo continuado já foram encerradas. Para ver a disponibilidade de vagas de participação avulsa, ir ao Calendário do site. IR AO CALENDÁRIO IR AO CALENDÁRIO Ver o quadro de detalhes/valores das modalidades Clicar no botão da modalidade escilhida e preencher o formulário Efetuar o pagamento (se houver) QUESTÃO-TEMA Re-pouso & Re-voo: Amparo, Encanto e Restauração (Re)começamos sempre pelo Ninho , assim como também (re)começamos a cada vez que deixamos o ninho e nos tornamos Bando . A Escola do Reparar 2023 convida a uma viagem prática e vivencial de reencontro com as experiências encarnadas do Ninho e do Band o, concretizações que emanam dos gestos-rituais do Re-pouso e do Re-voo, questão-tema da edição deste ano. Dando continuidade à pesquisa do Amparo e do Encanto enquanto vias de resgate da experiência sensível da inseparabilidade, o Re-pouso e o Re-voo serão desdobrados numa jornada duracional, marcada por diferentes oficinas, laboratórios e cursos-retiros a se desenrolarem ao longo do ano, criando um campo seguro para pesquisarmos e experimentarmos, íntima e coletivamente, modos de operar a Restauração. Persistindo na investigação de como Reparar (n)o Irreparável, que sustenta o Modo Operativo AND, propomos uma demora na Restauração enquanto uma das muitas modulações da reparação. A Restauração é aqui convocada, ao mesmo tempo, enquanto descanso profundo e restauração das forças , na luta pela descontinuação do Irreparável sistémico, e enquanto re-historiação das formas de vida , permitindo re-formular, e, assim, re-orientar, os nossos modos de existir, relacionar e habitar, na direção do respeito e do honrar da Vida. Acreditamos que sintonizar com a inseparabilidade ao nível do corpo-soma é imprescindível para dar sustentação a um posicionamento político consistente de desprogramação, no plano íntimo do cada-ume (e, por reverberação, no plano coletivo onde somos muites), das lógicas de Dívida e Dúvida que, consecutivamente, vem corrompendo a nossa relação com a Dádiva e reiterando as lógicas usurpatórias do Irreparável hegemónico e estrutural. O desamparo e o desencanto, sob a forma do cansaço e da confusão, por um lado, e da tristeza e da indiferença, por outro lado, configuram a sintomática da expropriação capitalística do sensível, e produzem a ilusão da separação característica das subjetividades contemporâneas, reiterando a perpetuação do saque Irreparável. Desmobilizar o Irreparável, assim, envolve re-membrar - lembrar que somos inseparáveis e, também, voltar a juntar o que foi separado, reparando (n)o acesso a uma sabedoria do (i)limite, muito mais vasta do que cada ume de nós: a sabedoria encarnada, implicada e intemporal do agregado Soma-Terra que nos conecta ao Fundo Comum da Vida. Para enfrentar essa missão, que reencena a questão-chave do Modo Operativo AND - como matar o sistema (em nós) sem morrer? - é preciso estarmos restaurades. Com as forças refeitas, e com as formas amolecidas, porosas, reabertas - deformadas… Assim, ao invés de responder, re-perguntamos: Ante o Irreparável manifesto na ilusão da separação e no consequente afeto do esgotamento/desamparo e do embotamento/desencanto , COMO (SE AUTO)ANINHAR E (SE DE)BANDAR? Chamamos um Estado de Re-pouso, no qual possamos re-orientar o desamparo em Amparo. Um estado, ao mesmo tempo, de des-canso (repouso) e de reencontro com o corpo-soma da Terra (re-pouso), no qual é possível voltar a chegar, aterrar e abrir caminho para uma regeneração urgente. Fazer Ninho para, assim, permitimo-nos ser (re)feites por ele, reconectando com o sustento, o envolvimento, o abrigo e o refúgio do Amparo, no qual torna-se possível reaprender a receber . O ninho, onde re-pousamos em Amparo, é onde se pré-para (numa pausa-espera pelo nascimento, ou renascimento), onde se prepara (no gestar, esse gesto de construir o que virá) e, por vezes, também onde se repara (oferecendo campo seguro para o refazimento da vida através de deixar morrer aquilo que precisa morrer ) De variadas maneiras, o ninho é onde a força do porvir re-pousa até tomar, outra vez, forma de Vida - se encantar e re-voar. Então o ninho é também lugar da manifestação primeira do encanto : fulgor da vida-morte a irromper. Portal, no aqui-e-agora, para a beleza e a justeza de tudo que há. Chamamos um estado de Re-voo, no qual possamos re-orientar o desencanto em Encanto. Um estado de des-ilusão radical, no qual, porque descolamos dos mecanismos da identificação e do entendimento, enfeitiçamos a maldição do ponto de vista individual que, desfeita, nos permite também decolar: entrar na revoada, retornar ao Bando. Na solidariedade infra e trans individual do bando, re-ligamos o acesso ao Encanto, passagem para a ordem implicada do Mistério, para o manancial (extra)ordinário dos possíveis da Vida, em constante re-generação e re-união, no qual torna-se possível reaprender a retribuir . O Bando - que é também debandagem da solidão sistémica - é quando e onde experimentamos a fusão sem confusão , a integridade sem inteireza do existir em co(n)sentimento com o Tudo-Todo, ao mesmo tempo aquém e além do ume. É quando e onde incorporamos o re-conhecimento de inter-sermos (e infra-sermos, e trans-sermos), e experimentamos a (des)integração na pertença à imensidão do Fundo Comum da Vida. Fazer bando é fazer nada a não ser estar a serviço : em sintonia com o entorno mais imediato, nem mais rápido nem mais devagar, nem muito perto nem muito longe, nem muito igual nem muito diferente, nem faltante nem em excesso, apenas e justo num estado que é porque é comum. Fernanda Eugenio Lisboa, março de 2023 FICHA TÉCNICA Direção: Fernanda Eugenio Curadoria e Formulação: Fernanda Eugenio Equipa Artística e Pedagógica: Fernanda Eugenio, Guto Macedo, Iacã Macerata, Manoela Rangel, Mariana Pimentel, Milene Duenha, Naiá Delion, Pat Bergantin, Ruan Rocha Acompanhamento e Cuidado: Iacã Macerata e Ruan Rocha Interlocuções Convidadas (LANDscape Barril de Alva): Ana Dinger, Bernardo Chatillon, Sílvia Pinto Coelho Design e Plataforma Online: Alexandre Eugenio Produção: Catarina Serrazina Produção local (Brasil): Núcleos AND Lab Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Palmas Comunicação: Pat Bergantin Documentação Audiovisual: Gabriela Jung e Inês T. Alves Parcerias Portugal: Trust Collective, Plataforma Revólver Parcerias Brasil: : UnB, Galeria DeCurators, Centro de Dança do Distrito Federal, Casa Amarela/Fazendinha, Pés no Chão, Fundaci Apoio: DGArtes - República Portuguesa LINKS RELEVANTES Sobre a Escola do Reparar Sobre o Modo Operativo AND Site da Trust Collective (parceira do AND Lab e sítio de acolhimento do retiro LANDscape) [sobre a Escola] [ver outras edições] VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) edicao-04-2023 edicao-04-2023

  • edicao-03-2022 | AND Lab

    edicao-03-2022 edicao-03-2022 VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) [sobre a Escola] [ver outras edições] APRESENTAÇÃO Escola do Reparar Ed#3-2022 Entre abril e dezembro, entre Portugal e Brasil, entre os formatos presencial e online, a Escola do Reparar 2022 percorrerá quatro programas. Começaremos pelo hANDling , um programa dedicado a oferecer e a manusear - a (re)incorporar através do uso contínuo - as ferramentas de que dispomos no AND Lab: o Modo Operativo AND e as práticas corporais e de cuidado do Coletivo AND (abril a julho). A seguir, no programa stANDing , partilharemos as novas ferramentas que andam a surgir no plano das nossas investigações-criações em processo, em workshops dedicados às três diretrizes do AND Lab: o AND Soma, o AND Terra e o AND Cuidado (setembro). Então, já suficientemente pré-parades, entraremos mais frontalmente na questão-tema do ano, em dois programas: nos Estudos Indóceis (outubro) faremos uma aproximação, em modo grupo de estudos, às ferramentas-conceito da re-membração, do amparo e do encanto; e no LANDscape (novembro), mergulharemos num curso-retiro intensivo inteiramente dedicado a (des)dobrá-las de modo vivencial e em contato direto com a terra - no território-corpo e no corpo-território. A Escola do Reparar 2022 também trará, em paralelo, a possibilidade do público entrar em contato com o Modo Operativo AND através da websérie em três episódios Manual de Sobrevivência para Tempos Irreparáveis , que será lançada em abril, juntamente com o nosso encontro público de abertura. Finalizaremos o ano com um encontro de balanço aberto a todes, no início de dezembro. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES (clicar nas imagens para ver detalhes separadamente, em outra janela) under stANDing Investigação-Criação com o MO_AND Módulo-Residência de Criação A Linha-interface under stANDing conforma um plano contínuo de pesquisa e criação com o Modo Operativo AND, no qual a metodologia dobra-se sobre si própria, a partir de uma questão-tema a cada ano, mantendo-se assim enquanto organismo vivo em constante (re)formulação. O nome under stANDing aponta para um modo de investigar-criar que desvia da interpretose e da representação, comprometendo-se com a experiência direta, a sustentação do não-saber e a sintonização com sabedorias encarnadas, aquém-além da ilusão humana do ponto de vista. hANDling Formação no MO_AND Módulo de Introdução & Desdobramento A Linha-interface hANDling foca-se na dimensão (trans)formativa e de partilha do MO_AND enquanto ferramenta de mediação e composição. Oferece oficinas intensivas e extensivas de transmissão e prática da constelação de jogos e ferramentas-conceito do Modo Operativo AND. O nome hANDling convoca a mancha semântica do verbo 'to handle' para sinalizar um duplo compromisso: por um lado, com a ética do manuseamento, em contraponto à manipulação, que norteia o Modo Operativo AND; por outro, com a entrega/oferta das nossas ferramentas, criando situações de transmissão-partilha que favoreçam a sua incorporação pela via da frequentação, da prática e do cultivo da autonomia e da singularidade de cada praticante. LANDscape Jornada Ritual com o MO_AND Módulo de Aprofundamento/Vivência Imersiva A Linha-interface LANDscape foca-se na dimensão de (auto)reparação individual e coletiva através da criação de vivências-rituais em modo retiro. Programa-paisagem construído sob a forma de jornada-ritual de trans-forma-ação, na qual o Modo Operativo AND se multiplica num conjunto de proposições somáticas e político-afetivas encarnadas mais complexas, os LANDscape convocam diferentes modulações de jogo da constelação AND, lado a lado a peças-rituais especialmente criadas, a cada vez, para propiciar a experiência sensível e vivencial da questão-tema. EDIÇÃO ATUAL | INSCRIÇÕES Lamentamos, mas a edição atual Escola está em andamento e as inscrições para as modalidades do seu eixo continuado já foram encerradas. Para ver a disponibilidade de vagas de participação avulsa, ir ao Calendário do site. IR AO CALENDÁRIO IR AO CALENDÁRIO Ver o quadro de detalhes/valores das modalidades Clicar no botão da modalidade escilhida e preencher o formulário Efetuar o pagamento (se houver) QUESTÃO-TEMA Amparo e Encanto: Re-membração e Descontinuação do Irreparável Estamos cansades e confuses. Um pacto com o desamparo, tão involuntário quanto inescapável, tem drenado as nossas capacidades de co-sentir - de habitar plenamente a inter e a intraconectividade enquanto rede inesgotável de cuidado e sustento recíprocos. Estamos ofuscades e tristes. Navegando na faixa de frequência do desencanto, entoamos a falta num peito-buraco-sem-fundo. Vamos seguindo, atordoades demais para reconhecer e honrar o que já temos e o que não paramos de receber. Atordoades demais, também, para sonhar retribuições, superações vitais e invenções revitalizantes. Nesta terceira edição da Escola do Reparar, a proposta é pesquisar, na carne e com as forças que nela circulam, vias para voltar a acessar a sensibilidade do amparo e do encanto - duas modulações da experiência sensível da inseparabilidade que, apostamos, vibram a potência de outras cura(doria)s de vida, afinadas com um comum mais-que-humano, infinitesimal e cósmico. O amparo vibra enquanto re-pouso: é e acontece lá onde voltamos a chegar onde já estamos, aterramos. E, porque acessamos o estado de pouso, também des-cansamos, repousamos. É aquela faixa de frequência na qual experimentamos sustento e dádiva - o amparo do Fundo Comum da Vida, no qual co-participamos enquanto partícula feita e fazedora de outras partículas. Somos, ao mesmo tempo, parte e inteires. Sentimos a vida enquanto atravessamento incontornável e ilimitado, na sua abundância de manifestações infra e transpessoais, se estendendo para além e para aquém de nós. Amparo é, assim, aprender a receber. O encanto, por sua vez, vibra enquanto re-voo. Brilha lá onde descolamos dos mecanismos da identificação e do entendimento, e, por isso, também decolamos. Deixamos de nos confundir, experimentamos, nem que seja de relance, re-fundir: voltar a sintonizar com a faixa de frequência na qual sabemos-nos amálgama, sabemos-nos cúmplices do mistério e o podemos sustentar sem pressa nem desejos de desvendamento ou pacificação. A faixa de frequência na qual nos apropriamos plenamente das consequências de ser parte-tode: de estarmos visceralmente implicades, em tudo o que há e em tudo o que se dá. Encanto é, assim, aprender a retribuir. Dando continuidade à pesquisa da re-membração enquanto gesto de despactuação com o Irreparável, a Escola do Reparar 2022 convida a uma jornada experiencial e experimental pelas diferentes modulações sentidas do Irreparável - seja enquanto dano e saque estrutural, que é preciso inaceitar radicalmente, descontinuar; seja enquanto dimensão não apreensível, desconhecida e desconhecível, que comparece junto a cada acontecimento, e que porta ares e moléculas de outros mundos possíveis. Porta antídotos. A fim de pesquisar modos para reencontrar as experiências encarnadas e sentidas do amparo e do encanto, propomos percorrer demoradamente três fases do processo de re-membração: a manifestação, o acesso e o re-conhecimento. E aprender as suas três táticas de reparação: a involução, a (des)integração e a renunciação. Percorrendo esse caminho, vamos operando a re-membração, tanto enquanto rememoração - reagregação no presente de espaços-tempos ancestrais e futuros-, quanto enquanto remembramento - um voltar a unir o que a cisão (pós)moderna insiste em separar, fragmentar e desligar - e, assim, também alienar e anestesiar. Propomos um programa continuado, que se desenrolará ao longo de todo o ano para, juntes, (des)dobrarmos estas questões, acreditando que sintonizar com a inseparabilidade ao nível do Soma e da Terra é imprescindível para dar corpo de sustentação a um posicionamento político consistente de descontinuação das lógicas de dívida e dúvida que, consecutivamente, vêm corrompendo a nossa relação com a dádiva e reiterando as lógicas usurpatórias de um Irreparável hegemónico e estrutural. Fernanda Eugenio Lisboa, março de 2022 FICHA TÉCNICA Direção: Fernanda Eugenio Desenho, Curadoria e Formulação Conceitual: Fernanda Eugenio Equipa Pedagógica: Fernanda Eugenio, Guto Macedo, Iacã Macerata, Manoela Rangel, Mariana Pimentel, Milene Duenha, Naiá Delion, Pat Bergantin, Ruan Rocha Acompanhamento e Cuidado: Iacã Macerata e Ruan Rocha I nterlocuções Convidadas: Ana Dinger, Soraya Jorge Design, Plataforma Online e Gestão Administrativa: Alexandre Eugenio Produção: PatB & Coletivo AND Comunicação: PatB Documentação Audiovisual : Gabriela Jung Parcerias: Trust Collective, Penhasco Arte Cooperativa, Prosa Plataforma Cultural, Casa Amarela Guapimirim, Pés no Chão, Fundaci Apoio: Polo Cultural Gaivotas-Boavista, Câmara Municipal de Lisboa LINKS RELEVANTES Sobre a Escola do Reparar Sobre o Modo Operativo AND Site da Trust Collective (parceira do AND Lab e sítio de acolhimento do retiro LANDscape) [sobre a Escola] [ver outras edições] VOLTAR (SOBRE A ESCOLA) edicao-03-2022 edicao-03-2022

  • Espaco-AND

    Programas do Modo Operativo AND | AND Lab VOLTAR ITEM ANTERIOR PRÓXIMO ITEM Ocupações do Espaço Coordenação de Luís Filipe Fernandes Desde 2024 Enquanto programa dedicado à ocupação do Espaço AND, propõe-se como lugar de encontro de ações sustentadas no tempo, acomodando uma variedade de interseções entre áreas e práticas, próprias e de outres, contribuindo assim para uma tática de ajuntamento, envolvimento e mistura de forças na composição de um gesto ao mesmo tempo único e múltiplo: o fazer (do) comum. Proporcionando espaço para trabalho, diálogo, encontro, pesquisa e partilha de práticas próximas ao AND Lab, potencia propostas artísticas menos evidentes que propõe pensamento e activação de dimensões sensíveis atravessadas pelo cuidado, como ferramenta de atenção das relações entre, e com, seres e mundo. O FAZER COMUM, nos seus distintos eixos de programação, desdobra-se em: 1 - Acolhimentos Práticas Regulares | Encontros Pontuais ou Periódicos | Residências e Ensaios 2 - Estudos Indóceis (curadoria AND Lab) Residências de pesquisa-criação | Residências de pesquisa-transmissão laboratorial 3 - AND Lab em Festa (curadoria e partilha AND Lab) OCUPAÇÕES DO ESPAÇO AND LAB Convida-se a comunidade artística local, agentes culturais e o público em geral para se mobilizarem juntes no fazer (do) comum , alastrando-o a partir do entorno mais imediato e pesquisando, pela frequentação, formas de infiltrar e sustentar modos comunitários de convivência no quotidiano urbano, aliando (auto)cuidado, partilha de fazeres artísticos e co-participação responsável no plano coletivo. MODALIDADES DE ACOLHIMENTO Residências e ensaios Aulas regulares Encontros periódicos Workshops pontuais OFERECEMOS Utilização do Estúdio AND Lab, localizado a 5min a pé da estação do metro Cabo Ruivo (Linha Vermelha). Sala estúdio com 74m2, com piso vinílico preto, apropriado para práticas de movimento. Dispõe de ar condicionado e aquecedor; Coluna de Som com conexão por Bluetooth ou Cabo Projetor de Vídeo; Copa equipada, em sala adjacente. Apoio à divulgação: inclusão da atividade na newsletter mensal, website AND Lab, cartaz da programação mensal do espaço e demais comunicações da programação. Possibilidade de elaboração de e-flyer. Possibilidade de realização de apresentação/partilha pública, mediante articulação com equipa AND. HORÁRIOS Residências & Ensaios - por turnos: manhã (10h-14h) | tarde (14h-18h) | noite (18h-22h) OU diárias (10 às 18h); Práticas Abertas & Aulas Regulares - horários matinais 8h às 9h e 9h às 10h | horários pós-laborais 18h30-19h30, 19h30-20h30, 20h30-21h30 | Possibilidade de outros horários, consoante disponibilidade do espaço; Workshops & Eventos Pontuais - dias e horários a definir, consoante a proposta e a disponibilidade do espaço. CUSTOS (para atividades que contam com apoios financeiros e/ou que vão gerar receitas): Residências & Ensaios: 20€ por turno (4h) ou 35€ diária (6h). Valor negociável para acolhimentos com duração superior a 5 dias. Práticas & Aulas Regulares: 7.5 €/hora Workshops & Eventos Pontuais: 10 €/hora ACOLHIMENTOS GRATUITOS Atividades de investigação-criação sem financiamento: acolhimento gratuito de 1 residência por semestre, mediante disponibilidade, tendo como orientação uma política de equidade e representatividade, na qual serão priorizados projetos propostos/protagonizados por pessoas negras e/ou trans/travestis. Duração de 5 ou 10 dias (turno a definir, consoante disponibilidade do espaço) + realização de partilha final (opcional). CANDIDATURAS ENVIAR CANDIDATURA VER AGENDA ATUAL Espaço AND Lab Av. Infante Dom Henrique 334, Edifício Expresso, piso 3, salas 3.08-09-10, 1800-224 Lisboa, Portugal. Mais informações sobre o Espaço AND Lab, aqui . QUANDO-ONDE? Atividades Relacionadas no Calendário (Atuais + Histórico) [rolar com as setas ou clicar numa atividade para abri-la em outra janela/separador] Ainda não há eventos relacionados a este programa/atividade no calendário. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES SOBRE O AND LAB TOPO

  • Henrique Antão | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Henrique Antão Participante do Coletivo AND Henrique Antão é artista, engenheiro, educador e investigador do movimento, do som e do corpo. O processo fisiológico do movimento embrionário e dos primeiros anos de vida surge na sua investigação enquanto ponto de encontro e de partida para questionamentos transversais à ecologia humana, movidos pela possibilidade de uma boa convivência. Da pesquisa experiencial em práticas de escuta sensorial em movimento, procura pensar contextos educativos que re-centrem a sensibilidade, o jogo e a criação artística enquanto forças motrizes de um bem-estar em transformação, apoiado numa ética reparativa das relações. Mestre em Engenharia Electrónica e Telecomunicações pela Universidade de Aveiro em parceria com a Technische Universität Hamburg (2014), prossegue a sua formação académica com frequências em estudos de som e imagem no mestrado Sound/Vision na Hamburg University of Applied Sciences (2017), estudos curatoriais e pensamento crítico com Prof. Dr. Bonaventure Soh Bejeng Ndikung no mestrado Spatial Strategies na Weißensee Academy of Art Berlin (2022) e completa recentemente uma formação profissional em Pedadogia Somática para a Infância e Adolescência, no programa C.A.R.E. pela Somatische Akademie Berlin (2023). Enquanto artista do som, teve a oportunidade de criar espaços sónicos para a conferência The Live Legacy Project: Correspondences between German Contemporary Dance and the Judson Dance Theater Movement (Düsseldorf 2014), DanceKiosk-Hamburg (2016), Ponderosa Unfestival (Brandenburg 2020), SAVVY Contemporary (Berlim 2020). Vive na Alemanha entre 2011 e 2023, onde tem a oportunidade de contactar e ressoar com o trabalho de professores, pensadores e artistas do movimento destacando Tex Hobijn, Pauline de Groot, Angela Guerreiro, Bernardo Chatillon, Eva Karczag, Ka Rustler, Adalisa Menghini, Bonnie Bainbridge Cohen, Trude Cone, Peter Pleyer, Sigal Zouk, Joy Mariama Smith e Mark Tompkins. Recém-volvido a Portugal, reside actualmente em Lisboa. Integra a equipa do AND Lab a partir de março de 2024, após alguns anos a seguir o trabalho em oficinas e retiros da Escola do Reparar. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Elise Hirako | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Elise Hirako Núcleo Brasília, Brasil Professora, atriz, pesquisadora e produtora. Atualmente é doutoranda em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília, Mestre pela mesma instituição, Bacharel e Licenciada em Artes Cênicas Artes pela Universidade de Brasília. Possui experiência na área de Artes, com ênfase em Interpretação Teatral, atuando principalmente nos temas: interculturalidade, cultura japonesa, performance, coreografia, dança e tecnologia e Butoh. Associada às Instituições de Cultura Japonesa: Rede Nikkei Brasil - REN e na Associação de Cultura Nipo-Brasileira de Anápolis - GO. Integra o núcleo AND Lab Brasília. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Manual-Sobrevivencia

    Programas do Modo Operativo AND | AND Lab VOLTAR ITEM ANTERIOR PRÓXIMO ITEM Manual de Sobrevivência para Tempos Irreparáveis Fernanda Eugenio & Coletivo AND Desde 2021 Concebido como caixa de ferramentas e kit de sobrevivência performativo para tempos pandêmicos , o "Manual de Sobrevivência para Tempos Irreparáveis" toma a forma de uma websérie prático-teórica em vídeo, oferecendo uma introdução propositiva às práticas do Modo Operativo AND. A proposta, que explora o formato digital e a linguagem das vídeo-séries, tem como objetivo promover a acessibilidade e a popularização das ferramentas de reparação do MO_AND, oferecendo um novo plano de contato possível com as práticas do AND, independente do encontro ao vivo, seja ele presencial ou online. Na sua primeira temporada, é composta por três episódios, apresentando as questões-chave da filosofia habitada do MO_AND, a estrutura-base da prática e as diferentes modalidades de jogo. Com a continuação em futuras temporadas, a intenção é compor, aos poucos, um corpo de (auto)curso que permita a experimentação autônoma das ferramentas e jogos. A escolha do nome "manual" convoca a dimensão de "companhia assistida para uma ação solitária" que os manuais em geral proporcionam, mas desvia da sua eventual característica de receita pronta, a ser meramente seguida, ou de instruções técnicas cuja execução possa ser medida em termos de certo/errado. "Manual" ressalta, ao contrário, a inevitabilidade do erro enquanto errância, inerente ao gesto de pôr as mãos na massa, tocar na ferida e implicar-se no problema. Ressalta, então, a inevitabilidade do risco e, por isso, a importância de que se aumentar, proporcionalmente, também o cuidado. Nessa modulação é que procuramos oferecer um manual: assistir no sentido de prestar assistência, colocar-se a serviço, oferecer amparo - ante a tarefa interminável, talvez impossível e, por isso mesmo, urgente, de reparar (n)o Irreparável. "Manual", assim, chama para jogo as inflexões éticas do cuidado, da atenção distribuída, do manejo e do manuseamento, pelas quais o Modo Operativo AND se concretiza em gesto no fazer de cada ume, proporcionando vias de reconexão com sabedorias encarnadas. Composto por uma seleção das práticas criadas ao longo dos dez anos do AND Lab , este material, juntamente com um documentário da realizadora Inês T. Alves, funciona como objeto-memória do programa comemorativo Dez anos em Posição-Com e da edição 2021 da Escola do Reparar. Ambos, websérie de documentário, foram ser produzidos com a parceria institucional do Programa Garantir Cultura - República Portuguesa - Cultura, durante a pandemia de covid-19. DISPONÍVEL NA BANCA DE ARTEFATOS DO AND Manual de Sobrevivência para Tempos Irreparáveis | Assinatura de 90 dias BANCA DE ARTEFATOS FICHA TÉCNICA Roteiro: Fernanda Eugenio, Pat Bergantin & Patrícia Araujo Direção, Fotografia e Montagem: Patrícia Araujo Assistência de Direção e Produção: Pat Bergantin Assistência de Fotografia: Larissa Ramos Texto: Fernanda Eugenio Vozes em off: Fernanda Eugenio & Patrícia Araujo Gravação off’s: Biel Basile Trilha Sonora: Xavier +trilha adicional de banco Finalização: Aterro Filmes Parceria Institucional: Garantir Cultura / República Portuguesa / Cultura Acolhimento: Fundaci Agradecimento: Pés no Chão Realização: AND Lab Filmado em Ilhabela, SP, durante o retiro LANDscape Brasil, parte da programação da Escola do Reparar 2021 QUANDO-ONDE? Atividades Relacionadas no Calendário (Atuais + Histórico) [rolar com as setas ou clicar numa atividade para abri-la em outra janela/separador] Ainda não há eventos relacionados a este programa/atividade no calendário. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES SOBRE O AND LAB TOPO

  • Ana Dinger | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Ana Dinger Co-Investigação/Curadoria Coordenação do Programa 'De Perto em Perto' Ana Dinger prefere não dizer o que é, mas estudou dança e artes visuais, história e teoria de arte. Desde cedo oscilou entre teoria e prática e minou, com maior ou menor subtileza, constrangimentos disciplinares. O seu percurso académico inclui passagens pela ESD, FBAUP, FBAUL (licenciatura em Escultura) e UCP (pós-graduação em Arte Contemporânea e doutoramento em Estudos de Cultura). Escreve sobre artes visuais e artes performativas, sobre o que podem os arquivos e os corpos e os corpos-arquivo, sobre modos de continuação dos trabalhos artísticos, sobre fantasmas como manifestações metonímicas. Investigadora associada ao AND Lab desde 2015, acompanha assiduamente escolas e labs, colaborando, mais intensamente entre 2015 e 2019, no processo de contínua reformulação do Modo Operativo AND. No final de 2018 e durante 2019, partilhou com Fernanda Eugenio a curadoria do projecto “Do Irreparável: o que pode uma ética de reparação?”, participando em várias actividades, nomeadamente na organização, coordenação e concepção editorial da Caixa-Livro AND. Da colaboração entre ambas fazendo uso do Modo Operativo AND, destaca ainda a Série Metálogos, encetada em 2015, uma série de conversas que habitam diversas questões, uma a cada vez, e que tomam as mais diversas formas, desde uma batalha de slides, um ensaio escrito ao vivo, um poema-palestra sem fala, um jogo com baralho de cartas, uma performance num jardim ou uma relação epistolar entre o passado e o futuro. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Thaise Nardim | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Thaise Nardim Núcleo Palmas, Brasil Thaise Nardim é artista em arte da performance, professora e pesquisadora. Reside em Palmas, no Tocantins (Brasil) desde 2010, onde atua como professora no curso de Teatro da Universidade Federal do Tocantins (UFT). É Doutora em Artes da Cena, Mestre em Artes e Bacharela em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), especialista em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade de Brasília (UnB) e realizou estágio pós-doutoral em Educação pela UFT. Como artista da performance, apresentou-se em diversos festivais e espaços nacionais e internacionais, como MIP - Mostra Internacional de Performance (Brasil, 2021) e La Juan Gallery (Espanha, 2016), além de ter participado de residências como Drift Project com Zecora Ura Theatre na Gasworks, em Londres (2017). Foi organizadora do Festival de Apartamento, evento autogerido de arte da performance que totalizou 15 edições. Em Palmas, realiza o “Função - Festival de Performances Urgente” e o festival de performances urbanas “Escala 1:1 - ações humanas para espaços monumentais”. Esses últimos eventos são parcerias entre a UFT, onde leciona, e o Coletivo Flácido, gestor do ponto de cultura Casa Flácida, que acolhe as ações do Núcleo AND Lab Palmas. Como pesquisadora, publicou “Rabiscar língua com cacos de floresta - escrever e performar em pesquisa-docência-criação” (EDUFT, 2020) e organizou “Artes e Mídias: um panorama por pesquisadores da Amazônia brasileira” (EDUFT, 2021). Como poeta, publicou “Aranhas pensam com a teia” (Editora Urutau, 2022). < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Inês Alves | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Inês Alves Documentação Audiovisual Inês está interessada nas formas colaborativas de vida e criação, nas práticas comunitárias, e no desenvolvimento da atenção, do olhar, da escuta e do sentir. Confia no potencial criativo e transformador do Encontro, e no contacto com o saber intuitivo. A partir do seu trabalho, procura honrar a beleza cotidiana e a dádiva da coexistência. Tem um mestrado em Narrativas Culturais, pela Universidade Nova de Lisboa, Universidade de Santiago de Compostela e Universidade de Bergamo; e um mestrado em Cinema Documental pela Universidade das Artes de Londres - Bolseira da F. C. Gulbenkian. É realizadora de diversas curtas-metragens documentais e experimentais. A sua primeira longa-metragem documental Águas do Pastaza , produzida pela OUBLAUM Filmes, estreou na Berlinale – Festival de Cinema de Berlim em 2022. Tem experiência no desenvolvimento de oficinas de cinema em diversos contextos, tendo colaborado com a associação Os Filhos de Lumière, Videoteca de Lisboa, Cineclube de Viseu, etc. Desde 2015 co-organiza o MOVIMENTO, uma residência colaborativa de cinema, em diversas zonas do país. Filmou e editou vídeos para diversas instituições culturais e artísticas. Desde 2022 colabora com o AND LAB, no registo audiovisual. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Gabriela Jung | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Gabriela Jung Apoio à Documentação Audiovisual Gabriela Jung é artista da dança e da videodança, atua em trabalhos solo e coletivos no Rio de Janeiro. Integra o Coletivo Instantâneo de pesquisa e criação em dança contemporânea pesquisando a improvisação enquanto linguagem e como dispositivo para criação de espetáculos; também colabora com outros artistas e coletivos das artes da cena. No campo da videodança é criadora de trabalhos com circulação em festivais nacionais e internacionais; atua na filmagem e edição para outros artistas como Bianca Andreoli, Julia Gil, Giselda Fernandes, Ligia Tourinho, Alysson Amancio, entre outros. É coordenadora da mostra de dança MONSTRA; professora de práticas restaurativas para a terceira idade, e ministrante de oficinas de dança 'Simbioses para viver num mundo em ebulição'; 'Improvisação e Composição' e de videodança 'Perspectivas em Movimento'. Atua no núcleo Rio da Rede And Lab Brasil no núcleo audiovisual desde 2019 e na condução de 'Encontros para Jogar' desde 2025. < Anterior Próxima > VOLTAR

  • Guilherme Mayer | Equipa & Colaboradores AND Lab

    Pessoas da Equipa & Colaboradores | AND Lab Guilherme Mayer Núcleo Brasília, Brasil Guilherme Mayer Santos é músico, sonoplasta, ator, bacharel em interpretação pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Atualmente é mestrando em Processos Composicionais para a Cena pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília, pesquisador-artista do Grupo Momentâneo de Teatro e Pesquisa - vinculado ao Grupo MOVER CNPq - e o grupo Vocalidades e Cena CNPq. Nesses espaços laboratoriais pesquisa, de maneira geral, as sonoridades como dispositivo de relação com o espaço, tempo e o outro. Integra o Núcleo AND Lab Brasília. < Anterior Próxima > VOLTAR

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